Os cem anos de imigração japonesa no Brasil! - Segunda parte ~ Netoin!

domingo, 4 de maio de 2008

Os cem anos de imigração japonesa no Brasil! - Segunda parte

Prefácio

No próximo mês de junho, o Brasil irá comemorar o centenário da imigração japonesa. Mesmo com a data um pouco mais próxima, os preparativos para a grande festa já estão sendo feitos a um bom tempo.

Os blogs "The Key of the Broken Hearts", "Subete Animes" e "NETOIN!" começaram uma matéria em conjunto sobre o assunto em abril. A primeira parte ficou à cargo de Leandro Nisishima ( dono do blog "Subete Animes" ), que contou o início da era imigratória.

Agora damos início à segunda parte da matéria, de responsabilidade do Alberto "DeCyber" ( dono do blog "The Key of the Broken Hearts" ). A matéria à seguir estará concentrada no período das guerras mundiais, e como viviam os japoneses em solo brasileiro na referida época.

Segunda parte - O período das guerras ( 1917 à 1953 )

O período entre-guerras

O centenário simbolizado.

A primeira parte da matéria abrangeu a vida dos dekasseguis ( palavra japonesa que se traduz literalmente para "trabalhar fora de casa" ) na época da Guerra "feita para pôr fim a todas as guerras". Porém, foi durante o período da Primeira Guerra Mundial onde ocorreu uma explosão imigratória por parte do Japão.

Estima-se que mais de 160 mil japoneses teriam vindo ao Brasil entre 1917 e 1940. Grande parte destes imigrantes ficou no Estado de São Paulo, onde já havia colônias e bairros típicos estabelecidos, enquanto que o restante se deslocou para outras regiões, como o Paraná ( com sua agricultura na parte norte do estado ), a área da amazônia ( extração da borracha ), o Pará ( com o plantio da pimenta ), dentre outros locais.

Após a Primeira Guerra Mundial, a situação econômica no Japão piorou, principalmente nos setores agrícolas. Em 1917, o governo japonês coordenou a fusão das empresas particulares de emigração e criou a estatal Kaigai Kôgyô Kabushiki Kaisha, que bancaria a viagem dos imigrantes. Nos Estados Unidos, um dos países mais procurados pelos imigrantes desde a época da primeira leva de imigrantes, movimentos contra a entrada dos orientais se intensificaram, culminando na promulgação da lei que proibia a entrada de japoneses em território norte-americano em 1924. Devido a isso, os investimentos foram guardados para as viagens ao nosso território.

Entretanto, no Brasil a situação não aparentava estar muito diferente da terra do Tio Sam: já em 1922, um projeto de lei proibindo a entrada de negros e restringindo a dos orientais foi criado, mas não vigorado. Em 1931, vigorou uma lei restritiva a entrada de imigrantes, mas o então presidente da época, Getúlio Vargas, abriu uma exceção para a entrada de 12 mil japoneses. Porém, em 1934 ( já na chamada "Era Vargas" ), estabeleceu-se uma cota que limitava a quantidade máxima de japoneses imigrantes a apenas 2% do número total de imigrantes nos últimos 50 anos ( em números, apenas 2.489 pessoas), sendo incorporada a Constituição de 1934.

A Era Vargas – ou seria, a "Era Repressora"!?

Jornal da época. A matéria da manchete relata sobre a mudança dos imigrantes
da área litorânea para o interior
do Brasil.

Duvido que haja um brasileiro que desconheça o nome “Getúlio Vargas”, conhecido como "o pai dos pobres", sendo o presidente com o mais longo dos mandatos ( o mandato entre 1930 e 1945, somando o Governo Provisório, seu período como presidente efetivado e o Estado Novo, além do segundo mandato de 1950 a 1954, totalizando 19 anos de governo ), com uma forte campanha nacionalista e grandes feitos ao País. Claro, o seu “pedaço de governo” foi também conturbado, não somente para os brasileiros...

Qualquer livro de História do Brasil que se preze marca o ano de 1937 como a instituição do Estado Novo pelo próprio Getúlio: um governo ditatorial, movido pelo ideal fascista, onde houve forte censura e perseguição. Inclusive, tal "perseguição" foi o fator que afetou a vida dos imigrantes japoneses, devido à característica nacionalista do governo Vargas.

Em 1937, o ensino de idiomas estrangeiros ( no caso, dos idiomas japonês, alemão e italiano ), que eram os idiomas falados pelos países do Eixo ( Japão, Alemanha e Itália) foi proibido aos menores de 14 anos, sendo totalmente proibido em dezembro de 1938. Na época, a maioria das escolas de idiomas estrangeiros lecionava o idioma japonês.

Ainda em 1937, as escolas da zona rural eram obrigadas a lecionar o português, além de que foi este o ano no qual a censura a jornais e revistas estrangeiras foi instituída. Á partir de 1941, tais materiais foram proibidos de circular no país e, além disso, esse foi o ano em que o ciclo começado pelo Kasato Maru foi encerrado com a chegada do Buenos Aires Maru, devido à proibição da entrada de imigrantes japoneses instituída naquele ano.

Em 1942, medidas ( mais ) restritivas, como a proibição do uso de idioma estrangeiro em locais públicos e a proibição de reuniões, mesmo em casas particulares, provocavam situações constrangedoras: bastava uma denúncia, vinda inclusive de vizinhos ou inimigos pessoais, para levantar a voz de prisão contra estrangeiros inocentes. Até mesmo atos da própria cultura japonesa, na época, eram considerados atos criminosos.

E, no decorrer da Segunda Guerra Mundial, temendo que os japoneses residentes na área portuária auxiliassem o Japão a invadir o Brasil, estes imigrantes foram forçados a se mudarem para o interior. Especificamente, deveriam estar distantes de, no mínimo, 50 quilômetros do litoral. Ah, ressaltando-se que os bens de valor dessas famílias foram tomados pra "posterior inclusão no fundo de indenização da guerra"...

Acho que nem é preciso citar quem foi que "apanhou" mais quando um navio mercante brasileiro foi afundado por um submarino alemão perto de Belém e que, em represália ao fato, a população local descontou nos imigrantes, não é mesmo? E se você estiver imaginando que foi "só isso", se enganou: não te chamo de ingênuo porque, no fim das contas, a História em si pertence aos vencedores ( ou aos sobreviventes... ).

No final das contas, o próprio governo estimulava os imigrantes no cultivo do algodão, bicho-da-seda e hortelã ( menta ), atividades que os imigrantes já assumiam há alguns anos atrás, com o intuito de comercializar tais produtos para os Estados Unidos usarem em seus aparatos de guerra, como uniformes e pára-quedas. Se você parar pra pensar, as restrições aplicadas aos imigrantes foram grandemente intensificadas na época em que os Estados Unidos
entraram na guerra. Será que alguém aí viu "a coca-cola"?

Bem, a coisa não andava bem em terras brasileiras, não mesmo! De modo que muitos imigrantes desejavam voltar. O problema é que a maioria não tinha condições para tanto...

E aí, você queria viver nessa época como um dekassegui?

A onda Imperialista

Para você ver que não era só Hitler que fez o que fez por um monte de motivos que te "empurraram goela abaixo" nas aulas de História. Que todo mundo sabe que Hitler pregava a "raça ariana como sendo a perfeita e superior" para então começar a perseguir todos os "inferiores" ( judeus, idosos, homossexuais e ciganos ) pelo ideal ( e pra "empalar" o dinheiro dos judeus, que possuíam grandes investimentos na Alemanha ) que todos já conhecem ( talvez exceto pela parte de "empalar" dinheiro ).

Cerca de 90% dos filmes que falam sobre a Segunda Guerra Mundial relatam as "boas tropas americanas de poucos homens", ensinando aos "nazis" o lugar deles através de táticas de guerra e por aí segue-se ( ah, não vou me ater muito a isso... ). Basta ver por aí títulos como "O Resgate do Soldado Ryan" e até em jogos mesmo ( "Medal of Honor", "Hidden and Dangerous", "Deadly Dozen", e o “saudoso” jogo "Castle Wolfenstein" ).

Mas você sabia à respeito do que ocorria no Japão na época? Ah, não vale usar o filme de "Peal Harbor" como referência! Os filmes, de fato, têm muitas bases históricas, mas são muito imprecisas ou obscuras, se compararmos com a história real da coisa. Não, não disse que os "japas" eram "gente fina". Mas certamente que os soldados da terra de Tio Sam também não
eram "santos"...

Deixando de lado tal comentário, o Japão, mais ou menos na época da primeira leva de imigrantes, e intensificada na Era Shõwa ( era na qual o Japão era reinado pelo Imperador Shõwa ), já desenvolvia um sentimento militarista. E, após se sair vitorioso na guerra Russo-Japonsesa e na Primeira Guerra Sino-Japonesa, o Japão se juntou ao grupo das potências imperialistas. Para eles, a necessidade de se firmarem com um poderoso exército foi fortalecida como se fosse uma “necessidade” para que o país fosse então respeitado pelas nações ocidentais, e então obter a revisão dos “tratados desiguais”, tratados estes firmados entre vários estados do Leste Asiático com nações estrangeiras, numa época na qual tais países não eram capazes de resistir as pressões econômicas e militares das potências ocidentais.

Também é nessa época em que o Imperador Shõwa afirma ser descendente de um Deus, sendo ele a "cabeça do Império", o "comandante supremo do Exército e da Marinha" e que os japoneses tinham que seguir seus ideais e se mostrarem absolutamente leais à ele.

Ainda movido pelo ideal imperialista, o Japão tentou invadir o território chinês. Não foi a primeira guerra, entretanto: a Primeira Guerra Sino-Japonesa, ocorrente ainda na Era Meiji, resultou na vitória Japonesa, com a independência da Coréia ( vale lembrar que, na época, não haviam as duas Coréias ) e a anexação de Taiwan/Formosa, das Ilhas Pescadores e da Península Liaodong. Em 1931, Japão e China se enfrentavam em "incidentes", pequenos combates armados. O último dos três "incidentes" ocorridos, o "Incidente da Ponte de Marco Pólo" em 1937 marcou oficialmente o começo da Segunda Guerra Sino-Japonesa.

Também durante a Era Shõwa e do crescimento imperialista japonês, as tensões entre o Japão e as potências ocidentais cresceram significativamente. De fato, a invasão ao território chinês foi condenável pelos Estados Unidos, principalmente depois das atrocidades cometidas como o "massacre de Nanquim", onde os soldados japoneses saquearam e incendiaram a cidade,
além de terem matado prisioneiros de guerra e de terem estuprado as mulheres do local.

Os esforços americanos em deter o avanço imperialista japonês se mostraram falhos quando o Japão se aliou a Itália e a Alemanha, criando as Forças do Eixo. Após a invasão da Indochina em 1941, os Estados Unidos impuseram sanções econômicas ao país, que em represália enviaram um ataque aéreo contra a base de Peal Harbor. Este fato provocou a declaração de guerra ao Japão pelos norte-americanos. E neste ponto uma "grande tristeza" passou a assolar o mundo...

Uma seqüela eterna: a bomba atômica

Logo após a entrada dos Estados Unidos na guerra, o exército japonês começou a sofrer grandes perdas devido aos bombardeios realizados pelas forças aliadas. De modo que o próprio Imperador autorizou ao embaixador japonês para contatar Stalin na União Soviética para apresentarem a rendição japonesa, que não fora aceita porque nada relatava a respeito do destino do Imperador, ainda visto como um “Deus”. Após Harry Truman, o presidente dos Estados Unidos, ter recebido uma mensagem do sucesso do "Projeto Manhattan", ele instruiu Stalin a ignorar o aviso japonês. Truman estava decidido a encerrar a Guerra de uma vez por todas com os frutos do projeto.

Mas, em que consistia o "Projeto Manhattan"!? Talvez na coisa mais estúpida concebida pela humanidade...

A coisa toda começou em 1938, com a anunciação de que dois cientistas alemães foram capazes de romper o núcleo do átomo de urânio, gerando um desprendimento de energia gigantesco até mesmo para os métodos de obtenção energéticas convencionais. Tal notícia correu o mundo, e e adivinhe aonde chegou...

"Nessa noite, eu soube que o mundo se cobriria de tristeza".

Em 1939, na Universidade de Colúmbia, um dos refugiados da guerra, o húngaro Leo Szilard, demonstrou a "reação em cadeia" decorrente da fissão nuclear. Entretanto, tal reação só se auto-sustentava com os isótopos de urânio e de plutônio, um elemento criado pelo bombardeamento de nêutrons no isótopo U-238 do urânio. Os Estados Unidos, possuidores de tecnologia e de pessoal em suficiência para tal pesquisa ( em sua maioria refugiados ), investiu
mais de dois bilhões de dólares e empregou 600 mil pessoas para a obtenção dos átomos de plutônio. Este projeto, mantido em segredo, foi chamado de "Projeto Manhattan".

Após os testes "positivos" feitos na região do Novo México, Truman decidiu usar desse "trunfo" para acabar com a guerra no Japão. E, na manhã de 6 de Agosto de 1945, um B-29 que recebera o nome de "Enola Gay", sobrevoou a cidade de Hiroshima a uma altura de 2000 metros do chão, e descarregou sua única bomba e violentamente se afastou do local da explosão...

O "Little Boy", a bomba usada em Hiroshima, possuindo 4 toneladas e carregada de urânio, explodiu a 580 metros do chão, devastando a cidade completamente, matando instantaneamente todos aqueles que estavam nas proximidades do local da explosão. Em 9 de Agosto de 1945, o "Fat Guy", uma bomba ainda mais pesada que a "Little Boy", com suas 4,5 toneladas e carregada de plutônio, devastou a cidade de Nagasaki...

"Meu Deus, o que foi que nós fizemos!?"

O mundo ficou estarrecido pelo potencial destrutivo das bombas nucleares jogadas contra o Japão. E, apesar dos japoneses reconhecerem a invasão da Manchúria pela União Soviética como fator decisivo para o fim da guerra, é fato que o Japão assinou sua rendição no dia 14 de Agosto de 1945, com graves percas humanas decorrentes das bombas...

Mentiras e conflitos: o
"impacto da bomba" no Brasil


Ainda sobre os efeitos das restrições impostas pelo Governo Vargas, agravadas pelo rompimento de relações diplomáticas entre o Brasil e o Japão em 1942, e pelo aumento na perseguição dos imigrantes, os japoneses estavam completamente sem saber o que, de fato, acontecera ao seu país natal durante a guerra. Levando em conta a forte censura da Era Vargas, e o fato de os japoneses não terem "fontes confiáveis" que não fossem os jornais brasileiros sobre o que acontecia, criou-se um ambiente propício a boatos. No mesmo dia em que os jornais brasileiros estampam a notícia da rendição japonesa, circulavam boatos de que, na verdade, aquela notícia era falsa e que o Japão havia saído vitorioso da Segunda Guerra Mundial.

Uma pequena interrupção na idéia: entretanto, mesmo no Japão, as notícias não eram efetivamente seguras.

De acordo com o relato de Manabu Ashihara, que participou como soldado suicida ( estando inicialmente na aeronáutica, cuidando da mecânica dos aviões, e posteriormente na marinha, como piloto de maruyontei, que era um tipo de pequeno barco carregado de explosivos ): "(...) nenhum 'maruyontei' jamais afundou um navio americano. Mas o governo japonês divulgava ao povo que estas missões eram um sucesso. (...)".

A respeito de tal desinformação existente no Brasil, a repercussão era tanta que os próprios japoneses foram enganados por falsas promessas de retorno à terra natal. Vendendo suas próprias propriedades para conseguirem voltar ao Japão e ( supostamente ) ajudar na colonização dos territórios conquistados, estes imigrantes perderam suas propriedades por ienes que estavam desvalorizados na época, e por barcos que nunca vieram...

Também nesta época, surgiram dois grupos: os kachigumi ( "vitoristas", que acreditavam na vitória do Japão ), e os makegumi ( "derrotistas", que acreditavam na derrota do país ). O grupo dos kachigumi era composto de imigrantes com formação militar e com "cabeça" o suficiente para declarar qualquer um que admitisse que o Japão perdera a guerra como um traidor. Era um grupo extremista que chegava a falsificar notícias, como a de dizer que a foto com os representantes japoneses no USS Missouri era da rendição americana aos japoneses, quando na verdade era o contrário. Tal grupo posteriormente se transformou no movimento Shindo Renmei ( literalmente "Liga do Caminho dos Súditos" ).

Em 3 de outubro de 1945, oficialmente, chegava às mãos de Chibata Miyakoshi, o antigo diretor da filial da Kaiko ( Companhia de Fomento Industrial no Ultramar ), o Edito Imperial sobre o término da guerra. O documento foi copiado e distribuído nas principais concentrações japonesas para finalmente esclarecer ocorrido na Guerra. Ainda, em 1º de Janeiro de 1946, chega um comunicado do Imperador, admitindo a sua "condição humana". Tal comunicado provocou a ira daqueles que acreditavam na vitória japonesa, tendo então chegado a hora de punir os traidores...

Entre maio de 1946 e janeiro de 1947, os conflitos entre os kachigumi e os makegumi se tornaram caso de polícia. Tais conflitos causaram 23 mortes e mais de 80 feridos, todos os casos atribuídos ao Shindo Renmei.

Com o tempo, entretanto, os imigrantes começaram a se convencer da derrota do Japão. O término da guerra também marcou o fim de grande parte das restrições aplicadas por Vargas. E, com o reestabelecimento da comunicação, os imigrantes puderam finalmente ter notícias de casa. Ainda hoje, os kachigumi e os makegumi divergem entre si, embora seja admitido que ambos os grupos reconheciam a derrota japonesa como um fato...

O período do pós-guerra

Na foto acima: Yasutaro Matsubara ( à esquerda ) e Getúlio Vargas ( no centro ).

Em 1952, é assinado um tratado de paz entre o Japão e o Brasil, e as imigrações reiniciaram em 18 de janeiro de 1953, com 51 imigrantes que vieram a "pedido dos parentes". Ainda no mesmo ano chegaram mais famílias, em pequena quantidade.

Ainda na época, Kotaro Tsuji e Yasutaro Matsubara solicitaram ao governo Vargas uma autorização especial para um plano de colonização nas regiões norte e centro-oeste. Em caráter excepcional, foi autorizada a entrada de 9 mil famílias no Brasil, sendo que 5 mil para atender a ocupação da Amazônia ( o projeto de Tsuji ) e o restante para a região centro-oeste ( o projeto de
Matsubara ).

O próximo capítulo

Praça do Japão, em Curitiba.

Assim encerra-se a segunda parte da matéria conjunta entre os três blogs parceiros.

A próxima parte, que será publicada em junho por Carlírio Neto do blog "NETOIN!", contará sobre a atualidade dos japoneses que vivem no Brasil. Também será comentado sobre o sentido inverso da história: os brasileiros que estão vivendo no Japão.

A cultura japonesa no Brasil, suas formas de aparição, bem como sua aceitação, e o modo como os japoneses vivem em seu país hoje em dia. Tudo isso será tratado na terceira e última parte da matéria.

[ por Alberto "DeCyber", do blog "The Key of the Broken Hearts" ]

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A última parte será publicada em junho.

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