sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Análises em Geral - parte #41: Angelic Layer diverte muito bem...

As cinco edições de Angelic Layer.

O NETOIN! agradece, humildemente, pela sua visita.

Analisar obras publicadas no Brasil tem sido de grande apreço por parte deste humilde blogueiro. Até porque, entre tantos títulos que hoje circulam pelo País, há aqueles que causam diferentes impactos, inclusive, alguns destes sendo de publicações feitas vários anos atrás.

Justamente se fará comentar sobre um mangá publicado em épocas passadas no Brasil. Trata-se de uma obra cuja conjuntura, no geral, tende à fugir um pouco da conhecida tradição de quem assina a autoria do título. Porém, isso não compromete a obra em si.

Desta forma, amigo visitante, esteja convidado à conhecer um pouco de Angelic Layer, uma obra publicada em 2005 no Brasil pela Editora JBC, que ganha agora o seu espaço neste humilde blog.

Assim sendo, prepare seu fone de ouvido e escute aquela música preferida enquanto lê esta edição do Análises em Geral.

História e opiniões sobre a publicação...

Uma das artes do mangá Angelic Layer.

A história de Angelic Layer remete um pouco, tal como foi comentado anteriormente, a uma escapa daquilo que se conhece como padrão por parte do grupo CLAMP, que assina mais esta obra. No título em questão, tudo remete a um enredo mais direcionado ao público masculino mas que, dada a sua sutileza, também tende à agradar o público feminino.

Você é convidado à conhecer um pouco sobre a jovem Suzuhara Misaki, que acaba indo viver com sua tia em uma grande metrópole ( Tóquio ). Ela é bem baixinha, fator este que deixa a Misaki um pouco desconfortável. Isto até ela ver, em uma televisão, a exibição de um aluta entre dois bonecos poderosos onde, para o seu espanto, o menor acaba derrotando o maior.

Com a intervenção de um estranho sujeito ( o Itchan, por mais que este não seja o seu real nome ), a Misaki é devidamente apresentada ao mundo Angelic Layer, onde o boneco é chamado de Angel, sendo que este participa das batalhas por intermédio dos impulsos cerebrais de seu dono, que é então chamado de "Deus".

Aqui acaba se fazendo uma ligação direta de uma outra obra do CLAMP: Magic Knight Rayearth. Isto se deve ao fato da Misaki ter buscado na Lucy a sua inspiração para dar o nome ao seu Angel, bem como definir outros atributos ( incluindo a altura deste Angel ). Com seus amigos de escola e as pessoas que conhece durante os combates, a Misaki acaba dando verdadeiras aulas de força e de perseverança, mostrando que a pouca altura ( entre outras características ) não é motivo para se sentir derrotada...

Outra arte do mangá Angelic Layer.

Focando apenas no que está descrito nos parágrafos acima, o que se nota é realmente uma história que foge da concepção natural do CLAMP. Mas é algo que pode ser melhor classificado como uma "fuga estratégica" pois, ao se notar a arte do mangá, fica evidente a propositalidade nos traços pouco estilizados e na simplicidade visual encontrada em vários momentos da publicação.

Os diálogos conseguem ser tão simplórios quanto a arte apresentada no mangá em questão. Contudo, isso não representa um demérito para a obra. Recorde-se que Angelic Layer visa claramente dar uma escapada daquele dito tradicional do CLAMP. Basta analisar desta forma para se ter uma noção de que, harmoniosamente, traço e diálogos combinam em Angelic Layer, fazendo com que a obra seja muito justa neste aspecto.

Entretanto, por mais que a arte seja mais simples que o visto em outros trabalhos do CLAMP, ela corresponde a expectativa. Mesmo nos momentos nos quais os personagens parecem muito estranhos ( especialmente quando estão correndo ).

A publicação brasileira, em si, não está ruim. Por mais que este humilde blogueiro tenha comprado as cinco edições na última Fest Comix em São Paulo/SP ( outubro'2011 ), o que se nota é que a publicação, em si, não teve um acabamento refinado. Páginas coloridas? Angelic Layer ( em sua publicação no Brasil ) segue uma padronização já conhecida, onde reinam as páginas em preto e branco.

A qualidade do papel lembra, remotamente, a usada na publicação de Love Hina. Este humilde blogueiro não sentiu maiores problemas com a experiência de leitura propiciada pela obra, uma vez que os diálogos estavam ótimos e em plena conformidade com o título.

Objetivamente

As cinco edições de Angelic Layer.

O título Angelic Layer, em sua publicação, pode ser classificado como uma obra bem honesta. Isso em todos os aspectos. Há problemas na publicação brasileira? Há. Prejudicam enfaticamente na diversão e na leitura propiciadas pelo mangá? Não.

Pode-se resumir Angelic Layer como sendo aquela história feita para meninos que, tendo uma garota ( bonita, meiga, amável e bem desportista ) como protagonista, realmente tende à possuir um poder de atração.

Com uma história curta que consegue chamar a atenção e, ainda assim, surpreender positivamente com a desenvoltura da Misaki, Angelic Layer realmente se saiu uma boa aquisição para este humilde blogueiro.

Hoje em dia é difícil de encontrar esta publicação à venda fora dos grandes eventos. Entretanto, os sebos estão aí para auxiliar nestas horas...

O Netotin é... Angelical?

Netotin gosta desta história. Opa! Na verdade, Netotin achou interessante a agilidade e destreza da Angel Lucy. Agora, Netotin está pensativo: e se Netotin, o ser mais fofo do momento, fosse um Angel pronto para a disputa? Netotin iria se vestir de branco e lançar marshmallows em seus oponentes... Yay! A ideia é muito boa! Dono, venha aqui por favor... ~netin!

[ made in NETOIN! ]

3 comentários:

  1. Momento Clamp, aqui estou eu. xD

    Vi em algum lugar na internet a coleção completa à venda. Estou pensando em comprá-la. Acho que é um mangá que prima pela simplicidade, e gosto da mensagem de autoconfiança que se revela na figura da Misaki, que encontra seu lugar no jogo.
    Quanto ao anime assisti dois episódios, mas no momento não tenho muito pique de assistir acho que é por já conhecer o mangá. ^^" Mas pelo que vi, a produção do estúdio Bones está joia.

    Ótimo post! =D

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  2. Assisti o animê. Não tenho o que comentar do mangá porque ainda não o li. Curti a história. É simples,singela. Claro, não é aquele tipo de animê que você diz "nossa, que legal!".Mas, é bom do jeitinho que é. Enfim, é Clamp,né? Há pessoas que gostam,outras que odeiam.^^"

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  3. Li recentemente esse mangá e digo que é muito bom, conseguiu ser "completo" com apenas cinco volumes. Temos belas mensagens, cenas engraçadas, personagens carismáticos... O problema é o traço do CLAMP em cenas de luta... É um problema já antigo, mas que me incomoda bastante. Não consigo entender quase nada do que se passa. De qualquer forma, muito bom e continue fazendo mais resenhas assim, Calrírio. Até a próxima.

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