01/08/11 - 01/09/11 ~ NETOIN!

domingo, 28 de agosto de 2011

Análises em Geral - parte #35: sobre os mangás "Onegai Teacher" e "Onegai Twins"...

A fotografia de "Onegai Twins"...

Este humilde blogueiro costuma se prender à certos acontecimentos, até mesmo à certos momentos passados, para sustentar-se motivacionalmente no tempo presente e, assim, manter firme os propósitos pelos quais acredita. Nisso incluem-se os hobbies.

Utilize o parágrafo acima para definir, de uma forma direta, o sentimento atual nutrido por este blogueiro para escrever sobre duas obras publicadas no Brasil. Obras estas que, por mais que não sejam do gênero preferido de quem digita no momento este texto, estão entre os títulos preferidos como um todo.

Essas obras abraçam entre si gêneros como ficção científica, comédia romântica, um drama bem leve, ecchi e humor na medida. Talvez o modo como todos esses gêneros foram abrigados faça com que algumas pessoas tomam certa distância destas obras, da mesma forma que tal junção pode atrair fãs para esses títulos.

Amigo visitante, esteja convidado à conhecer um pouco sobre os títulos "Onegai Teacher" e "Onegai Twins", na versão mangá dos mesmos.

Analisando a família Onegai...

As edições de "Onegai Teacher".

As obras "Onegai Teacher" e "Onegai Twins" foram publicadas no Brasil em épocas bem distintas, mas pela mesma Editora ( a JBC ). No caso de Teacher a vinda para o solo brasileiro se deu em 2003. Quanto à Twins, a chegada ao Brasil foi em 2008.

Uma coisa à se ressaltar é o preço de capa das obras. Para a época em que foi publicada, "Onegai Teacher" tinha um valor considerado como mais elevado ( R$9,90 ). Por sua vez, "Onegai Twins" era R$2,90 mais barato que a obra predecessora. O número de páginas deve entrar, certamente, como justificativa.

As histórias destes títulos são conhecidas de longa data no meio animístico em geral. Se "Onegai Teacher" concentrava-se em uma história de amor entre a professora meio alienígena e um aluno terráqueo, contando com um trâmite sobre uma estranha doença ( clique aqui para ler a review do anime ), "Onegai Twins" partia do pressuposto da busca pela família, que envolvia três jovens que possuíam a mesma cor dos olhos ( veja a review da versão animada clicando aqui ).

A história de Twins pode ser melhor classificada como um tipo de pseudo-continuação da contada em Teacher. Até porque, a ambientação do dia-a-dia dos jovens Maiku, Miina e Karen se dá na mesma cidade onde ocorreram os acontecimentos envolvendo a professora Mizuho, o jovem Kei e demais personagens. Inclusive, os mesmos personagens que se fizeram presentes em Teacher apareceram também em Twins mas, desta vez, como coadjuvantes de toda a trama.

As edições de "Onegai Twins".

Caso você tenha tido a oportunidade de assistir aos animes de Teacher e de Twins, esteja ciente de que certos acontecimentos diferenciam muito na versão mangá dos mesmos, especialmente no que pode ser citado sobre "Onegai Twins". Para alguns, fica um certo sentimento de que o final do mangá de Twins poderia ter sido usado no anime. Contudo, leve antes em consideração o fato de que estas duas obras são exemplos de mangás que foram publicados após a exibição de seus respectivos animes, diferenciando-se neste aspecto da regra normal conhecida ( cita-se: primeiro o mangá, depois a sua versão animada com ou sem mudanças ).

Cabe aqui falar da qualidade dos desenhos presentes nestes mangás. É um traço em muito similar ao que pode ser visto nos animes destas obras. E isso não é um demérito. Por mais que o visual apresentando por ambas as obras tenha sido do agrado deste blogueiro, isso não significa que você tem de ter ( por obrigatoriedade ) a mesma visão da situação ao ler estes mangás.

A linguagem utilizada é clara e sem muitos segredos. O entendimento das histórias apresentadas em Teacher e em Twins vêm rapidamente à tona. Este é um fator que faz destas obras bem interessantes de se ler, pelo fato de serem diretas em seus pontos. Há um pouco de drama, muito de comédia romântica, um tanto de ficção científica ( especialmente em Teacher neste caso ) e aquela ambientação escolar tão convidativa.

Um outro ponto, que pode até ser taxado como um demérito ( por mais que para este humilde blogueiro não seja ), é o excesso do conhecido fator ecchi, especialmente em "Onegai Twins". Em Teacher esse fator fica muito reservado às situações protagonizadas pela Mizuho e pelo Kei, mas em Twins isso é expandido, levando até o jovem Matagu consigo ( se não viu o anime, esteja à par de que ele tem uma mudança de comportamento muito grande entre Teacher e Twins ).

Objetivamente

As edições brasileiras de "Onegai Teacher" e de "Onegai Twins".

A família Onegai ( como chamada por este humilde blogueiro ) possui os seus atrativos, mas os pontos negativos também estão presentes. As capas são básicas, porém bem feitas. O paginamento de ambas as obras é o já conhecido, especialmente por parte de quem compra muitos mangás publicados no Brasil pela JBC ( o que, para este humilde blogueiro, não é taxado na totalidade como um ponto negativo ).

As histórias são simples, porém chamam a atenção aos seus modos. A busca pela compreensão de um estranha doença em Teacher, e a curiosidade em saber sobre quem é parente de quem em Twins servem como ganchos perfeitos para a leitura destas obras.

Assim sendo, os mangás "Onegai Teacher" e "Onegai Twins" podem ser obras longe da perfeição, mas atendem muito bem aos seus propósitos. Desta forma, a leitura de ambas é recomendada. É bem verdade que adquirir exemplares novos em folha é complicado, mas os sebos estão aí para auxiliar nestas horas.

Boa leitura.

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

ISML'2011: iniciou-se o colar Rubi. Previsões!?

A Misaka Mikoto não tem com o que se preocupar...

A disputa por mais um colar teve início recentemente. Desta vez, o Rubi está em jogo. E o histórico deste colar tem tudo para ser mantido, partindo do princípio básico das regras desta edição do ISML...

Isso porque, segundo a referida regra, nenhuma personagem poderá ostentar mais de um colar conquistado na Fase Regular deste ISML. Assim sendo, as participantes que já possuem um colar em seu poder estão automaticamente fora da briga pelos últimos dois colares que serão disputados estando, entre eles, o Rubi.

Assim sendo, não espere ver os seguintes nomes na rodada extra que definirá a dona do colar Rubi: Misaka Mikoto, Tachibana Kanade, Nagato Yuki, Kuroneko e Aisaka Taiga. De certa forma, todas elas se farão presentes na Fase Final ( o consagrado top'16 ) e lá sim, elas entrarão na disputa para valer...

Isso dá aquela apimentada estratégica e muito bem-vinda para a disputa deste colar. Com as cinco personagens acima citadas sem condições de conquistar o colar Rubi, cabe às demais prováveis candidatas correrem atrás desta provável primazia.

Todas as campeãs do colar Rubi.
- Fonte: site do ISML -

Prováveis candidatas? Difícil colocar nomes para favoritas em potencial, por mais que as mesmas existam. E se observar com atenção a imagem acima o que se notará é que, de cara, há duas personagens que possuem credenciais para chegar ao bi-campeonato ( por mais que não seja consecutivo ) do colar Rubi, sendo elas a Suzumiya Haruhi ( que briga para fixar-se no top'16 ) e a Katsura Hinagiku ( que tem apresentado notável melhora em sua performance no ISML'2011 ).

Obviamente, há outros nomes que merecem total atenção. Entre as ditas como tradicionais no universo do ISML, é impossível não colocar na listagem o nome da Shana ou da Akiyama Mio. Dentre as estreantes nesta competição, nomes como Eucliwood Hellscythe e Yui não podem deixar de serem destacados, sob nenhuma hipótese.

À rigor, a real "divisão de águas" começará com este colar. Quem levará o prêmio, ao final da rodada extra, é uma incógnita. Cabe apenas a certeza de que esta será uma interessante disputa.

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Apresentando o "Video Quest"!

Imagem do blog "Video Quest" ( divulgação ).

Agradar à todos é um fator cruel e muito complicado. Quem faz um blog, um site, um podcast ou um vlog pensando em atender as expectativas de todos, na plenitude, corre o sério risco de ( na menor das hipóteses ) ficar bem estressado...

A nova parceria desta humilde casa é com um blog cujo trabalho principal está baseado em um vlog, presente na grande rede mundial desde o último mês de março. A temática é a animação japonesa ( com participação especial de mangás ), onde opiniões pessoais e análises bem variadas aparecem num intervalo de quinze dias entre cada uma.

Trata-se do "Video Quest", que pode ser melhor definido como uma empreitada sadia e bem humorada sobre o universo otaku. Ele é regido pelos jovens Leonardo Kitsune e Fábio "O Urso", com a companhia ( em breve ) presente de Danilo Kaneda e de Azrael Lima.

No VQ ( como é melhor conhecido o "Video Quest" ), não existe a clara intenção de se agradar à todos. Mas existe a ideia do divertimento oriundo de análises descontraídas, onde os pontos de vista mais pessoais dos apresentadores do vlog em questão aparecem de forma direta e constante.

É bem verdade que este humilde blogueiro não gostou muito da análise feita no VQ sobre o anime "Suzumiya Haruhi no Yuuutsu" ( veja o mesmo clicando aqui ), mas se divertiu bastante com outras edições do vlog como, por exemplo, a que foi dedicada ao anime "Seikon no Qwaser" ( veja-o ao clicar aqui ).

No intuito da diversão descontraída, regada à análises que possuem humor e seriedade em suas palavras, o "Video Quest" é um blog/vlog que faz por merecer a sua visita.

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Acesse o canal do "Video Quest" no portal YouTube, clicando aqui.

domingo, 21 de agosto de 2011

Análises em Geral - parte #34: falando do mangá de "Magic Knight Rayearth"...

Mokona: "~puuu...".

Em certa oportunidade, apareceu neste humilde blog um texto que fazia uma análise simples e direta do anime "Magic Knight Rayearth"( clique aqui para acessá-lo ), que nos anos 90 foi transmitido no Brasil. Uma história de mahou shoujos, onde aquilo que se podia definir entre o "certo" e o "errado" não passava de uma tênue e delicada linha...

O grupo CLAMP mostrava para todos, com esta obra, uma de suas melhores histórias. No geral, os personagens tinham um poder de imersão incrível na obra e, além disso, o trabalho de animação foi simplesmente grandioso.

No início deste século ( mais precisamente em 2001 ), o mangá de "Magic Knight Rayearth" foi publicado oficialmente no Brasil pela Editora JBC. Este humilde blogueiro comprou todas as edições ao longo de 2003, e muitas foram as diferenças na sequência dos fatos da história que puderam ser notadas, em uma comparação direta entre as versões animada e publicada da obra em questão.

A razão desta edição do "Análises em Geral" está justamente em comentar um pouco sobre a obra publicada.

Comentando a história no mangá...

A edição número um de "Magic Knight Rayearth" no Brasil.

A história de "Magic Knight Rayearth" já é conhecida por muitos. Caso você não a conheça ( ou não se recorde da mesma ), esteja ciente que se trata de um enredo baseado na ida de jovens terráqueas para um outro mundo para lutarem contra a destruição do mesmo. Através de uma forte magia e poder de vontade Hikaru, Umi e Fuu foram transportadas para Cephiro.

Uma observação se faz necessária: provavelmente aparecerão spoilers ao longo do texto, à partir deste ponto. Amigo visitante, tenha total ciência disto ao continuar lendo esta postagem.

A responsável pela ação descrita acima foi a Princesa Esmeralda. De acordo com o regime de Zephiro, a Princesa vivia apenas para orar pela paz e estabilidade de Cephiro, onde qualquer desvio de pensamento poderia levar o mundo ao mais completo caos ( melhor conhecido como o Sistema do Pilar ). Em razão deste compromisso, nem mesmo amar era permitido à ela. Infelizmente, esta foi a razão da ruína eminente do mundo de Cephiro. E Zagard, seu fiel guardião, era o alvo de seus sentimentos que, para "piorar" tudo, também possuía as mesmas intenções para com a Princesa Esmeralda.

Sem terem a mínima noção disso tudo, as três jovens terráqueas passaram por muitas dificuldades até acordarem os Manshins ( os Gênios na versão dublada ) e, assim, poder enfrentar Zagard e com isso, supostamente, salvarem Cephiro. A dor nos corações das jovens aumentou consideravelmente ao saberem, mais à fundo, da verdade sobre o Sistema do Pilar.

Entre o anime e o mangá, a diferença crucial até aqui está no quesito morte. Assim que tiver acesso à obra publicada, pense apenas na feiticeira Alcion e na Priscila, a jovem que fez as armas de Hikaru, Umi e Fuu com o precioso mineral Escudo.

Todas as edições de "Magic Knight Rayearth".

A segunda parte de "Magic Knight Rayearth" possui drásticas diferenças entre as versões animada e publicada. Pode-se citar, sem receio de algo como perda de qualidade, o fato das personagens Nova e Devonera não existirem no mangá.

Como em pauta está a obra publicada, a segunda parte da mesma centraliza-se na verdadeira corrida protagonizada por outros três mundos, onde cada um possui suas próprias razões para invadirem Cephiro e se apoderarem do Sistema do Pilar. Mas, tal como aconteceu com as jovens terráqueas, os "invasores" também não tinham a mínima noção de como funcionava verdadeiramente o problemático sistema de Cephiro. Mas, mesmo neste sentido, há pequenas e importantes surpresas.

Caso esteja se perguntando sobre "o como" que as garotas da Terra voltaram para Cephiro, uma vez que não há um novo Pilar ( recorde-se que a Princesa Esmeralda foi morta, e que não havia ninguém para sucedê-la ), mantenha apenas o seu raciocínio na busca pelo novo Pilar de Cephiro.

Os mundos que estavam à invadir Cephiro ( Autozam, Chizeta e Fahren ) possuíam fortes líderes com um poder de vontade muito grande, ao ponto de abrirem os seus caminhos gradativamente para Cephiro, na busca de se tornar o novo Pilar. No mangá, os "caminhos" tem uma importância vital, pois se trata da Estrada do Pilar.

As capas da fase 2 da obra: as preferidas deste humilde blogueiro.

Um destes mundos ( Autozam, liderado pelo Visão de Águia ) tinha alguma vantagem estratégica, pois um habitante originário de Cephiro viveu por muito tempo no mundo tecnológico. As Princesas de Chizeta ainda tinham a ambição de aumentar o território de seu mundo natal. E a Princesa Aska de Fahren queria apenas trazer a felicidade aos habitantes de Cephiro. Se ela soubesse que a própria felicidade dela seria secundária...

E quem definiria tudo, ou seja, qual pessoa seria escolhida como o novo Pilar de Cephiro? Logicamente, ninguém mais além de um Deus, o criador de todo o universo. Mas, dentro do contexto da obra publicada em questão, o ser chamado como o criador na verdade era alguém que não tinha como suspeitar nem em um mínimo instante...

Mas, e a obra publicada em si?

As capas da fase inicial das histórias da obra.

A obra em questão é uma das mais bonitas que este humilde blogueiro já teve o prazer de ver. E isso pode ser facilmente estendido à todos os sentidos possíveis...

As diferenças que existem entre a versão animada e a publicada são muito bem-vindas. Elas exploram, no mínimo detalhe, duas formas diferentes de se dar um final digno para "Magic Knight Rayearth". É bem verdade que o final, em si, pode ser considerado como igual. Contudo, os caminhos percorridos para se chegar à ele é que formam o diferencial entre as versões desta fantástica obra do grupo CLAMP.

As capas são o portão de boas-vindas do mangás. Neste quesito o capricho impera, nas doze edições deste mangá.

O desenho e arte são deveras bonitos. Um detalhe que este humilde blogueiro apreciou muito no mangá está no traço dos olhos das personagens. Eles são quase únicos, com detalhes interessantes. Aliás, mesmo na versão animada, os olhos dos personagens ( em especial as garotas ) são de um charme simplesmente indiscutível.

As capas da fase 2 de "Magic Knight Rayearth".

Uma outra característica de grande destaque na obra está nas versões chibis das personagens, que aparecerem de forma costumeira tanto no mangá como no anime. No mangá, em especial, as versões chibis vem à tona com uma frequência ainda maior que na contraparte animada. E, para este blogueiro, estes chibis estão bem mais simpáticos no mangá. Mas neste parágrafo imperou o gosto pessoal propriamente dito, então...

Quando se fala de um mangá com temática mais voltada para o lado shoujo da história, o equilíbrio entre personagem e cenário é um ponto à ser comentado. Este blogueiro não é um grande pesquisador da área, e nem tão pouco possui um entendimento objetivo da análise proposta neste parágrafo, mas em uma visão bem pessoal fica a clara a noção do dever muito bem cumprido pelo grupo CLAMP.

Para explicar a afirmação acima, este blogueiro sustenta-se nos cenários de fundo extremamente caprichados em várias partes do mangá. É bem verdade que há muitos quadros cujo "o nada" no fundo impera mas, mesmo nestes, o capricho utilizado para as personagens compensa amigavelmente aquilo que poderia ser colocado como um ponto contra à obra publicada.

A tradução segue fielmente a nomenclatura utilizada no anime quando transmitido no Brasil. E este é um ponto muito bem visto por este humilde blogueiro onde, por mais que durante esta postagem tenha-se usado da nomenclatura original, o uso dos nomes já conhecidos ( para a obra em questão ) facilita muito a imersão na mesma, fazendo com que a experiência de leitura do mangá de "Magic Knight Rayearth" seja ainda mais prazerosa.

Objetivamente

A arte impressa na última edição do mangá: show.

Mocinhos e bandidos? A eterna luta do bem contra o mal? Não leia "Magic Knight Rayearth" esperando por algo assim. Aproveite sim, para ler uma história cujo alicerce está apontado para a busca de anseios pessoais e em definições concretas para o dito certo e errado.

Caso tenhas algum preconceito com o mahou shoujo, deixe o mesmo de lado, pois "Magic Knight Rayearth" é o convite perfeito para uma história fantástica.

Por se tratar de uma publicação já antiga ( 2001 ), provavelmente deverá encontrar edições da mesma apenas em sebos. Mas, nunca se sabe ( que tal um relançamento? ).

Se tiver a oportunidade, leia o mangá de "Magic Knight Rayearth". Obra recomendada na totalidade.

Observação: pede-se desculpas pelo estado dos mangás nas imagens, mas eles já estão com oito anos.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

ISML'2011: a tigresa de bolso rugiu alto uma vez mais...

Aisaka Taiga: tranquila, calma, bem na dela...

Esta edição do ISML está, realmente, dando asas para a imaginação. Com apenas dois colares à serem disputados para o encerramento da Fase Regular, pode-se enfatizar que oito personagens podem comemorar por antecipação as suas vagas no top'16 deste ano. Isso, obviamente, partindo do princípio que não ocorra nenhum "desvio de percurso".

Por mais que este humilde blogueiro insista na ideia de que o ISML'2011 tem mostrado que tradição não significa tudo, o colar Esmeralda fez absoluta questão de provar o contrário, e com um certo estilo.

Das sete personagens que se fizeram presentes na rodada extra pela coroa Esmeralda, apenas uma era novata ( a Eucliwood, de "Kore wa Zomie Desu ka?" ). As demais eram grandes conhecidas do público do ISML, e nomes como os da Shana, da Suzumiya Haruhi, da Akiyama Mio, da Nakano Azusa e da Katsura Hinagiku ali estavam para tentar recuperar o prestígio que, aparentemente, não era suficiente para ganhar um colar no torneio deste ano.

O resultado final do colar Esmeralda.
- Fonte: site do ISML -

Mas um sétimo nome está faltando para formar "o todo" da rodada extra. E após uma campanha invicta ao longo das sete rodadas do colar Esmeralda ( ficando atrás apenas da Misaka Mikoto ), a Aisaka Taiga sagrou-se campeã. E foi uma disputa das mais acirradas.

A conhecida tigresa de bolso de "Toradora!" voltou à rugir. E de forma imponente. Ela é uma das oito personagens que podem se considerar na Fase Final ( o top'16 ) deste ISML. Como o Ryuuji terá reagido à tal conquista da Taiga!?

De um modo geral, foi uma disputa com interessantes duelos, sendo destaque o embate ocorrido justamente na sétima rodada do colar Esmeralda. Nele, a Misaka Mikoto relembrou um dos grandes clássicos da história do ISML e derrotou a Shana por uma diferença que faz jus à terminação de clássico em seu maior esplendor ( 3646-3612 ).

Todas as campeãs do colar Esmeralda.
- Fonte: site do ISML -

É óbvio que ficou um ar de frustração para este humilde blogueiro, uma vez que a Shana ficou novamente pelo caminho. Talvez seja no próximo colar à ser disputado, o Rubi, que a Flame Haze demonstre o seu real poder. Mas, ao mesmo tempo, há outras personagens à espreita de levar um colar para as suas casa, e haverão apenas mais dois à serem disputados.

No mais, a Laura Bodewig continua na lanterna na classificação da Fase Regular. Contudo, vários são os nomes que começaram a aparecer em uma certa área destacada da classificação geral...

Tal área apresenta treze personagens com certo destaque na cor vermelha. Em outras edições, esta região da classificação geral era destinada às participantes que não poderiam entrar na disputa do ano seguinte, à não ser que fossem nomeadas em quantidade suficiente para entrar nas Preliminares.

Se ocorrer a mesma coisa este ano, então a Fate Testarossa estará muito próxima do limbo...

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sábado, 13 de agosto de 2011

Em "Ai Yori Aoshi" tem: romance, comédia e um pouco mais...

"Ai Yori Aoshi".

Animes românticos costumam ser possuidores de uma carga emocional bem elevada. À rigor, o sentimento desenfreado superaquece as mentes dos personagens envolvidos, que acabam envoltos pelo amor, que varia do mais puro ao mais inconsequente...

Mas algumas regras podem ser facilmente quebradas. Animes românticos não precisam ser melodramáticos em sua totalidade. Também não precisam exagerar no drama vivido por seus personagens. Podem, inclusive, contar com pitadas honrosas e certeiras de humor para estabilizar o ambiente. E, quem sabe, até ganhar um sentido mais harém para a questão...

É provável que você, amigo visitante, possa estar pensando em animes como "Love Hina", "Tenchi Muyo!", "Onegai Teacher" e tantos outros. Mas, na verdade, o título do qual será tratado inicia-se como um romance, passa por todos os gêneros citados no parágrafo acima, e encerra de uma forma bem satisfatória.

Esteja convidado, à partir deste momento, à conhecer um pouco sobre o anime "Ai Yori Aoshi".

Um simpático casal e...

Sakuraba Aoi: educada, prendada, meiga e fiel...

A obra animada "Ai Yori Aoshi" foi exibida em 2002. Houve uma continuação em 2003, chamada "Ai Yori Aoshi: Enishi". Saber destes pontos é um ponto crucial para a continuidade com a leitura deste texto...

Este título possui o romance como temática central. E mostra isso em seu início com certo entusiasmo, e um golpe de sorte na vida do casal de protagonistas que, certamente, não ocorre com facilidade na vida real...

A jovem Sakuraba Aoi é a filha única e herdeira direta do clã Sakuraba, que possui um grande poder econômico. Desde muito pequena, Aoi foi educada para um compromisso futuro que, na visão de seu pai e da outra parte interessada, manteria o poder de ambas as famílias. A educação da Aoi é mais do que um ponto forte, estando somado com a sua beleza e com toda a sua gentileza para formar um conjunto mais do que perfeito...

Na outra extremidade do compromisso futuro está o jovem Hanabishi Kaoru, pertencente ao clã Hanabishi. Infelizmente para ele, a infância foi um período à ser esquecido, pois amor é algo que ele não recebeu de seu avô. O rapaz é alguém muito quieto e retraído em função disto. A fuga da casa dos Hanabishi lhe concedeu uma liberdade, mas não a felicidade...

Na universidade ocorrem muitos eventos no anime.

Contudo, o compromisso era pelo Kaoru conhecido. E as únicas lembranças felizes que ele tem de sua infância são aquelas nas quais a Aoi está brincando ao seu lado. Os dois se entendiam muito bem e um certo sentimento floria, desde tão inocente época, entre os dois pequenos amigos.

O tempo passou. Com a fuga do Kaoru o compromisso foi desfeito, mas não na mente da Aoi, que queria seguir em frente à qualquer custo. Isso fez com que a Kagurazaki Miyabi, tutora da pequena Sakuraba, nutrisse um ódio cada vez maior pelo Kaoru.

O sentimento da Aoi pelo Kaoru era tão forte que ela foi atrás dele, mesmo depois de tanto tempo. Por mais que no início tudo tenha sido um feliz capricho do destino ( regado à um pequeno desentendimento ), os dois começaram a realçar, pouco à pouco, aquele sentimento tão quente e vibrante que é o amor.

Um prosseguimento saudável...

Mayu, Kaoru e Tina ( esquerda para a direita ): uma disputa saudável?

Levando em consideração o descrito nos parágrafos anteriores, dá-se a impressão de que "Ai Yori Aoshi" não passa de um anime meloso e cheio de cerimônias para tudo. Felizmente, o que se nota com o passar dos episódios é algo totalmente diferente, que certamente tem o poder de prender a atenção, sem fazer muito esforço para tanto.

O anime tem o romance como alicerce, mas não se prende à ele. Graças à um conjunto de personagens interessantes, o título se engrandece. Há momentos variados para se dar risadas, para se comover e para se enfurecer. Tais momentos são pertinentes à variados gêneros de animes, como a comédia romântica.

Uma prova disso está na reação que a Miyabi tem, após ver a forma como ela encontra a Aoi junto do Kaoru. Depois disto ( e com tudo "aparentemente esclarecido" ), os três passam a viver em uma bela casa ( que pode ser melhor definida como um casarão ), onde o Kaoru tem algumas restrições de locomoção na mesma. E esta casa se torna o centro das atenções, pois com o tempo passa a ganhar mais hóspedes...

Momento interessante do Kaoru e da Taeko: comédia romântica, ecchi leve
e algumas risadas, quebrando o gelo para a melhor.


O Kaoru é um universitário. E na instituição de ensino ele tem poucos amigos, pelas razões que já são conhecidas. Dentre as suas poucas amizades destaca-se a Tina Foster, que é norte-americana. Possuidora de um sotaque que pode não agradar à todos os ouvidos, a Tina é extremamente brincalhona e, além disso, adora animais e uma boa bebida.

Mais tarde faz-se apresentar a Minazuki Taeko. Se a Aoi é um exemplo perfeito de esposa, a Taeko é o contrário: ela é desajeitada, não tem muita confiança em si, e a maioria das coisas que faz acaba dando errado em algum ponto. Mas é uma boa moça, educada e prestativa.

Uma jovem de nome Miyuki Mayu chama a atenção: moça rica e esnobe que, por não ter a atenção de seus pais ( em virtude do trabalho dos mesmos ), acha que tudo pode. Mas o Kaoru, em um evento de sua infância, fez despertar na moça um sentimento humano. Desnecessário enfatizar que ela e a Tina não se entendem em quase nada...

Além disso, uma garotinha chamada Minazuki Chika também tem importante papel. Trata-se de uma jovem muito esperta e cheia de vida que tenta, de várias formas, fazer com que a Taeko se aproxime do Kaoru. Mas graças à alguns momentos inesperados a pequenina acaba...

Aoi, sempre quieta. Mas também observadora...

Basta ter em mente que, de alguma forma, todas as personagens citadas nos parágrafos acima passam a ter uma afeição muito forte pelo jovem Kaoru ( o harém ganhando forma e consciência ). Situações inusitadas, falas inapropriadas e eventos interessantes marcam presença no anime, sempre de forma paralela ao romance entre o casal de protagonistas.

Mesmo a Miyabi, aos poucos, nota que o rapaz não é um "monstro". Entretanto, o Kaoru e a Aoi não deixam à vista dos outros o que eles sentem. Desta forma, as outras garotas passam a mostrar o que pensam e sentem pelo Kaoru ( mesmo na frente da jovem Sakuraba ) sem saber o que se passa entre o simpático casal, e nisso não há maldade: talvez possa ser definido como um mal-entendido casual...

É justamente neste enfoque que o anime tem o seu prosseguimento. As discussões intermináveis da Tina com a Mayu, as trapalhadas da Taeko, e mesmo a delicadeza da Aoi convergem para o mesmo ponto em comum. O fator ecchi aparece no anime, em diversos momentos. Mas não é nada que atrapalhe, muito pelo contrário: auxilia não apenas na diversão, como visa demonstrar até aonde vai a confiança da Aoi e a sensatez do Kaoru.

Famílias? Tradição? Poder? E o amor?

Sakuraba Aoi e Hanabishi Kaoru: buscando a felicidade...

O anime mostra o poder de grandes famílias. Um casamento arranjado quando os filhos ainda são pequenos, o conhecido compromisso. Normalmente, isso deve acarretar em um enlace nada amigável, visando unicamente o bem-estar financeiro de ambas as famílias ou, em alguns casos, a salvação de um dos clãs.

É bem verdade que o anime tem um início simpático e surreal, com um encontro arranjado ( literalmente ) pelo destino. Mas os eventos que se seguem podem trazer à tona um fator importante: o amor verdadeiro ainda existe!? Não se trata de uma questão de honra ou de uma crítica social compulsiva, mas às vezes dá-se a impressão do anime querer transmitir tal mensagem.

A Aoi sempre teve um carinho especial pelo Kaoru. Este, por sua vez, sentia-se vazio quando a moça o reencontrou e, talvez, o rapaz não pudesse retribuir tal carinho. Mas, pouco à pouco, o jovem Hanabishi foi dando uma chance ao seu coração e, principalmente, para a Aoi ( que é o símbolo do verdadeiro sentimento ).

Um momento tenso? O sentimento em xeque?

O que deveria ser um mero casamento arranjado transformou-se no mais puro sentimento. Tudo ao redor passa a conspirar contra o destino, que inicialmente tinha propósitos materiais.

É muito provável que, mesmo nos momentos de humor e de descontração no anime ( que, para um título de romance, aparecem em larga escala neste título ), exista algum tipo de prova do amor: notar até aonde vai a quietude da Aoi e a responsabilidade do Kaoru.

Com tudo isso, será bem normal o sentimento que se cria quando deparar-se com um protagonista do naipe do Kaoru. Por mais que ele não seja uma má pessoa, e que tenha definido à quem prosseguir com seus sentimentos, o fato dele não dar um corte nas "demais pretendentes" poderá fazer com que o mesmo venha à ser odiado por você. Mas tal afirmativa está ligada a uma questão de análise própria dos fatos, então a variação é enorme...

Pode-se finalizar ressaltando que, graças a tudo que foi aqui descrito, é que "Ai Yori Aoshi" pode ser considerado um romance diferente: apostou em vários elementos, os juntou harmoniosamente, e o resultado final foi quase perfeito.

Objetivamente

O grupo reunido.

Como já foi mencionado anteriormente, "Ai Yori Aoshi" é um anime que pode ser classificado como antigo ( 2002 ). Mas a sua história pode ser considerada atual. Trata-se de um anime que faz um convite inicial que aparenta uma coisa mas que, na verdade, se expande no próprio ideal e proporciona um experiência muito agradável ao assisti-lo.

Visualmente, o anime não decepciona. Apesar dos traços que aparentam certa simplicidade, as cores são vivas ( uma bela paleta delas ). Fatores como a movimentação dos personagens e uso dos cenários entram como pontos positivos para a obra animada. Na parte acústica o anime faz bonito, principalmente no que diz respeito aos temas de abertura e de encerramento.

Realmente, "Ai Yori Aoshi" pode ser considerado um romance que abandonou a lógica tradicional do gênero. Da mesma forma, defini-lo como uma comédia romântica agradável ou como um harém bem saudável não é errado, muito pelo contrário. E há o fator drama, certeiro na medida e bem-vindo no momento certo.

Por tudo isso, se tiveres a oportunidade, não deixe de assistir ao anime "Ai Yori Aoshi". Ele é recomendado na totalidade!

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Acesse o site do anime "Ai Yori Aoshi", clicando aqui.

sábado, 6 de agosto de 2011

Especial: momentos em revistas...

Um seleto grupo, do entretenimento ao informativo.

Este humilde blogueiro já declarou, em oportunidades passadas, que tem grande apreço pela animação e cultura japonesa, de longa data. Atualmente, o acesso às informações é mais amplo e vasto. A internet é um grande e forte braço para a questão, mas não é o único meio de se obter conhecimento na área...

Revistas e informativos ainda podem ser encontrados nos grandes centros para a obtenção de informação. Além disso, a televisão desponta em dadas oportunidades com as mais diferentes temáticas sobre a cultura japonesa.

Mas centrar-se apenas e unicamente na informação não é o suficiente. Que tal expandir a abordagem para o entretenimento? Até pode ser que, atualmente, não hajam muitas opções de divertimento na forma impressa mas, no final dos anos 90 e início deste século, o cenário era outro...

Uma postagem com muito saudosismo mas pouca objetividade contextual. Esteja convidado, amigo visitante, a conhecer um pouco de como se deu a obtenção de informação e de entretenimento, durante tanto tempo, para este humilde blogueiro...

Revistas e mais revistas...

Edições da revista Animax ( divulgação ).

Eram vários os animes que este blogueiro assistia pela televisão durante os anos 90. Mais especificamente, de 1994 à 1999. Problemas referentes a retransmissoras de algumas redes televisivas nacionais fez com que, em diferentes regiões do País, alguns fãs ficassem sem poder assistir os animes que queriam. Infelizmente, Curitiba não foi exceção à regra...

As revistas sobre animes ganharam um importante papel. Eram as mais diversas. Algumas abrangiam apenas a temática da animação japonesa, enquanto outras procuravam englobar animes e heróis norte-americanos em uma mesma publicação. Muitos nomes vem à mente que valem ser citados desta época, como: Herói, Japan Fury, Animax, Anime Do, entre outras. Já no período pós ano 2000 faziam parte deste grupo nomes como Henshin, Anime EX, Anime Mix, Neo Tokyo, entre outras.

No campo dos games, que era o passatempo preferido deste blogueiro em tão distante época, a revista Gamers foi a centralização de tudo. Havia uma grande rivalidade de publicações deste gênero na época mas, por alguma razão, a Gamers era a revista mais adquirida por este blogueiro. Mas nem por isso a SGP, por exemplo, deixou de ser comprada em dadas ocasiões...

Edições da revista Henshin ( divulgação ).

Para este blogueiro, houveram destaques. E tudo teve início com as compras mais descompromissadas possíveis. Era a conhecida correria atrás de alguma informação sobre anime tal, sobre como comprar mangá japonês no Brasil, sobre transmissão na televisão, entre tantas outras coisas.

As publicações ganharam, à partir de tudo o que foi aqui descrito ( e mais que, por sinal, não se faça aqui presente ), uma importância ainda maior. Em 1995 falar de "Cavaleiros do Zodíaco" ( "Saint Seiya", no original ) era certeza de sucesso, no ápice da TV Manchete transmitindo o final da Batalha das Doze Casas. Em meados de 1996, matérias sobre "Sailor Moon" e "Shurato" chamavam a atenção, sempre com as aventuras de Seiya e companhia à frente. Títulos como "Magic Knight Rayearth" e a explosão chamada "Dragon Ball", um pouco mais tarde, confirmaram qual era a formula do sucesso.

Em 1997 à 1999 foi a vez de "Yu Yu Hakushô", "Pokémon", "Rurouni Kenshin" ( "Samurai X" por aqui ), "Digimon" e "Dragon Ball Z". À partir de 2000 apartaram títulos como "Tenchi Muyo!", "Jibaku-kun" ( conhecido aqui como "Bucky" ), "Card Captor Sakura", "Sailor Moon R", "Popolocrois", entre outros. E as revistas deliciavam-se em falar destes títulos e de novidades à cerca da época...

De RPG's à Street Fighter Zero e Megaman ( divulgação ).

Este humilde blogueiro comprou muitas revistas na citada época. Deliciava-se ao folheá-las pacientemente. Ficava preso à leitura de todas elas, por mais que em alguns momentos viesse à cabeça o sentimento de que havia algo minimamente contraditório. Algumas matérias presentes nestas revistas não saem da cabeça e, sempre que possível, elas são lidas novamente.

Além das publicações sobre animes e jogos, haviam também aquelas que tinham o propósito do entretenimento em outras ramificações. O RPG de papel, como este blogueiro gostava de chamar, era chamativo. Contudo, nunca foi praticado com o afinco necessário. Com regras simples e duração indefinida, estes RPG's ( quando realmente jogados ) garantiram um bom tempo de diversão.

Mas este blogueiro se recorda com carinho daquelas edições nacionais de Street Fighter Zero e de Megaman. O primeiro estava mais baseado na história real do jogo, que era uma febre na época e que carregava a grande responsabilidade de concorrer com outros títulos de respeito da época ( em 1998 havia sido lançado o jogo "Street Fighter Zero 3", consolidando o poder da franquia ), como a série "The King of Fighters" da SNK e o recém-lançado "Marvel vs Capcom".

Por sua vez, as aventuras do Megaman ( você pode discordar sobre o robô azul ser o mascote ou não da Capcom ), retratadas com uma outra visão e em uma ambientalização brasileira, eram muito divertidas. Os desenhos diferentes em muitas edições chamavam positivamente a atenção ( na visão deste humilde blogueiro ).

Carta publicada? Então...

As edições da Gamers e da Henshin ( divulgação ).

Partindo do princípio do "todo" que já foi aqui citado, pode-se entrar em uma outra questão de relevância: a eterna seção de cartas. Basicamente, todas as publicações possuíam ( e possuem, dadas as diferenças ) uma seção específica para ter um contato mais aproximado ( dentro das possibilidades ) com os seus leitores.

Escrever uma carta para as revistas nas quais mais se identificava, ou "escrever apenas por escrever" ( mas em ambos com aquela esperança de vê-las publicadas nas revistas destinadas ) era o o chamado ponto alto da questão. Para alguns isso era motivo de se vangloriar, para outros algo inesperado mas bem-vindo e, para um outro tanto, uma obra do acaso ( especialmente no caso das cartas recheadas de críticas ).

O humilde blogueiro que digita este texto escreveu para duas revistas em tal época. Por mais que não havia aquele negócio do espírito da publicação, o sentimento de apenas tê-las escrito era de puro alívio e satisfação. Mas há fatos e fatos...

As cartas publicadas: na Gamers ( à direita ) e na Henshin ( à esquerda ).

E as cartas que este humilde blogueiro escreveu foram publicadas. Uma para a Gamers, a revista sobre jogos que era a preferida na ocasião ( e assim foi por muito tempo, no antes e no depois da publicação ), e a outra para a Henshin que foi a publicação sobre animação e cultura japonesa preferida no período pós-Animax. Os anos eram, respectivamente, 2000 e 2001.

No caso em específico da Gamers, uma gafe foi cometida por este blogueiro, cuja resposta foi recebida no mais puro bom humor ( no caso, sobre o próprio nome ). Quanto às perguntas pode-se salientar que, se existisse uma máquina do tempo, a chance deste blogueiro socar a sua personalidade da época em uma "visita casual" seria ( e ainda é ) enorme. Foram feitas tantas perguntas em uma mesma carta, que o final da resposta por parte da Gamers não podia ter sido mais apropriada, e se faz citá-la: "Bem, seu questionário está respondido. Qual é o nosso prêmio?".

No que diz respeito à Henshin, a carta foi bem humilde e normal. À época o anime preferido era "Tenchi Muyo!" e a pergunta feita foi sobre o responsável pela série. Além disso, foi aproveitada a oportunidade para perguntar sobre como fazer para participar sobre determinada seção da revista.

Fazendo o devido balanço da questão, se fosse para escrever uma carta hoje para a Gamers ( partindo dos mesmos princípios da época ), ela seria bem diferente ( em termos de questionamentos e direcionamento na mesma ). No caso da Henshin, talvez uma pergunta mais bem formulada fizesse a diferença ( muito embora este blogueiro se arrependa de nunca ter mandado um texto para a seção Matéria do Leitor da citada publicação ).

Objetivamente

O resumo de tudo...

Como já foi citado, este humilde blogueiro comprou muitas revistas na época. Mas hoje em dia apenas algumas edições fazem parte da coleção. A melhor definição para isso pode estar na questão das matérias presentes nelas ou, então, por alguma nota ( notícia ou informação ) de grande importância.

Ainda sobre as cartas: na época o fato de vê-las tendo sido publicadas foi motivo de satisfação. Deve-se ficar claro que, a brincadeira feita com o nome deste humilde blogueiro por parte de uma das publicações, só aconteceu por razão da brecha dada pelo remetente da correspondência ( ou seja, este blogueiro ). Mas foi divertido, ao seu modo.

Lembrar destas coisas faz com que o saudosismo venha à tona, de forma avassaladora. Talvez para você, que leu esta postagem até aqui, a mesma não tenha agregado em absolutamente em nada, da mesma forma que pode ter apresentado coisas que talvez você desconhecesse e tenha achado interessante.

De um modo geral foi um desabafo divertido e, dadas as intenções iniciais que haviam por detrás desta postagem, o resultado final acabou sendo melhor do que o esperado.

E você? Também comprava ( ou compra ) muitas publicações? Tem a sua coleção? O que pensa sobre isso tudo!?

Até a próxima.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ISML'2011: a Katsura Hinagiku está revivendo suas chamas da vitória...

A Katsura Hinagiku na frente...

Não é de hoje que este humilde blogueiro ressalta o como está se desenrolando o ISML'2011, torneio este que na presente edição não está dando muitas chances para as personagens conhecidas como as mais tradicionais do mesmo.

Mas as duas primeiras rodadas do colar em disputa, o Esmeralda, tem tentado mostrar o contrário. Com um total de vinte e uma personagens que só venceram neste início, um nome em especial está no topo com estilo.

Momentaneamente, o topo pertence à Katsura Hinagiku, uma das reais cabeças pensantes presentes no anime "Hayate no Gotoku!". Ela, que faz parte do conselho estudantil de onde estuda, possui uma interessante personalidade. O seu comportamento faz com que a Hinagiku possua um fandom respeitável.

A Hinagiku derrotou na estreia do colar Esmeralda a Sakagami Tomoyo, que é hoje a mais forte esperança do anime "Clannad" em ter uma representante no top'16. Na rodada seguinte passou sem grandes dificuldades pela Hirasawa Ui de "K-ON!". Agora, a Hinagiku tem pela frente a Imasawa Asami de "Angel Beats!".

É bem verdade que a Hinagiku não é a única personagem do bloco das tradicionais do ISML que iniciou bem a atual disputa. Contudo, a sua liderança pode sugerir um sinal. Amigo visitante, esteja certo de que as próximas rodadas poderão deduzir muita coisa sobre a força desta representante de "Hayate no Gotoku!".

O top'30 do colar Esmeralda, após as duas primeiras rodadas.
- Fonte: site do ISML -

Na imagem acima pode ser observado como está o top'30 do colar Esmeralda. As vinte e uma invictas desta disputa possuem importante vantagem na briga pelo presente colar. Não há uma favorita em especial. Apenas se possível ressaltar que muito haverá de acontecer, até que apareça a vitoriosa do colar Esmeralda neste ISML.

Contudo, no grupo de tais personagens invictas há uma que merece menção. Trata-se da Shirai Kuroko, de "To Aru Majutsu no Index". A citada personagem está correndo atrás da Misaka Mikoto, sempre que possível, durante o anime. Esta afirmativa, entretanto, não pode ser levada para a disputa do ISML, dada a diferença de campanha que ambas fazem. Basta citar que a Mikoto é a atual líder na classificação geral deste ISML ( com noventa pontos, ao lado da Tachibana Kanade ), e que a Kuroko está na 38ª colocação ( com vinte e quatro pontos conquistados ).

E o ISML gosta de surpreender quando menos se espera...

[ made in NETOIN! ]

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Acesse o site do International Saimoe League, clicando aqui.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O "NETOIN!" presente na 9ª edição do "CAST! Mangá": tema "Ação Magazine" edição nº1...

Sinta-se na pele do Wataru você também...

Este humilde blogueiro já participou de vários podcasts neste ano. De um modo geral tem sido um experiência muito válida, que vem apresentando uma melhora contínua. E esta subida de nível, que tem ocorrido pouco à pouco, é bem notória no último podcast gravado...

Graças à um convite do jovem "Kirino", este humilde blogueiro participou de uma edição do "CAST! Mangá". Em pauta estava a primeira edição da "Ação Magazine", recentemente comentada nesta humilde casa ( clique aqui para ver a postagem ).

Este "CAST! Mangá" seguiu sob a tutela do "Kirino" e contou com dois convidados: o humilde blogueiro que digita este texto e o "Dih", responsável pelo blog parceiro "Chuva de Nanquim". Em outras palavras, o podcast em questão seguiu uma linha de conversação muito agradável, e que com certeza deverá ser de seu agrado, amigo visitante.

Foram feitos comentários sobre as três histórias contidas na primeira edição da "Ação Magazine" ( "Madenka", "Jairo" e "Tunado" ). Houveram questionamentos interessantes quanto aos traços apresentados nestas histórias e, de igual modo, também tomaram parte da pauta tópicos como os enredos, os personagens e prosseguimento das mesmas.

Além disso, o editorial, as matérias extras, a lombada da revista e o índice também receberam comentários. Vale lembrar que o intuito foi de analisar e citar os pontos positivos da publicação e também os pontos nos quais a "Ação Magazine" precisa melhorar. Trata-se de uma obra nacional que merece divulgação.

Está curioso, amigo visitante? Em caso afirmativo, basta clicar aqui para acessar o "CAST! Mangá" e escutar um pouco mais de noventa minutos sobre a "Ação Magazine".

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Apresentando um novo parceiro: conheça o "CAST! Mangá"!

Imagem do blog "CAST! Mangá" ( divulgação ).

A blogosfera sobre animação e/ou cultura japonesa no Brasil tem crescido consideravelmente nos últimos meses. Vários blogs e sites de grande interesse tem surgindo, ampliando o leque de opções para os internautas brasileiros buscarem informações sobre animes e mangás.

O novo parceiro desta casa segue a linha de raciocínio apresentada acima. Trata-se de um blog que procura inovar ao seu próprio modo, pois a base do mesmo encontra-se nos áudio posts ou, se melhor preferir mencioná-los, podcasts.

Esta é a introdução para apresentar para você o "CAST! Mangá", o mais novo parceiro do "NETOIN!". Seguindo sob a tutela do jovem "Kiri", o blog parceiro brinda quem o visita com um seleto grupo de podcasts.

Os podcasts são muito representativos no mais novo parceiro desta casa. Contando com um total de nove edições ( até o momento ), o "CAST! Mangá" abrange a temática mangá como um todo, trabalhando em tópicos que abordam desde o mercado de mangás no Brasil, passando pela "Saga Weelky Shonen: Jump" e até auxiliando à muitos sobre a definição de mangá.

Trata-se de um blog em franco crescimento e que faz por merecer a sua visita.

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