[N! 7 Anos] Quando a Kimono Vermelho dá a sua opinião! ~ Netoin!

sábado, 21 de dezembro de 2013

[N! 7 Anos] Quando a Kimono Vermelho dá a sua opinião!

A chamada oficial.

A data se aproxima, e com ela o coração pulsa saudavelmente com franca e absoluta emoção. Sim, pois são sete anos da mais plena dedicação e carinho que se aproximam de sua comemoração e, em razão disto, nada soa mais justo e digno do que convidar pessoas especiais para tomar parte desta grande festa.

Aliás, festividades que começaram com um texto caprichado sobre Kyousougiga (feito pela jovem Mary Vanucchi) e com a chamada sobre o medo que existe dentro de cada um (trabalho da digníssima Roberta Caroline). Contudo, faltava ainda a terceira cereja do bolo, e a mesma provém de uma pessoa que ganhou o respeito e admiração deste blogueiro pela sua sinceridade em cada palavra.

Amigo visitante, neste momento você passará a ter como companhia a ilustre Red Kim, que produz contos em um de seus blogs e dá o tom de suas opiniões sobre animes e mangás em outro blog. A missão dela aqui pode parecer simples em um primeiro momento, mas na verdade é bem presencial e importante, pois ela lhe transmitirá a chamada opinião pessoal sobre aquilo que gosta e que desgosta na cultura pop japonesa, no que tange aos animes e mangás.

Sinta-se convidado, à partir de agora, para acompanhar este post que encerra o especial do sétimo aniversário do NETOIN!, com textos de ilustres convidados. Nobre visitante, tenha uma boa leitura.


"O que gosto e o que não gosto nos animes e mangás..."
~ os "maus" gostos de uma dama de kimono ~
por: Red Kim
- dos blogs: literário Kimono Vermelho e parceiro Kimono Amarelo -

Momento das apresentações.

E aí, beleza?
Tudo preparado para a comemoração dos sete anos do NETOIN!? Sei que não é muito, mas estou trazendo as balinhas de coco e a água tônica, caso alguém coma doce demais...

Para quem acha que eu sou tipo Vinland Saga (Makoto Yukimura) vindo pela Panini em 2014, vou me apresentar. Oi, sou a Kimono Vermelho, tudo bem? Também sou conhecida como Red Kim. Tenho dois blogs, o Kimono Vermelho que fala sobre cotidiano, vida de escritor e contos, e o Kimono Amarelo que tem posts sobre mangás e animes. Acho que já está bom, né?

Eu assisto animes desde muito pequena, ainda na época da finada Rede Manchete que passava os terríveis Cavaleiros do Zodíaco (Masami Kurumada), o incrível Yu Yu Hakusho (Yoshihiro Togashi), a fantástica Sailor Moon (Naoko Takeuchi) e vários outros títulos. Apesar de ser bem menininha, adorar rosa e, claro, amar a Sailor Moon, eu ficava vidrada com Yu Yu Hakusho. Primeiro por causa do Kurama (até hoje morro pela voz do dublador brasileiro dele) e segundo pelas lutas intrigantes. Mangá eu só comecei a colecionar em 2001/2002 com Card Captor Sakura (CLAMP), publicado pela JBC com seus R$ 2,50 (dois Reais e cinquenta centavos) em formato meio-tanko.

Eu sempre fui uma criança chata e exigente, então lembro de desistir de Cavaleiros do Zodíaco por ter episódios cansativos demais e uma personagem feminina inútil (Athena, querida, morra!). Com o passar dos anos fiquei muito pior.

O que eu acho mais encantador nessas histórias japonesas é a abordagem. Quando me vi cansada do que contavam os livros de escritores estrangeiros e suas tramas que seguiam sempre a mesma linha, mergulhei novamente nos animes e mangás redescobrindo aquele mundo fantástico e sua vasta mitologia.

O lado doce da Kimono...

Aquilo que a Red Kim gosta nos animes e mangás...

Eu sou apaixonada pela mitologia japonesa, apesar de não ter tido contato direto com as lendas, mesmo sendo neta de japoneses. A comida, o idioma e os costumes são o que normalmente prevaleciam. O que me fascina é o respeito e a admiração que o próprio povo tem por esse lado místico, passando de geração em geração as lendas sobre Kappas, Kitsunes, Yuki Onnas e vários outros tipos de criaturas fantasmagóricas.

Eu gosto de dizer que o Japão é a terra da macumba, pois são tão cheios de superstições, simpatias, rezas e cerimônias que fica impossível dar um nome mais abrangente e simples. O desconhecido é muito mais fascinante e perigoso por lá.

O que menos falta é anime ou mangá com a vasta cultura mística do país oriental. Uma das grandes obras do gênero é o inesquecível e adorável GeGeGe no Kitarou de Shigeru Mizuki, que nos apresenta um menino sobrenatural adorável que carrega o pai no buraco do seu olho esquerdo e busca ajudar os humanos resolvendo seus problemas com os youkais. O mangá foi uma aposta arriscada e ousada de Mizuki em uma época em que as histórias em quadrinhos japonesas estavam mais americanizadas, sufocando sua própria identidade.

Boa parte dos meus animes favoritos tem mitologia japonesa no meio ou fantasia, como é o caso de Magi: The Labyrinth of Magic (Shinobu Ohtaka) e os filmes de Hayao Miyazaki (Meu Vizinho Totoro, A Viagem de Chihiro e O Castelo Animado) que dividem espaço com os já citados Yu Yu Hakusho e GeGeGe no Kitarou, além de Nurarihyon no Mago (Hiroshi Shiibashi), XxXHolic (CLAMP) e Natsume Yuujinchou (Yuki Midorikawa).

Os japoneses têm outra visão do mundo e isso é facilmente observado em suas obras. As entrelinhas deles são tão sutis que você pode acabar supondo mais do que realmente está ali. É tão tênue, tão esfumaçado, que muitas vezes você não consegue “pegar”. O oriente não corre atrás para explicar cada "pingo no i", ele deixa a interpretação a cargo de quem está consumindo aquele material.

Eu gosto das boas histórias complexas, do tipo que não se embola no meio ou se torna cansativo. O que dizer então das lutas e suas coreografias belíssimas com movimentos graciosos e precisos? Personagens interessantes me chamam a atenção, seja por uma cena marcante ou por sua personalidade peculiar. Nem sempre ele é considerado o bam-bam-bam pela maioria. Confesso que adoro os vilões e os heróis, ainda que fique mais curiosa com certos coadjuvantes.

O lado amargo da Kimono...

O prelúdio da sinceridade está nesta feição visual...

Mas assim como tudo na vida, também há coisas insuportáveis nos animes e nos mangás, principalmente quando falamos de seres humanos doentes. E acredite, pois boa parte deve viver no Japão.

Ainda debaixo de iluminação, posso dizer que me incomoda muito o uso do fanservice nas histórias, principalmente se ele é única e exclusivamente para a punheta alheia. É diferente de Kill La Kill (Trigger) que até abusa no uso do fanservice, mas apresenta um background muito mais profundo com personagens bem construídos.

Ainda me irrito com histórias bobas (boa parte dos shoujos) ou repetitivas (boa parte dos shounens). Apelação/over power, história fraca e personagens mais rasos que piscina de plástico de criança têm parte da minha repugnância.

Não suporto personagens femininas fracas, por exemplo, a não ser que no decorrer da história elas tenham de fato um crescimento real e não um “ainn matei um bicho que nenhum menino conseguiu, agora sou especial”, abraços para a inútil da Lenalee (D.Gray-man de Katsura Hoshino). Também não gosto se a garota nas histórias é frágil demais, fresca ou inútil. Esse tipo de personagem para mim deveria morrer logo ou esquentar para sempre o banco de reservas.

Até pouco tempo eu não gostava de animes de esportes, porque simplesmente não é a minha praia. Não, eu não odeio, eu só não gosto. O único que conseguiu lugar cativo no meu coração foi Yowamushi Pedal (Toho Company) por ser leve e não encher o nosso cérebro com uma porrada de informações técnicas e cansativas como se aquilo fosse a oitava maravilha do universo.

Agora vamos para longe da luz, conhecer o lado obscuro dos animes e mangás...
Conteúdo para pessoas doentes é o que menos falta nesse mundo, ainda mais se falarmos do lado sombrio e criativo de alguns japoneses. Esse negócio de loli e moe, do uso de crianças ou meninas que aparentem ser mais novas do que realmente são, me preocupa.

Atualmente basta ligar a televisão ou acessar um portal de notícias para saber de mais algum caso de estupro de menores. A sexualização desnecessária com esses pequenos seres que muitas vezes nem sabem o que é de fato sexo, preocupa muito e choca. Sexo com criança é crime e a pessoa que deseja ou faz, na minha opinião, deveria ser torturado e morto da forma mais violenta possível. O problema desse conteúdo é que ele aumenta a libido de gente doente que a qualquer momento pode pular do 2D para crianças de verdade. E o que dizer dos animes e mangás com estupro, mesmo que “consentido”? Mulheres sendo penetradas por tentáculos ou irmãos mais velhos fazendo sexo com suas irmãs mais novas. É baixo demais.

Posso soar muito conservadora, mas se não existe limite as pessoas fazem o que bem entendem para atingir seus desejos degradantes.

Festa em grande estilo...

Magi, uma obra muito bem vista pela Red Kim.

Melhor encerrar o texto com algo mais agradável, certo?

Caramba, Carlírio, como assim sete anos de blog, cara? Imagino os apertos que você já deve ter passado para conseguir prosseguir com ele. Parabéns! Aliás, parabéns não só pelo trabalho, mas pela coragem de não ter desistido mesmo nos momentos mais inglórios. Desejo de coração que o NETOIN! viva por mais sete, oito, nove, muitos anos além! E que você prospere em todos os seus projetos hoje e sempre!

Obrigada por me convidar para este guest post de aniversário, fiquei muito feliz e me sinto honrada de poder participar das festividades!

Marshmallows para o mascote Netotin.

Ah, eu trouxe um pacote de marshmellows para o pequeno notável, o nosso amado onigiri falante com rabo de raposa: Netotin! Não coma muito ou vai ter dor de barriga, viu?

*Por: Kimono Vermelho, aquela tia muito louca que não rouba docinho da mesa.

A Red Kim é conhecida por manifestar suas opiniões
de forma clara e aberta. Por isto o convite à ela foi feito,
e minha humilde pessoa agradece em demasiado 
pelo mesmo ter sido por ela aceito.

Assim termina a série de três guests posts especiais,
visando as comemorações pelos sete anos do NETOIN!.
Amanhã, 22 de dezembro, será o grande dia
e você já está convidado à participar das festividades!

Até a próxima, visitante!

O NETOIN! está com você, no Facebook e no Twitter

[ made in NETOIN! ]


Conheça o autor do NETOIN!, visitante...
Carlírio Neto
Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade de minha humilde pessoa.

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13 Comentários

  1. Boa noite!

    Estou muito admirada em saber que adora Magi. Magi é um grande mangá que acompanho com muito prazer todas as semanas. Assim como anime, apesar que considero o mangá muito melhor.

    Aprecio as obras referidas por ti, pois, compartilho do mesma opinião. Exceto a GeGeGe no Kitarou por não assistir.
    Apesar de que tenho meu lado negro por gostar de assistir Cavaleiros do Zodíaco, mas, isso não retira a sua afirmação. Não suporto a fraqueza da Atena/Saori (mesmo ela reagindo contra o Hades), e não gosto do Seiya com o grande "herói" (aceito ele mais como um elemento cômico).

    A mitologia japonesa é muito interessante e intrigante. Gosto de assistir animes que abordam esse tema. Os grandes citados Nastume Yuujinchou e Holic a abordam muito bem de uma forma sutil e bela. Principalmente Natsume com seu aspecto sereno e gracioso. Outro que aborda o tema é o Gingitsune com sua leveza.

    Temas como sexualização de crianças, excesso de ecchis apenas para atrair um determinado público, e o incesto não são apreciados por mim. Prefiro nem acompanhar.
    Concordo contigo sobre esse tipo de mídia poder influenciar e insinuar tais atos como algo natural. Um situação muito preocupante.

    O post ficou muito bom e interativo. Suas opiniões sobre animes é interessante, como também a sinceridade que utiliza ao se expressar.
    Parabéns para você, Kimono Vermelho, e ao Carlírio por convidá-la.

    Viva o aniversário do Netoin \o/

    Até mais o/

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    1. Saudações


      A nobre Red Kim é conhecida por suas opiniões diretas e sucintas. Ela merece meu respeito por isso, com certeza.

      E sim, amiga Melima, o post dela acabou sendo extremamente "aberto", bem no molde que eu imaginei que acabaria sendo.

      E muito obrigado por todo seu apoio até aqui, humildemente. ^^


      Até mais!

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    2. Essa estrutura do post é interessante. Eu gostei de ler.

      Não precisa agradecer, pois, você o merece por todo empenho que utiliza no blog.

      Até mais o/

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    3. Saudações


      Ok, neste momento fiquei extremamente lisonjeado, nobre Melima.
      Obrigado.^^


      Até mais!

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    4. Obrigada, Melima!
      Fico feliz em saber que não estou sozinha nesses gostos por mitologia e por não ver graça em material desnecessário para o mundo.
      Feliz Ano Novo! o/

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    5. Não está mesmo, pode contar comigo.

      Muito obrigada! Um feliz ano para você também! o/

      Até o/

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  2. Primeiramente parabéns pelo seu texto, muito bom mesmo o/

    E li seu texto pensando o tempo todo em "concordo"... Mitologia - e nem precisa ser a japonesa no meu caso - sempre me atrai em animes, também. Os que você citou tratam isso de um jeito genial, misturando a própria proposta com a mitologia.
    E o que te desagrada, também costuma me afastar de uma obra. Pra mim outra coisa que não curto é um tipo de humor muito exclusivamente "japonês" de algumas obras, que não me faz rir nem que eu me esforce...

    Ah, parabéns e muitos outros anos de vida para o Netoin! o// o blog merece.

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    1. Saudações


      Como de costume, a nobre Red Kim sempre deixa de forma explícita o ponto de vista dela por. Aqui não foi exceção, e achei isso ótimo!

      Agradecido por suas palavras, nobre Beatriz!^^


      Até mais!

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    2. Obrigada, Beatriz!
      Quando você comentou sobre humor eu me lembrei de alguns vídeos de stand-up comedy americano que já vi e senti a mesma coisa. Taí uma coisa que esqueci de citar... D:
      Feliz Ano Novo! o/

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  3. Eaê Kimono.(PT1)


    Começos nostálgicos ou nem sequer um pouco,cada um começa de um jeito,mas certa ingenuidade tende a ser atribuída ao passado animado,no caso.
    E se o Japão é "A Terra da Macumba",os "terreiros" são mais elaborados: portais,templos,roupas de seda bem fiada para acompanhar.Só não sei a comida fica
    perdendo em alguma encruzilhada;em animes não vi.Por outro lado,entre seres naturais e sobrenaturais invisíveis num país tão diminuto,é curioso. O_O(Aqui
    caberia uma associação a um gosto por quem coadjuva ou antagoniza...

    Em animes,o fan service à toa não me fascina(Devo descobrir mais o porquê num dia desses),tal como o que se repetiria,embora para os meus moldes,os gêmeos
    e sósias não são iguais,todavia o interesse(Saco?) em descobrir nuances é particularizado.
    E ainda dificilmente,já devo ter abstraído se ocorreu,ofendo-me com a existência de um personagem ou gênero.Um tipo de transcendência pessoal(?),um número
    diferente de animes consumidos(?),desinteresse pelo mesmo tipo de gênero de novo e de novo(?) Anyway... Minha mente entenderia essas "viagens sexualizadas"
    do Japão,somente não fica nesse ponto de ônibus a esperar ou coisa parecida.


    Bye.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eaê Kimono.(PT2)


      ** Esclarecimentos e outras opiniões destinadas à Kimono Amarelo:
      * Nota Inicial: Peço licença a todos para um particular com a Kimono Amarelo.Sendo a entonação para minhas palavras é de consternação(Na falta de um termo melhor):

      Num dia próximo à "terça-feira, 2 de abril de 2013 Um kinomo da cor amarela é a nova parceria![http://www.netoin.com/2013/04/um-kimono-da-cor-amarela-e-a-nova-parceria.html#.Ur26-LS0afA] " eu li: a tal chamada,o perfil seu no Kimono Vermelho[http://www.blogger.com/profile/13500591853208488415],o seu autodenominado 1º post[http://kimonoamarelo.blogspot.com.br/2013/03/indispensavel-ou-sim.html] e esse texto[http://kimonoamarelo.blogspot.com.br/2013/04/animes-temporada-de-abril-2013-segundo-kimono-vermelho-parte-2.html] para ver de quem se tratara.Anteriormente só tinha a visto no Netoin! dissertando com certa firmeza sobre algum post.

      Daí,vendo o senso de humor que tirava muito sarro de si mesma(na maior parte) e dos outros(de forma não a se tornar de todo pessoal),e o esforço solitário que dizem ser iniciar um blog novo,optei por tentar dialogar para tentar lhe motivar com a informação de tudo que falara(O feedback,principalmente no começo,é curto e mais vago) e porquê talvez pudéssemos manter uma conversação sadia.E bem,não foi isso que aconteceu...

      Tentei seguir a mesma linha tua: zoação(dos animes),desjuntar meu comentário informalizado em breves parágrafos em paralelo aos teus subtítulos,procurar ser informal(porém ressaltando que qualquer coisa ali -que por ventura desagradasse-,não tomasse como pessoal) e dissertar como se tivéssemos tendo um diálogo.Sua resposta foi: "Cara, por que você não faz um blog ao invés de fazer um post em comentários de outro blog? Tipo, você tem material, só precisa dispô-lo melhor e reorganizar as palavras para que tenham mais sentido e menos hieróglifos.Quando seu blog estiver pronto, mande o link e avise. :)" ;e ação fora excluir o usuário "Anônimo",e somente voltou com ele quando viu que eu não responderia.

      Na época eu não tinha ou queria criar um perfil próprio,quanto menos um blog.Sendo o que efetivamente o que fizera foi: falar que no fundo eu poderia ter talento,contudo teria que organizar ideias em menos 'hieróglifos(O pior é que disse ter feito inspirado na estrutura da tua escrita O_o)';e me botar no
      meu lugar,um lugar que teria de criar pra mim se quisesse ficar divagando...

      Vendo o "AVISO AOS ANONS",revendo o perfil,todas prováveis adições de advertência e tudo mais,entendi que o problema foi eu não ter tido mais malícia pra falar contigo,e que não há como um desconhecido ser bem-vindo com a assertividade,territorialismo e castração do anfitrião nem ligar para qualquer explicação ou justificativa.Censurando até a possibilidade de uma pessoa anônima,porém ainda assim uma pessoa,resolver o mal entendido.


      Sayonara..!Aqui,pois nem tive mais jeito de voltar aos seus domínios.E fique bem,pois eu ficarei...

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    2. Bem, como esse comentário é especificamente sobre mim, meus blogs e o fato de anons (ou ex-anons) não poderem comentar lá, eu vou tomar o espaço com a licença do Carlírio.

      Cada um tem o seu modo de pensar e se você quer levar para esse lado rancoroso, eu respeito, afinal, o mundo é feito de diferenças e não apenas igualdades.
      Você soa "rancoroso" por ter levado um comentário meu a pau e pedra quando você era um anon disfarçado nas sombras. Tudo bem, meu humor não é mesmo o mais fácil de interpretar ou talvez eu seja realmente terrível por proibir anônimos de me mandarem pro inferno porque não acredito em Cthulu, enfim, ainda acho que você deveria fazer um blog, e não digo de "sacanagem" como você mostrou ter levado tal comentário, e sim como incentivo. Você tem um bom ponto de vista, trabalha bem com ele e, na minha opinião, só precisa aprender a se comunicar melhor, pois algumas partes ficaram bem confusas e sem nexo (ou você pode crer que eu sou burra, não tem problema algum).

      Eu estou bem, não se preocupe. tenha um ótimo Ano Novo! ^^/

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    3. Um passante desavisado ou quaisquer outros com distanciamento psicológico,pensaria estar vendo uma ópera(Vide o drama) e trataria de pensar num resumo da ópera onde 'recém-conhecidos' quiseram ter suas personalidades e intencionalidades de todo compreendidas logo de primeira;lembraria do ditado "Nenhuma boa ação fica impune." e de que "mostrar muita sensibilidade,pode parecer vulnerabilidade".E teria visto,segundo as opiniões ditas e não ditas de cada um sobre si mesmo,que:

      Ele(no caso,eu) dissertaria longamente porque: independentemente da vez,a tentativa de complitude denotaria pode ser a única e última,portanto falaria de tudo achado pertinente no texto;o feedback seria pra dar moral a tudo que a pessoa se empenhou em fazer;e pra (tentar)evitar justificativas e explicativas posteriores(Melindres internéticos).E que a coesão é diminuída para não ter tanto a cara de post dentro do post;e que a subjetividade,procura a reflexão de quem lê.No mais,mal usaria teu tempo investindo tanto em terceiros?E que o perfil do anonimato jamais era um disfarce pra 'to love and to hate',posturas tediosas,meditaria esse passante...

      Ela se expressaria assim porque: Tua opinião não vai a favor do que não seria tão inocente,mas que utilizaria dos inocentes pra seus métodos;e do que veria como muito "comercial".E se livrar da assertividade,faria a 'blindagem' de pensar diferente ecoar com fragilidade equivalente.Seria falta de cautela se arriscar defronte à uma blogosfera de rótulos?Meditaria esse passante...

      Meditaria ainda que não tem ensaio pra vida,e que como passantes,tem-se que passar pelas coisas.E daí o transeunte,seguiria o caminho que observara com determinado distanciamento psicológico,diria o (em-,sim-)pático conto urbano...

      Excluir

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