01/03/13 - 01/04/13 ~ NETOIN!

sexta-feira, 29 de março de 2013

Curtas em geral - parte #195: um aviso e uma notícia...

Uma família de Wetoins para lhe saudar, visitante...

Saudações, visitante. O NETOIN! está passando por um período totalmente inesperado de ausência de posts e de outros trabalhos. Tal fato é resultante da mudança de residência deste blogueiro, realizada à cerca de dez dias atrás, que originou um problema pelo qual havia a premissa de que não se passaria: a ausência de internet.

Como a operadora que fornece os serviços ainda demorará alguns dias para que faça a recolocação da linha telefônica, a maior parte das atividades de minha pessoa na grande rede se prejudicaram, e não se trata aqui unicamente dos blogs ou dos trabalhos cooperativos (por exemplo, o blog do projeto NUPO). Uma situação chata e anteriormente nunca imaginada, sendo esta a razão para que a presente casa na internet, entre outras atividades, ficasse parada desde o dia dezessete de março último.

Com uma carga de responsabilidade a ser atribuída, e sabendo que do comprometimento deste blog com você visitante, minha pessoa vem aqui pedir desculpas por tal incoveniente. Independente de qualquer relato ou circunstância, há um trabalho bonito em evidência e à ser mantido, de forma que uma satisfação tem de ser dada à você, como prova de responsabilidade e de conduta. Este humilde blogueiro anseia pela sua atenção, nobre visitante.   Tão logo o sinal de internet esteja ativo, o blog voltará com os seus trabalhos de rotina.

Fique à par de que duas reviews de animes já estão prontas, aguardando o momento propício para publicação. O final de Robotics;Notes também será pauta, juntamente com uma breve avaliação da temporada que está por findar-se e da nova que já está surgindo. Além, é claro, das prerrogativas sobre os grandes eventos da bloigosfera, sendo eles a Corrente de Reviews'2013 (encabeçada pelo blog parceiro Anime Kenkyuukai, que completou três anos de atividade nesta semana) e o Ichiban Brasil'2013 (à cargo dos também parceiros Gyabbo! e Mithril). Isto sem esquecer do início real das atividades com o International Saimoe League'2013, em sua Fase Regular, que já promete fortes emoções (no qual o blog parceiro AMV & Saimoe tem feito um ótimo trabalho de divulgação até aqui).

Antecipadamente, este humilde blogueiro agradece pela sua atenção, nobre visitante.

Filmes de Puella Magi Madoka Magica no México...  

Quatro cidades mexicanas receberão a exibição dos filmes de Puella Magi Madoka Magica...

Uma visita rápida e oportuna a um dos parceiros internacional deste blog (no caso o mexicano Planeta Otaku), levou este humilde blogueiro à ficar sabendo de um fato interessante. O mesmo remete-se à obra animada Puella Magi Madoka Magica que, na visão de boa parte das pessoas, foi o melhor anime de 2011. Mais enfaticamente, a chamada diz respeito à dois dos três filmes programados da citada obra, que contarão com exibição nos cinenas latino-americanos.

À bem da verdade, nem todos os Países terão tal exibição, pois a mesma será feita em solo mexicano. Segundo consta no citado blog parceiro (clique aqui para acessar o texto), quatro cidades receberão os dois primeiros filmes de Madoka e companhia, sendo eles o Beginning e o Eternal. Os fãs desta série residentes em Guadalajara, Cidade do México, Mérida e Monterrey terão a exibição das duas obras em seus cinemas. Os maiores detalhes poderão ser visualizados no blog parceiro Planeta Otaku.

De antemão, este blogueiro anseia para que tal notícia sirva de presságio para, quem sabe, estes filmes venham à ser exibidos em solo brasileiro. No mais, ficar no aguardo de maiores novidades é preciso.

Amigo visitante, até a próxima.

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Carlírio NetoCarlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade deste humilde blogueiro. Veja um pouco mais sobre o autor do blog NETOIN!aqui.

domingo, 17 de março de 2013

Análises em Geral - parte #66: viajando no tempo em Chrono Trigger!

O logo de um grande jogo...

O Super Nintendo foi um console caseiro muito abençoado, no que tange ao fato de ter recebido tantas poderosas sagas de PRG. Entre as softhouses que desenvolveram tantos jogos deste gênero para o 16-bit da Nintendo, certamente a Squaresoft desponta com um lugar de luxo na lista propriamente dita.

Uma parte de tal prova se fez apresentar aqui no NETOIN! no domingo passado, quando o jogo Final Fantasy VI foi comentado e trabalhado como ele bem merece (clique aqui para ver o post). Com uma engine reformulada em comparação com as edições anteriores da série, seguido por uma história que realmente sabia prender a atenção e dotado de um dos mais belos visuais que o Super Nintendo pôde mostrar para todos, o citado jogo basicamente buscou o sucesso e o teve em troca com todos os merecimentos possíveis.

E na presente oportunidade, um outro título da Squaresoft ganhará seu espaço neste blog. Trata-se de um tipo PRG que diferencia-se levemente da série Final Fantasy em seu sistema de batalha, mas que fica par e passo com o mesmo no que tange aos gráficos, ao enredo e aos carismáticos personagens.

Amigo visitante, está na hora de viajar pelo tempo e descobrir o todo que Chrono Trigger, uma das obras primas da Squaresoft, tem para lhe mostrar. Este humilde blogueiro lhe deseja, desde agora, uma boa leitura.

A história no pêndulo do relógio...

A Feira Milenar, no ano 1000AD.

A história tem seu início no ano 1000AD, dentro da cronologia de Chrono Trigger, que pode muito bem se destacar como a Idade Média do mundo real. Uma grande festa está se desenrolando no principal vilarejo de tal época. Com o nome de Feira Milenar, o atrativo para todos os habitantes do lugar (e outros que vieram de vilarejos vizinhos) estava nas danças, na comida e em toda a diversão que se fazia ali presente. Sem dúvidas, um momento mágico.

Em uma das residências do vilarejo principal vivia um rapaz chamado Crono. Detentor de uma vida comum e bem humilde, ao lado de sua mãe, o rapaz acordou no dia do grande evento pensando em participar do mesmo. Com a chamada providencial de sua mãe, o jovem Crono partiu para a casa de uma amiga, de nome Lucca, no intuito de levá-la ao festival que estava por ocorrer. Como a moça não estava em sua residência, o rapaz acabou dirigindo-se sozinho para a Feira Milenar.

Já em meio às festividades, o rapaz acabou trombando com uma alegre e energética jovem. Sendo o seu nome Marle, a moça se colocou à disposição do rapaz para que, juntos, pudessem desfrutar da melhor forma possível deste grande evento. E um dos pontos altos do mesmo estava na exibição de um maquinário simplesmente fantástico.

No ano 1000AD.
- Imagem do jogo em sua versão para Android -

Em tal apresentação revolucionária estavam a jovem Lucca e seu pai. O maquinário em demonstração era um tipo de teleportador, algo que realmente tinha o poder de chamar a atenção. Como se fazia necessário um voluntário do público, a alegre Marle se dispôs a fazê-lo. Entretanto, o colar que a moça usava acabou gerando uma estranha reação no maquinário que, se tinha apenas o propósito de encurtar distâncias, acabou levando a garota para uma viagem temporal.

Com isto, havia sido inventada uma máquina do tempo. Por mais que tal objetivo não estivesse presente sequer nos mais tenros sonhos da Lucca ou do seu pai, o fato era que a jovem Marle havia ido embora da linha temporal presente. E coube ao jovem Crono entrar na máquina e, como se pode presumir com facilidade, ir atrás de sua jovem amiga (onde quer que ela estivesse).

Desta forma, as aventuras temporais tiveram início em Chrono Trigger, com um ar totalmente casual e descompromissado. O plot inicial dá margens para compreensões negativistas, mas pouco tempo de jogo acaba mostrando que, na verdade, o que antes era algo totalmente curioso passara a ter uma trivial importância para todos no planeta.

Lavos e o dia de sua aparição (o apocalipse no mundo), datado do ano 1999AD.

Depois de viajar para o ano de 600AD e de ter salvo a linhagem familiar da jovem Marle (que mais tarde apresentou-se como a Princesa do Reino de Guardia) e de poder ter conhecido um cavaleiro em corpo de sapo chamado Frog, a própria representante da realeza (acompanhada do Crono e da Lucca) presenciaram um futuro totalmente catastrófico, isto ao viajarem para o ano de 2300AD. Nele, as ruínas se faziam presentes em meio ao frio contínuo e feroz. Os alimentos eram escassos, e os poucos habitantes que conseguia viver em tal época conseguiam se nutrir ao adentrar em certas máquinas que regeneravam um pouco as suas forças, mas que não saciavam a fome dos mesmos.

E foi em 2300AD que os três aventureiros descobriram algo sobre um evento ocorrido no ano de 1999AD, no qual o mundo foi devastado por uma criatura chamada Lavos. Este ser emergiu do solo e, com o seu poder na mais plena manifestação, fez o mundo perecer à sua frente. As cidades foram aniquiladas e, aos humanos que conseguiram a sobrevivência, restou apenas viverem em meio a um período de grande frio e sem nenhuma esperança para um amanhã melhor. Um mundo pós-apocalíptico foi a real visão de Crono, Marle e Lucca em 2300AD.

À partir deste ponto, o enredo de Chrono Trigger ganhou uma outra razão de ser, estando a mesma direcionada na salvação do planeta, no intuito claro de destruir Lavos e de garantir o futuro para todos no mundo. E em meio a este alicerce de sustentação da história, outros eventos impactantes se fizeram presentes neste jogo, além de mais personagens terem sido apresentados.

A linha do tempo em Chrono Trigger...

O Robo e sua aparição, no ano de 2300AD.
- Imagem da abertura animada de Chrono Trigger em seu remake para o PlayStation -

A cada período visitado pelo grupo de heróis, o que se pode facilmente notar está no fato da trama deste jogo se basear muito mais na utilização total dos recursos do próprio, do que você ter que lidar unicamente com eventos regulares e totalmente lineares. Chrono Trigger lhe instiga a inúmeras viagens entre as épocas presentes no mesmo, no intuito claro de lhe proporcionar uma experiência mais diferenciada para os padrões do gênero RPG da época.

Como já se fez aqui citar, o ano 1000AD é o início de tudo no jogo e o ponto de sustentação do mesmo. É a época na qual vivem originalmente os jovens Crono, Marle e Lucca. Muitas visitas à esta época se fazem importantes. Por sua vez, o ano 600AD é o segundo ponto de visitação do jogo. Nele vive originalmente o herói Frog, transformado em sapo por uma estranha razão e cujo código de honra não lhe permite o auto-perdão. Um poderoso feiticeiro de nome Magus pode ser o responsável pelo atual estado do cavalheiro, mas tal ser de grandes habilidades mágicas esconde outras motivações para lutar...

A terceira parada está em 2300AD, no mundo pós-apocalíptico, em um estado de eterna devastação. É neste ano que o poderoso Robo se faz apresentar para todos. Aparentemente, tal personagem é taxado de "uma grande falha" por seus similares, em razão de possuir sentimentos e por querer proteger os humanos. Ele integra o grupo de heróis e viaja no tempo com os seus amigos.

A Ayla se apresentando para todos.
- Imagem da animação de Chrono Trigger em seu remake para o PlayStation -

Uma viagem para a pré-história se mostra muito importante para as pretensões de todo o grupo. Nela está a busca por um item de grande poder e, para auxiliar os heróis em tal busca, surge a extremamente forte e carismática Ayla., diretamente do ano 65000000BC. Curiosamente, este é o ano no qual um estranho objeto da cor vermelha aparece do céu e se choca com o planeta. Para a surpresa de todos, tal objeto nada mais é do que o Lavos.

E no ano 12000BC é que o jogo mostra muitas das facetas obscuras de seu enredo. Em teoria há duas civilizações neste ano. Em um primeiro plano tem-se os humanos miseráveis, que buscam sobreviver em meio a um terrível e perigoso frio no mundo continental propriamente dito. Eles possuem pouquíssimos traços de evolução. Por sua vez, o segundo plano está no continente flutuante, o Reino de Zeal. Em tal lugar as pessoas desenvolveram-se de grandiosa forma, partilhando da vida em meio a uma civilização que aparentava prosperar em um ambiente da mais pura e sólida paz.

Entretanto, tudo isto não passava apenas de uma frágil e destrutível aparência. Neste ano havia alguém que sabia da existência do Lavos e, ainda pior do que isso, sabia dos poderes monstruoso que o ser do espaço possuía. E na mais pura ganância em obter tal poder para si, a Rainha Zeal não media esforços para tentar atingir os seus objetivos. Esta é a época original da qual provém o Magus, que era o profeta de tal período.

Crono é aniquilado pelo Lavos em batalha, no ano 12000BC.
- Imagem da animação de Chrono Trigger em seu remake para o PlayStation -

Chrono Trigger foi um jogo que mostrou muitas reviravoltas em seu enredo, desde o seu alicerce principal até os eventos paralelos. Em várias cenas era possível notar a dor sentida por cada personagem em determinados acontecimentos. Não obstante à isto, foram muitas as ocasiões nas quais o jogo fez questão de mostrar o quanto que uma viagem temporal pode ser desastrosa, independente das intenções por parte dos viajantes do contínuo espaço tempo.

Em outro aspecto, o Lavos mostrou ser um tipo de chefão que dá muito valor em ser dizimado. Por mais que a Rainha Zeal tenha tentado manipular o seu poder, a verdade é que este ser consumia a energia vital do planeta ao seu prazer (como um tipo de parasita), aparecendo em momento oportuno unicamente para mostrar quem realmente mandava em todo o planeta.

Por fim, o enredo do jogo não procurava apenas distinguir as facetas do bem e do mal. Uma das maiores provas disto está em uma singular batalha solo, à ser promovida no ano de 12000BC entre o Magus e o Frog na qual, dependendo unicamente das circunstâncias, o mago poderá ou não se juntar ao time de heróis na caça ao Lavos.

Jogabilidade e outros detalhes de importância

Batalha de Chrono Trigger, em sua versão para o Super Nintendo.

Lançado originalmente em 1995, Chrono Trigger adotou para si a responsabilidade de se fazer presente no mesmo hall de outros nomes de peso dos RPGs para o Super Nintendo, tais como o The Legend of Zelda: A Link to the Past e o Final Fantasy VI. E tudo acabou acontecendo de forma natural para o jogo, que apresentou um forte enredo e um carismático grupo de personagens (que você já conferiu neste texto). Mas estas duas características não formaram "o todo" para que as aventuras de Crono e companhia alcançassem tamanho prestígio.

O visual de Chrono Trigger é deveras encantador, mesmo para os mais apurados padrões atuais. Cada cenário, mapa, traço dos characters em geral, mostraram que a Squaresoft realmente sabia o que pretendia com este jogo. Tudo extremamente colorido e feito sob o esmero do mais profundo capricho visual.

O sistema de batalha é, com total certeza, um outro fator que autentica tal prestígio para Chrono Trigger. O modo de turnos foi mantido, clássico de séries como Final Fantasy, mas no jogo em questão tal sistema de batalha apresentou as suas diferenciações. Ao se colocar de encontro a um inimigo não é feita uma mudança de plano para a luta, pois a mesma se desenvolve no mesmo lugar do citado encontro. Além disso, os heróis podem desferir golpes duplos em seus inimigos, usando-se apenas do botão certo do controle no momento certo para tanto.

Batalha de Chrono Trigger, em sua versão para o Android.

O mesmo acaba valendo para as batalhas contra os chefes de cada área ou dungeon do jogo. Não há uma mudança de plano, pois toda a luta se desenvolve no mesmo local onde o cara-a-cara é feito de imediato. E a demonstração de poder é equivalente ao potencial mostrado por cada personagem em batalha, o agrega em pontos de dinamismo para Chrono Trigger. O uso de magias pode ser feito por cada personagem, que podem usar de atributos especiais únicos para invocar grandes poderes.

Soma-se à tudo isto o fato de Chrono Trigger possuir diferentes combinações e estratégias de combate para a equipe em batalha. Praticamente todos os personagens possuem golpes únicos em dupla ou trios, para serem desferidos em um momento oportuno ante os seus inimigos.

Com base em tudo que já foi aqui apresentado, fica evidente enfatizar que o jogo não possui apenas um final. Com tantas combinações possíveis para se enfrentar Lavos, você poderá arriscar de várias maneiras para tentar presenciar um dos onze finais presentes no jogo. Incluem-se, neste escopo, uma surreal batalha solo entre o Crono e o Lavos ou então um trio cujo o jovem protagonista não se faça presente.

Epoch, a nave que auxilia os heróis em suas viagens pelo tempo.

No que tange à parte acústica, este jogo também se sobressai de forma inapelável. Um trio de primeira grandeza foi o grande responsável pelas ótimas composições que fazem a trilha sonora de Chrono Trigger ser um espetáculo à parte. Os nomes de tais pessoas são Yasunori Mitsuda, Nobuo Uematsu e Noriko Matsueda. Cada um deles teve seu papel de importância nas músicas e efeitos sonoros que agregam ainda mais a ótima experiência à se ter com este jogo.

E para finalizar, Chrono Trigger tem ao seu favor um poderoso replay value. Com tantas possibilidades diferentes de se chegar ao final do jogo (tendo inclusive um final para o caso de você ser derrotado pelo Lavos), é mais do que certo afirmar que o mesmo pode ser novamente jogado. Além disto, coma  opção [New Game +] disponível após encerrar-se o jogo pela primeira vez, é possível ir à caça de outros itens, além de recomeçar a aventura com a energia, atributos e poderes que você já possuía ao finalizar as viagens no tempo e ter vencido Lavos.

Por fim, após o lançamento original em 1995, Chrono Trigger contou com vários remakes. Primeiramente no Playstation, quando foi relançado para o mercado japonês em 1999 e para o norte-americano em 2001 (neste caso no pacote Final Fantasy Chronicles, junto de Final Fantasy IV). No console da Sony, o jogo ganhou o acréscimo das cenas animadas pelo mesmo estúdio do anime Dragon Ball GT. Mais tarde surgiram as versões para o Nintendo DS em 2008 (que contou com dungeons exclusivas e um modo online) e para os dispositivos móveis com sistema operacional Android. Em 2011 os proprietários de Nintendo Wii e do PlayStation 3 também puderam passar a adquirir o jogo através de suas lojas virtuais (o Virtual Console e a PSN, respectivamente).

Objetivamente

Enfrentando Lavos...

Em si Chrono Trigger tem o poder de, ainda hoje, proporcionar uma experiência das mais interessantes dentro do gênero RPG. Muito desta afirmativa vai de encontro direto a tudo que você aqui leu sobre o jogo, e uma outra parcela vai para o fator carisma do mesmo, que é simplesmente formidável.

Este é mais um exemplo de jogo que se nega à morrer com a ação voraz e constante do tempo. Esta pérola da Squaresoft mostrou que é possível pegar um plot básico e transformá-lo em algo simplesmente mágico, bastando para tanto a junção perfeita de alguns de seus eventos. Isto para não se citar os quesitos jogabilidade e visual deste ótimo RPG.

Por tudo que foi aqui mostrado, Chrono Trigger é um jogo que merece forte recomendação. Pode ser que os gráficos estejam datados pelo período que o jogo existe, mas ainda continuam belos. E com um grupo carismático de personagens, alinhado ao ótimo enredo e uma OST simplesmente incrível, este jogo pode ser o que você procura para desbravar o poder dos RPGs dos anos noventa.

E nos momentos finais do jogo...
- Imagem do encerramento animado de Chrono Trigger em seu remake para o PlayStation -

Até a próxima, amigo visitante.

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Carlírio Neto Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade deste humilde blogueiro. Veja um pouco mais sobre o autor do blog NETOIN!aqui.

sábado, 16 de março de 2013

Curtas em geral - parte #194: mais prisões no Japão...

O Netotin partindo em sua correria...

A Sociedade Japonesa em Proteção aos Direitos dos Autores, Compositores e Editores (que atende pela sigla JASRAC) esteve à frente de uma investida crave recente em seu País de origem. E na oportunidade em questão, duas pessoas foram levadas para a cadeia por quebra dos direitos de propriedade (o conhecido direito autoral).

O material que esteve em circulação pela internet, graças às ações das pessoas presas, era de ordem acústica (músicas populares japonesas e temas de animes) e de transmissões televisivas locais (no caso, programas de auditório). Os acusados usaram de dois métodos diferentes para fazer o upload de arquivos na grande rede mundial. A base desta informação está contida em chamada no portal de streaming de animes Crunchyroll (clique aqui para visualizá-lo, em inglês).

Com base na nota dada à imprensa pela JASRAC (que pode ser vista no link citado acima), conclui-se que a corrida das autoridades japonesas para evitar tal compartilhamento de arquivos está apenas em sua fase inicial, e que certamente outras medidas deverão aparecer com o passar do tempo. O avanço das ações para evitar a quebra dos direitos de propriedade, em solo japonês, está apenas mostrando uma pequena parte daquilo que realmente poderá acontecer, tendo por base as novas leis locais nipônicas sobre direito autoral na rede de computadores.

Não é a primeira vez que tal fato será citado no NETOIN!, e muito provavelmente não será a última. É preciso muito raciocinar sobre o impacto que estas ações, com o passar do tempo, passarão à ter nos demais Países do mundo. Para este blogueiro, o fato de outras nações seguirem o modelo japonês é apenas questão de tempo. A propriedade intelectual tem sim de ser preservada como se deve, dentro das diretrizes que tanto a estabelecem como também a protegem. Mas, aparentemente, algumas pessoas parecem não ter uma plena noção do perigo que correm ao cometerem tal infração em solo nipônico...

E você, amigo visitante? Como opina sobre esta situação?

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sexta-feira, 15 de março de 2013

Robotics;Notes episódio vinte e um: ilusões, sonhos e luta!

O sofrimento do jovem Kai...

Antes de traçar as linhas sobre o episódio em si, uma coisa deve ficar bem clara e explícita aqui. A mesma diz respeito à trama central do anime Robotics;Notes, pois se a concepção do mesmo fosse a de um drama desde o seu início, em outubro de 2012, muito provavelmente este seria um dos melhores animes da temporada com sobras. E tal afirmativa ganhou uma força muito grande, com o que pôde ser visto no mais recente capítulo deste anime.

O que se pode definir como início, meio e fim, foram bem aproveitados na trama deste capítulo mais atual. Por alguma razão, o Kimijima Kou (mesmo sendo apenas um tipo de "holograma vivo") passou a ser um personagem extremamente odioso para este blogueiro. Sua sina em querer levar tal experimento para  frente não conhece limites, ao passo que a Irmã Centípede (a Airi versão holograma) acaba sendo usada para uma finalidade nada honrosa que, no mesmo momento de ação, acaba sendo fortemente desobedecida pela mesma, resultando no pronto desespero do senhor Kimijima.

Contudo, antes disto o Kai havia passado por um teste brutal de sobrevivência. Ao entrar em contato com um dos itens experimentais presentes nos arredores da JAXA, o rapaz teve o seu mal súbito atacando-o fortemente, sem hesitação, com requintes de muita dor e preocupação por parte de seus amigos. Em especial, uma certa garota ficou aflita ao ponto de não crer muito nas ações seguintes de seu amigo...

A despedida da Irmã Centípede, de frente para a jovem Airi.

Para a jovem Aki, um sentimento forte de culpa a corroía por tudo pelo que o Kai havia passado, não apenas naquele momento como também em toda a sua vida. O rapaz aparecer em meio a uma reunião do grupo acabou chamando a atenção da moça, que mostrou-se estar ainda densamente preocupada com seu amigo de tanto tempo. Era a deixa propícia para que muitas verdades fossem ditas, de um para o outro, de forma única e verdadeira.

Além das ações provenientes dos jovens protagonistas da série, este capítulo de Robotics;Notes mostrou que ele, Kai, realmente havia amadurecido bastante no decorrer do anime.Um plano arriscado foi discutido, no qual ele se comprometera diretamente para levá-lo adiante, com todas as suas forças e conhecendo todos os riscos. Neste meio tempo, um determinado Kimijima Kou fazia questão de atormentar a mente da Misae-san, com todas as forças que podia.

Em tempo, a questão das cinco bilhões de vidas humanas em xeque não havia sido descartada, e uma dúvida pontual se fez surgir com este episódio. A mesma diz respeito às ações da Misae-san, se ela realmente está agindo de vontade própria neste esquema apocalíptico, ou se tudo não passa de uma artimanha crítica por parte do Kimijima Kou. Pode ser também a união dos dois fatores. Todo este esclarecimento ficou para o próximo capítulo do anime, que deverá dar números finais à esta saga que iniciou-se cinco meses atrás.

Destino: a grande batalha.

Este episódio de Robotics;Notes conseguiu mostrar, na forma derradeira, qual será o tipo de final que o anime terá. Se aqui for mensurado que todas as pontas soltas foram fechadas, isto não passará de uma grande e tortuosa mentira. Ao mesmo tempo, alguns dos eventos presentes neste capítulo realmente conseguiram impactar no íntimo sentimental deste blogueiro, fazendo com que muitos pontos positivos fossem atribuídos ao mais recente capítulo do anime. Entretanto, não se pode deixar de lado que esta obra tinha um propósito base em seu início que, ao final das contas, aparenta que não será levado muito em consideração (mesmo em seus momentos finais).

É possível que, no episódio da próxima semana sejam apresentadas ações que, de acordo com o escopo da trama, fossem mais plausíveis para o anime como um todo (desde o seu início). O lado dramático ganhou uma força descomunal na série, que chegou à ofuscar totalmente o teor sci-fi do enredo no geral. Com isto, Robotics;Notes deixou escapar o seu potencial de ser um anime à ser lembrado por muito tempo...

Serão vinte e três minutos de grande atenção na próxima semana. O limiar entre ter um final condizente (ou não) ganhará propriedade em Robotics;Notes. Unicamente, aguardar é preciso. E que venha um capítulo que possa, ao menos em tese, mostrar que o anime realmente consegue agradar ao seu modo.

Momentos extras

A Airi iniciará tudo aqui...

É a primeira vez, nestes comentários semanais de Robotics;Notes, que este humilde blogueiro abrirá um momento do tipo de fã de animação japonesa em compulsividade para relatar um certo evento. E o mesmo mostrou que, de uma forma ou de outra, aquilo que se mostrava tão perceptível desde o início do anime acabou realmente acontecendo com grande destaque e força.

Cena um.

A promessa é feita. A Aki quer que ver seu amigo retornando vivo da grande missão que o aguarda. Ele, obviamente, promete isto para ela. Mas há uma chance pequena de sobrevivência para o Kai...

Na conversa...

Uma declaração é feita. Ao seu melhor estilo de ser, o Kai diz o que pensa e o que quer para a Aki, com o mesmo tom de voz de sempre e a fisionomia descompromissada que o acompanha desde o início do anime.

Ainda na conversa...

Resposta pronta da Aki. Não se podia esperar algo diferente disto vindo da jovem protagonista do anime. mas, à bem da verdade, ela estava muito mais tímida do que qualquer pessoa ficaria ao receber certos tipos de palavras na face...

E na conversa...

O selo sacramentado. Aki e Kai se beijam de uma forma muito verdadeira e, querendo ou não, convincente. Por mais que muitos podiam esperar por um dueto Frau e Kai, a verdade é que o ato citado já se fazia esperar. Era só uma questão de momento.

O quê?

Momento verdade. Algumas paixões foram reprimidas após o ato consumado entre a Aki e o Kai. Na verdade, o Subaru e a Frau tinham as suas intenções sobre a dupla de protagonistas (muito embora o rapaz tenha surpreendido neste momento). Entretanto, minha pessoa está com muito anseio em ver o post deste episódio que, certamente, a nobre Roberta do blog parceiro Elfen Lied Brasil haverá de fazer...

O momento derradeiro.

Até a próxima, amigo visitante.

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quinta-feira, 14 de março de 2013

O encerramento do JManga...

Banner do site JManga (divulgação).

Em uma realidade na qual se faça perceptível a chegada de muitos sites que trazem, em seus serviços ofertados, a possibilidade de poder visualizar as mais diferentes obras provenientes do Japão dentro dos parâmetros da lei, chega à ser um tanto estranho notar que  há também quem esteja encerrando as suas atividades.

A afirmativa salientada ao final do parágrafo acima faz jus ao JManga, um conhecido site que possibilitava a leitura ou compra de mangás a nível global, tudo dentro da legalidade. O mesmo chegou à grande rede mundial em meados de 2011, buscando oferecer um serviço chamativo e de qualidade. Se traçava, desta forma, uma alternativa para tentar diminuir a incidência da pirataria online.

Entretanto, o site em questão neste post estará encerrando as suas atividades no dia 30 de maio de 2013. Há uma nota sobre tal decisão que, muito embora não explique detalhadamente a razão de tal fato, apresenta alguns dados sobre o encerramento das diferentes funções do JManga, bem como as datas das mesmas acrescidas de seus horários (e dados sobre reembolso). Tudo isto poe ser visto no Crunchyroll, ao se clicar aqui.

Em tempo, pode ter ocorrido de alguma licença ter sido desfeita. Não se pode descartar, igualitariamente, algo próximo a um retorno mínimo pelos serviços do site aos seus desenvolvedores. Independente da razão, pode-se aqui definir que o JManga deixou a sua marca, mesmo que por um curto espaço de tempo. E a sua assinatura ficou em evidência graças aos serviços ofertados e à execução dos mesmos.

Será de grande importância aqui se fazer um ponto de reflexão. O encerramento do JManga acaba abrindo espaço para novas empreitadas na área, ou poderá afugentar alguns seguidores da ideia em potencial? Se você usufruía dos serviços de tal site, o mais indicado é que você dê uma checada no link postado linhas acima para poder estar à par de como as coisas ocorrerão, até que chegue a data do fechamento total do JManga.

Amigo visitante, até a próxima!

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quarta-feira, 13 de março de 2013

Vem aí o Global Shinkai Day'2013

Uma cena de Byousoku 5 Centimeter.

Este final de semana promete fortes emoções para os fãs de animação japonesa pelo mundo afora, em especial, para quem aprecia as obras de Makoto Shinkai. Não é de hoje que suas animações possuem forte prestígio, e visando este escopo citado mais uma vez ocorrerá um evento muito especial.

À partir da sexta-feira (15 de março), com duração até domingo (17 de março), você poderá acessar o portal de streaming de animes Crunchyroll e aproveitar o Global Shinkai Day'2013. Tal como ocorrera no ano passado, este evento possibilitará que você assista aos filmes feitos pelo Makoto Shinkai no horário que bem entender, durante os três dias de tal evento.

Para este ano, um total de quatro filmes poderão ser assistidos: Byousoku 5 Centimeter, Voices of a Distant Star, Kumo no Mukou Yakusoku no Bashô, e a mais recente obra do artista homenageado, sendo esta a Children who Case Last Voices. Todas estas animações poderão ser vistas em todo o planeta, sem a necessidade de ser assinante premium do portal. Mas os usuários do Crunchyroll com IPs provenientes do Japão não terão tal acesso ao evento em si.

Uma cena, várias ideias...

Para o evento que está por acontecer, o Crunchyroll preparou uma verdadeira festa. Ao final deste post você verá um link de acesso para o fórum do site e, nele, há as regras e três questionários à serem respondidos. Salienta-se, entretanto, que apenas usuários registrados no Crunchyroll poderão participar da promoção, que outorgará dois prêmios diferentes para três pessoas.

Dois internautas receberão (cada um) o DVD oficial de Byousoku 5 Centimeter, e outro premiado ficará com o pôster oficial do último filme de Makoto Shinkai (lançado em 2012). Pelo visto, a entrada da primavera japonesa poderá ser em grande estilo.

Desta forma fica feito o convite para você, amigo visitante. Prestigie o Global Shinkai Day'2013 no Crunchyroll e, se for de sua vontade, participe também do concurso cultural promovido pelo citado site. Até a próxima.

Veja a chamada cultural no fórum do Crunchyroll (em inglês), clicando aqui

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Carlírio Neto Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade deste humilde blogueiro. Veja um pouco mais sobre o autor do blog NETOIN!aqui.

terça-feira, 12 de março de 2013

Curtas em geral - parte #193: uma sereia nos mares de abril...

E na pesca de hoje...

A temporada de abril se iniciará em menos de três semanas. Alguns títulos já são esperados pelos fãs de animes, bem como também existem aquelas obras que poderão simplesmente surpreender (ou cair em um rápido esquecimento). De qualquer forma, não faltarão animes para serem vistos por toda uma legião de fãs pelo mundo afora.

Mas um conhecido estúdio de animação apostará algumas de suas mais preciosas fichas em algo que, moderadamente, atende ao mercado animístico do momento. Se tratará de um anime onde deverá reinar a comédia descompromissada, com os já famosos toques de ecchi e, possivelmente, muitas confusões que deverão envolver o se protagonista e algumas belas sereias...

O nome da obra é Namiuchigiwa no Muromi-san, um anime que mesclará os gêneros harém e comédia, contendo o já famoso traço moe e aquela pitada mais do que esperada de confusões à mil por hora. Com a tradução para o português ficando em algo próximo de "Muromi-san na Costa", fica muito evidente deduzir qual será a ambientação deste anime.

...uma sereia.

O estúdio que estará à frente das desventuras da sereia Muromi, que é uma adoradora compulsiva pela cultura dos humanos em geral, será o conhecido Tatsunoko (que animou verdadeiras pérolas como Casshern Sins). O protagonista de toda a trama (se é que pode-se assim enfatizar) será um jovem chamado Mukoujima Takurou, que acidentalmente acaba pescando a bela sereia Muromi durante o seu momento de lazer.

Como já se fez citar mais acima, este anime deverá contar com muitos momentos extremamente hilários, ao mesmo passo no qual o traço mais moe marcará forte presença. Se partir apenas do visual que pode ser notado no curto PV da obra, fica evidente o uso estrondoroso das cores mais vivas, replicando aquilo que pode se assemelhar a um visual mais infantil. Entretanto, é possível notar que a Tatsunoko estará fazendo um bom trabalho com a obra.

Ao visitar o portal de streaming Crunchyroll, amigo visitante, você terá acesso aos nomes das personagens principais e suas dubladoras que estarão à serviço no anime. Além disto, o anteriormente citado PV poderá também ser visualizado no citado portal (clique aqui e curta o momento). E se o intuito real desta animação for apenas a pura e descompromissada diversão, já será um grande ponto positivo para a mesma.

Até a próxima.

Visite o site do anime Namiuchigiwa no Muromi-san ao clicar aqui

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segunda-feira, 11 de março de 2013

Blogosfera em ação! - edição #5

Uma chamada para os fãs de Negima!.

A seção Blogosfera em ação chega a sua quinta edição, no intuito claro e conciso de mostrar para você, amigo visitante, algumas dicas de visitação deste humilde blogueiro, no que tange às atividades mais atuais da blogosfera. Na presente oportunidade se farão presentes seis citações para você. Então, prepare-se para acompanhar um pouco do famoso merchan amigo.

E o primeiro local de parada vai direto para a rede social Facebook, onde estará se desenrolando (durante todo o mês de março) uma homenagem muito especial para os fãs de Negima. Trata-se de um evento chamado Mahora's Drawing Race, criado pela mente da nobre amiga Lilian Kate Mazaki, que busca chamar a atenção de todos para o universo de Negima!. A ideia está em, quem quiser participar, apresentar um desenho de qualquer uma das personagens da famosa turma 3-A, obedecendo algumas datas em específico para a apresentação dos trabalhos. Sem dúvida, esta é uma oportunidade para você, fã de Negima!, mostrar todo o seu apreço e carinho pela série.


E o projeto Um Anime por Dia continua à todo vapor. Mesmo sendo algo um tanto quanto ambicioso, os idealizadores do projeto não apenas têm mantido o mesmo na ativa, como principalmente muitos blogs aderiram à causa e participam ativamente do mesmo. E o mais interesse que a ideia está realmente dando bons frutos, pois a oportunidade de você conhecer um pouco mais sobre animes antigos (ou desconhecidos) está na união dos participantes do citado projeto. Sendo de seu interesse, uma visita até o site de tal ideal é mais do que indicada, amigo visitante.

Um Anime por Dia - site oficial aqui

O nobre amigo Diogo Prado apresentou um belo presente para os visitantes de seu blog, uma vez que agora em março o Anime Kenkyuukai estará completando três anos de atividade. E tal chamada não poderia ser mais propícia, pois a mesma é marcada pelo retorno de um dos maiores trabalhos do blog parceiro em questão, sendo este o podcast Anikencast. Em sua décima segunda edição (após um período de ausência), o Anikencast girá em torno do tema indicação de mangás, o que certamente poderá ser de seu agrado, visitante. Desta forma, o convite fica válido para você!


Imagem do blog Naty in Wonderland (divulgação).

Muito embora não seja ainda um blog parceiro desta casa, o Paradise Gekigá tem buscado o seu espaço na blogosfera, sendo administrado pela jovem de nome Larissa. E se depender do último post lançado pelo citado blog, tudo levará à crer que o caminho para tal ideal está sendo trilhado da maneira mais correta possível. Isto porque uma bela review foi apresentada, sendo a mesma pertinente ao mangá de nome Koe no Katachi. Trata-se de um título que, apesar de possuir um lado sentimental bem presente, acaba trabalhando uma temática que realmente leva o seu leitor ao mais profundo raciocínio. Se você ficou curioso, visite o citado blog e veja o belo texto sobre esta ótima indicação de mangá para você.


O blog parceiro Animecote está completando, neste mês de março, o seu primeiro aniversário. Sem dúvidas, este é um momento muito especial para o dono do mesmo, o jovem Bebop, e a sua equipe. Não obstante à isto, o texto presente no blog aniversariante está repleto de chamadas para os posts mais destacados do mesmo ao longo deste primeiro ano de existência. Obviamente, o espaço para os agradecimentos se faz nele presente (sendo que este humilde blogueiro foi chamado de hardcore). Visite você também o blog parceiro e lhe dê os merecidos parabéns.


Para encerrar esta edição do Blogosfera em ação, se faz aqui chamar o blog parceiro Naty in Wonderland para encerrar o mesmo com chave de ouro. Isto se deve ao fato do citado blog ter chegado a importante marca de trezentos posts em sua história, sendo este um sentimento do qual este blogueiro se recorda muito bem. E a amiga Naty fez questão de presentear os seus visitantes com um post simplesmente de um ótimo nível, que se trata do cenário atual de mangás no Brasil. Basicamente, a jovem blogueira colocou aquilo que pensa sobre o assunto, endossando as diferenças entre o passado e o presentes de tais publicações em solo tupiniquim e, de alguma forma, projetando o futuro dos mesmos. Trata-se de um post que merece ser por você apreciado.


Até a próxima, amigo visitante!

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domingo, 10 de março de 2013

Análises em Geral - parte #65: um pedaço dos anos noventa com Final Fantasy VI

Final Fantasy VI, no NETOIN!.

A década de noventa, no século passado, reservou muitos momentos interessantes para este humilde blogueiro dentro da temática videogame. O fascínio pelos jogos eletrônicos, que se fazia existir desde a época do Atari, havia encontrado no citado período o seu momento máximo de explosão pessoal.

O NES (era dos 8-bit) em muito já auxiliava no processo de imersão aos jogos. O primeiro PlayStation (era dos 32-bit) fez questão de selar tudo com aquela chave de ouro brilhante e reluzente. Entretanto, o Super Nintendo (era dos 16-bit) acabou sendo o real responsável em trazer, para este humilde blogueiro, tudo aquilo que se faça entender por universo dos RPGs.

Tudo havia começado com The Legend of Zelda: A Link to the Past. Vários outros títulos deste gênero apareceram no Super Nintendo, mas dois deles ganharam uma atenção e carinho todo especial para a minha pessoa e que, nas próximas duas edições da seção Análises em Geral estarão em pauta para você, nobre visitante.

A primeira delas é Final Fantasy VI, que apareceu em solo ocidental com outra nomenclatura em 1994 e que, cinco anos mais tarde, começou a ganhar os seus merecidos e envolventes remakes. Esteja convidado, neste momento, à conhecer um pouco mais sobre este jogo, desde o seu enredo até o plot dos personagens e outros detalhes de importância. Visitante, tenha uma boa leitura.

Quando a magia encontra a tecnologia...

A jovem Terra, quando sob o domínio das tropas de Gestahl.
- Imagem da CG de abertura de Final Fantasy VI para PlayStation -

Mil anos haviam se passado. Desde o grande conflito que envolveu duas raças (a War of Magi), quando o mundo humano resolveu selar o poder mágico para todo o sempre de suas vidas e de suas memórias, os homens passaram a experimentar uma verdadeira revolução tecnológica e industrial. A dita magia não mais fazia parte do cotidiano humano que, dentro de suas possibilidades, buscava seguir em frente por intermédio da evolução em sua tecnologia.

As máquinas passaram a ganhar espaço no mundo. Verdadeiros monstros aéreos rasgavam os céus do planeta, podendo ir de um canto ao outro do globo com grande facilidade. No solo, grandes invenções e aperfeiçoamentos industriais estavam à disposição da população, tanto para o bem como também para o mal.

Entretanto, alguém sabia que o poder da magia ainda se fazia presente no mundo. Um grande Império, poderoso e altamente destrutivo, estava começando a se formar sob a liderança de Gestahl, um senhor obstinado pelo poder máximo. Tendo na figura de Kefka o seu principal aliado, e sendo seguido pelos igualmente poderosos generais Léo e Celes, muitos planos começaram a ser tratados para o uso da magia ao lado da tecnologia.

 O Kefka, sádico e palhaço em sua aparência mas nocivo em suas ações.
- Imagem da CG de abertura de Final Fantasy VI para PlayStation -

Muitas pesquisas eram feitas no intuito de aprisionar-se o poder das Espers, que as criaturas de grande poder mágico que sumiram do mundo humano após o fim da War of Magi. E quando uma bela jovem foi encontrada, totalmente inconsciente e desprovida de memórias do seu passado, as ilusões do grande Império quanto ao uso da magia se fizeram crescer absurdamente pois, em tal pessoa, fazia-se presente um grande e estrondoroso poder mágico.

À esta jovem foi dado o nome de Terra. Sua beleza de grande encanto, alinhada ao sangue de duas raças que corria por suas veias, despertou o interesse do grande Império. Ela possuía um poder latente em seu corpo e, para Kefka, isto era um motivo mais do que suficiente para tentar usar e abusar de tal aptidão. Em um mundo que se mostrava descrente quanto à existência da magia, Gestahl e Kefka estavam frente a algo que, irrefutavelmente, poderia colocar muito temor nos demais reinos e fazê-los sucumbir, sem piedade, ao poderio que já era crescente no Império.

Após vários estudos, verdadeiras bestas de guerra foram criadas pelo Império, todas elas possuindo a capacidade de locomover-se à partir da ordem de seus guiadores, sendo possuidoras da capacidade de poder usar da magia dos Espers, que "abasteciam" tão imponente maquinário bélico e que forneciam aos mesmos um inimaginável poder de destruição.

A marcha das bestas bélicas para Narche.
- Imagem da CG de abertura de Final Fantasy VI para PlayStation -

Mas nem tudo soou como o Kefka e Gestahl esperavam. Na cidade mineradora de Narche, até então neutra quanto ao poder do Império, a Terra acabou sendo vencida em combate por um Esper cristalizado. Senso encontrada por um homem aventureiro chamado Locke, a jovem começou a ganhar uma nova vida, onde adquirir a confiança de todos ao seu redor passou a ser uma grande meta. Neste meio tempo ela foi apresentada ao galanteador rei de Fígaro, Edgard, que havia acabado de assumir tal posição após a morte de seu pai. Ele tinha um irmão mais velho, Sabin, que havia renegado a tal direito para poder viver a sua vida como gostava, na prática das artes marciais.

Com isto, estava formado um grupo de guerreiros que lutariam contra as ações e expansão do Império, sendo o seu nome Returners. Estes heróis passaram a viajar por todo o planeta, na busca incensante por barrar o avanço do exército de Gestahl. Com tais andanças e viagens, muitos outros aliados foram recrutados e muitos outros inimigos foram conhecidos. Traições ocorreram sendo que, em uma delas, uma bela história de amor e confiança entre o Locke e a Celes acabou nascendo. Neste meio tempo, o Império havia descoberto a localização do continente flutuante (após um evento no qual os portões para o mundo dos Espers haviam sido abertos), sendo que nele haviam os três grandes Espers (em estátua) que poderiam fornecer  a Gestahl e Kefka tudo que eles mais queriam, de forma rápida e impiedosa.

A faceta de Kefka mostrou-se ser bem mais repugnante, gananciosa e hostil. Ele não pensou duas vezes para trair seu comendante maior, Gestahl, e assumir o Império. Ao tentar o êxito em sua ambição, o Kefka se viu "encurralado" pelos três Espers e, neste momento, o mundo como se fazia conhecer mudara drasticamente. Agora em ruínas, o mundo clamava por socorro e, em uma pequena ilha, a jovem Celes começava a trabalhar para poder reencontrar os guerreiros do grupo Returners para, de uma vez por todas, tentar acabar com as ambições doentias do Kefka.

Personagens, jogabilidade e muito mais...

Batalha no Final Fantasy III (FFVI ocidental)  para Super Nintendo.

Com base no plot mostrado nos parágrafos mais acima, pode-se notar com amplitude que o enredo central de Final Fantasy VI é caracterizado não apenas em uma luta pela sobrevivência, mas também no conhecido apego pela amizade e pela força que ela pode produzir em conjunto, quando várias pessoas se fazem unidas em prol de uma mesma razão.

A ambientação medieval do jogo contrasta totalmente com o avanço tecnológico, pelo qual passa o mundo nele inserido. As pessoas começam a crer no poder da industrialização, não crendo mais no poder da magia como em outras épocas e, acima disto, estando crentes em um futuro melhor para si próprias. Por ventura, muitos dos habitantes desconhecem os reais planos das ações que o Império tem em mente.

Final Fantasy VI é carregado de muitos momentos emocionantes ao longo da jogatina. É simplesmente incrível admitir que, em dados momentos do jogo, você se sente na pele dos personagens e começa, de alguma forma, a deixar as emoções extravasarem. Neste caso, há eventos onde as lágrimas caem pelo rosto sem nenhum grande esforço. Para tanto, basta citar o momento da grande apresentação da Celes na Opera House. Há também o evento no qual a Terra descobre ser fruto do amor proibido entre uma humana e um Esper. Tudo isto para não se citar o triste reencontro de Gau (o garoto da selva) com o seu pai, já no mundo em ruína, na qual a simplória lembrança já faz com que o semblante facial deste blogueiro mude um tanto.

Batalha no continente flutuante...

O grupo de personagens deste jogo é digno de todo o destaque possível e imaginável. Além dos nomes já citados há, entre os Returners, a presença da simpática e meiga Relm (que adora desenhar, usando isto como um de seus atributos em batalha). Seu avô Strago tem a capacidade de batalhar usando alguns golpes inimigos contra eles mesmos (como um tipo de cópia). O guerreiro Cyan teve o desprazer de ver a sua família morrer ante um ataque biológico do Império ao reino onde vivia e, sendo um exímio espadachim, buscará usar de sua arte para batalhar contra as forças opressoras. Por sua vez, Setzer é um viajante (amante de uma boa jogatina em cassinos) que se culpa pela perda de alguém muito importante para ele.

Representando o clã dos ninjas no jogo, o Shadow pode ser considerado como um dos personagens mais fortes do mesmo, pois que sua luta se dá pelo que compreende como justo(aparecendo apenas quando se faz importante para ele). Uma das marcas registradas da série, o Mog aparece como efeito surpresa nas batalhas (utilizando de sua técnica Dance para enfrentar os inimigos). Vindo diretamente das terras mais geladas do globo, o abominável Umaro aceita participar do grupo de aventureiros unicamente após ser vencido pelo Mog em batalha. E tem ainda o enigmático Gogo, que copia as ações de seus aliados para poder lutar.

A Terra (e principalmente a Celes) traem o Império para se juntar aos Returners. As reviravoltas fazem parte constante da história de Final Fantasy VI, que ganha um importante aliado no que diz respeito ao fator de reter a atenção do jogador em cada momento, sendo que tal aliança provém da parte acústica do jogo, feita pelo grande mestre Nobuo Uematsu.

A batalha no Kefka's Lair...

As músicas presentes em Final Fantasy VI são tão dignas de nota quanto se faz aqui citar. No repertório se fazem presentes batidas alegres e tristes, main themes de simplesmente fazer o corpo tremer de emoção e uma imensa quantidade de músicas orquestradas. E se levar em consideração características como o hardware do Super Nintendo, poderás dar total veracidade a afirmativa de que ele, Nobuo Uematsu, foi realmente um gênio por detrás de tantas OSTs fantásticas para a série Final Fantasy como um todo, sendo que o jogo em questão apresentou muitas de suas melhores melodias.

Ao escutar uma parte do tema da Opera House, "Aria Di Mezzo Carattere", ser cantada pela maginífica voz da Montserrat Caballé (isto em uma das CGs do remake de Final Fantasy VI para o PlayStation), a certeza de que a OST do jogo em questão seja de primeiro naipe e valor não encontra fronteiras conhecidas. E quando se fala de enredo, personagens e sons, uma pauta passa a querer pedir passagem com toda a importância que a mesma possui, sendo esta a jogabilidade.

E Final Fantasy VI é um RPG que fez uso do sistema de turnos em suas batalhas. Muito embora venha à se tratar de um sistema muito conhecido (e atualmente um tanto quanto "desgastado" pelo tempo), ele serviu amplamente para os propósitos do jogo. A evolução dos personagens se dava através da experiência acumulada nas batalhas vencidas, o que conferia ao grupo que esteve em luta uma subida de level (acrescida de aumento em seus health points e em outras características).

Mais uma batalha no Kefka's Lair...

Além da possibilidade de aumentar os health points, uma combinação estratégica de itens equipados podia fornecer atributos extras em cada subida de nível. As magias podiam ser aprendidas por qualquer personagem do jogo, desde que o mesmo estive equipado com uma Esper. Cada um destes seres místicos, em forma de relíquias, podia conferir ao seu detentor o aprendizado total nas mais diferentes magias existentes.

Contudo, vale-se aqui ressaltar que algumas magias mais básicas (como cure e poison) podiam ser aprendidas apenas com o avanço natural de nível, mesmo sem ter nenhum Esper junto ao personagem em batalha. Entretanto, este processo de aprender magias (sem os Espers) era demasiadamente demorado e cansativo, pois além do tempo gasto para que se pudesse usar algumas destas artes em batalha, o jogo não dava nenhuma indicação de momento que você a tivesse realmente aprendido (a não ser que tu procurasse manualmente no menu de batalha). Por sinal, aprender magias com os Espers era muito mais eficaz (pelo tempo gasto e pela menção que o jogo dava na hora) e dinâmico, pois muitos destes seres concediam outras habilidades aos seus portadores além dos dons mágicos.

Neste contexto, Final Fantasy VI provou possuir uma grande dinâmica em sua estrutura e abordagem de jogo. Com todas as características aqui citadas, fica fácil deduzir que, para os padrões da época, o jogo em questão realmente encontrava poucos adversários em seu encalço (como The Legend of Zelda e Chrono Trigger).

O merchan comercial de Final Fantasy VI...

Imagem do jogo Final Fantasy VI, em japonês.

O jogo foi lançado no mercado norte-americano com o nome de Final Fantasy III, pois apenas uma das três versões para o NES havia sido lançada neste lado do globo e, antes dele, o primeiro game para o Super Nintendo já se fazia presente no mercado ocidental. Com isto, o Final Fantasy IV japonês ficou conhecido como Final Fantasy II nos Estados Unidos (o mesmo ocorrendo com o Final Fantasy VI nipônico, que ficara conhecido como Final Fantasy III em solo americano). O lançamento deste jogo em 1994 simplesmente impulsionou o carisma pelo gênero RPG entre os jogadores que tinham, até então, apenas The Legend of Zelda como grande marco para o console.

Na época, a Squaresoft produzia seus RPGs exclusivamente para a Nintendo, desta forma as sagas Final Fantasy e Secret of Mana, por exemplo, desembarcaram unicamente nos consoles NES e Super Nintendo. E o jogo em questão não apenas ajudou a popularizar o gênero entre os jogadores, como foi considerado um dos melhores RPGs da época. Vale aqui ressaltar que Final Fantasy VI ainda é considerado, passados dezenove anos de seu surgimento no mundo, como um dos maiores RPGs de toda a história, fato este atribuído a sua jogabilidade, gráficos simplesmente belos para os padrões 16-bit e, sobretudo, pelo seu incrível poder de prender a atenção ao mesmo, graças ao seu enredo e seus cativantes personagens.

Já em 1998, a Squaresoft lançara o jogo para o primeiro PlayStation como um tipo de remake para o mercado japonês, introduzindo no mesmo cenas em CG (que eram a coqueluche da época). No final de 1999 foi lançada uma coletânea  para o mercado ocidental chamada Final Fantasy Anthology para o mesmo PlayStation, no qual aparecia pela primeira vez (oficialmente) em inglês o Final Fantasy V e, junto deste, o Final Fantasy VI, que mantivera as CGs do remake japonês (além de possuir melhoras na tradução).

Uma cena de gameplay de Final Fantasy VI, em sua conversão para o GameBoy Advance.

Como nem tudo que reluz é ouro, a versão de Final Fantasy VI para PlayStation pecou justamente aonde mais se fazia incomodar em boa parte dos jogos para o saudoso console. Tal fato está intimamente ligado com os load times incrivelmente demorados. Para piorar um pouco a situação, havia tempo de carregamento para tudo, desde a entrada em uma batalha, para acessar o menu e até para se explorar certas dungeons. Ainda assim, tal remake sobressaiu-se por manter os belos gráficos da versão Super Nintendo do jogo, e também por melhorar o que já era perfeito, sendo esta uma clara alusão para as composições acústicas do Nobuo Uematsu.

Em 2006, os proprietários japoneses do GameBoy Advance ganharam uma versão de Final Fantasy VI. A mesma continha uma sensível melhora em seus gráficos (no uso da paleta de cores, principalmente), além da jogabilidade ter sido incrementada com a adesão de quatro novos Espers para uso, além de uma nova dungeon a ser explorada em divisão de grupos. Os ocidentais receberam uma versão deste jogo em 2007. Recentemente (de 2011 para cá) os proprietários de Nintendo Wii e do PlayStation3 podem baixar Final Fantasy VI (versões originais, respectivamente) para jogar nos citados consoles, através da Wii Virtual Console e da PlayStation Network.

Nota-se claramente que Final Fantasy VI é um jogo que se negará a morrer. Seja pelos remakes lançados ao longo dos anos ou pelo clamor que seu enredo e personagens oferecem até hoje, este é um jogo que mostrou como um RPG pode realmente ser bem construído, chamativo e, acima de tudo, cativar por um longo período. Muito embora seus gráficos sejam considerados ultrapassados par os padrões mais atuais, Final Fanatasy VI soube acertar onde era preciso, o que rende muitas glórias para o citado jogo até os dias de hoje.

Objetivamente

Estará o Kefka pronto para ser derrotado!?

Da incorporação dos personagens junto ao enredo e ambientação do jogo, passando pela estrutura acústica e visual e deparando-se com as reviravoltas incorporadas durante as horas de playgame, pode-se afirmar com toda a certeza que Final Fantasy VI é realmente um marco. Um RPG que soube deixar o seu legado, à partir de um trabalho muito bem feito e conduzido pela equipe de profissionais à frente dele.

O jogo tem muitos pontos positivos para se destacar e, mesmo que não consiga atrair a sua atenção em razão de seu visual parte técnica já antiguadas, este é um RPG que certamente tem a sua cadeira cativa no hall dos melhores do gênero.

Por tudo que foi aqui mostrado, Final Fantasy VI é um título que merece ser por você ser apreciado e jogado. Tendo a oportunidade não deixe a chance passar, e jogue esta verdadeira pérola da época do Super Nintendo, com toda a calma e atenção que a mesma merece.

A Celes pronta para o desafio, um convite claro para a grande aventura...
- Imagem da CG de encerramento de Final Fantasy VI para PlayStation -

Até a próxima, nobre visitante!

No próximo domingo, será a vez de Chrono Trigger ser trabalhado aqui no NETOIN!

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