01/09/14 - 01/10/14 ~ Netoin!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Saint Seiya agora está no Crunchyroll Brasil!

Esse famigerado olhar...
Elevando o cosmo do coração...

O Crunchyroll parece não estar medindo forças unicamente para trazer um maior leque de possibilidades quanto às temporadas de animes, como também tem buscado trazer títulos mais consagrados e de grande lembrança para o público, em uma clara tentativa de cativar à todos os gostos possíveis (e isto é algo bem elogiável).

No caso em questão a empreitada tem nome, sendo que o mesmo possui um grande poder para lembranças, conversas variadas e até certas discussões em níveis que ainda são considerados extremamente altos. Trata-se de Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco no Brasil) que agora está disponível para os assinantes do Crunchyroll. O site de streaming adquiriu os direitos sob a versão dublada do anime (o trabalho feito nos estúdios da Álamo), com as suas três clássicas temporadas completas.

De todo o montante de episódios à disposição no citado site de streaming, os quinze primeiros estão prontos para serem visualizados no modo gratuito. Sequencialmente, do décimo sexto ao último capítulo é necessário ser assinante do Crunchyroll para poder assisti-los. O que se pode notar com esta ação é que, possivelmente, outras séries clássicas deverão aparecer no site (o que ocorre em sua versão norte-americana, por exemplo, com Rurouni Kenshin e A Rosa de Versalhes).

E assim se segue a empreitada...

Alguém que está sempre no rumo do combate...
Chamada original no site Crunchyroll (em português)

Página de Saint Seiya no Crunchyroll

Até a próxima!

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Carlírio Neto
Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade de minha humilde pessoa.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O momento da saudade...

Honey Honey.
Algo que vem à mente junto da necessidade de passá-lo adiante...

Assistir animes é um dos passatempos mais prazerosos que a minha humilde pessoa tem. Desde meados dos anos oitenta do século passado, quando via animações japonesas sem nem imaginar a real procedência de tais, o sorriso ia de um lado ao outro do rosto a cada fala dita pelos mais diferentes personagens, na mesma proporção que alguns eventos também faziam similar clamor.

Certas coisas não se cogitavam para uma criança com menos de dez anos de idade. No entanto cada nova obra assistida intensificava acada vez um tipo de devoção por tal arte. De Honey Honey à Don Drácula, passando pelo O Pequeno Príncipe até chegar à obras de profundo carisma e quietude como Heidi, tudo levava a crer que em tal época nascia um tipo de paixão que jamais finalizaria. E nunca os anos oitenta sairão da mente deste humilde blogueiro, tanto pelas obras acima citadas como também por outros títulos que, embora fossem de origem japonesa, não eram animes propriamente ditos.

Os anos passaram rapidamente e a década de noventa chegou mostrando relativa potencialidade na área em discussão. Neste período surgiu no Brasil o anime Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco) que, independente de qualquer fator, acabou sendo um dos grandes responsáveis pela "explosão animística em solo tupiniquim". E não existe uma vírgula de exagero em tal afirmativa, pois os jovens da época dedicavam seus tempos livres para falar deste anime em especial, seus personagens e também para a criação das mais diferentes teorias sobre o prosseguimento que a obra teria (uma vez que as reprises eram constantes por diversos fatores e isso acabava aumentando o fator curiosidade por parte do fandom).

Dragon Quest.
Realmente, a década de noventa deu um novo gás para a animação japonesa no Brasil. Outra obra aclamada acabou aparecendo no País, sendo Dragon Ball o nome de tal. Neste encalço mais títulos foram sendo transmitidos para um público alvo cada vez mais na crescente. Era a época da exploração máxima desta fatia do mercado consumidor. Por isto, a companhia de animes como Magic Knight Rayearth, Dragon Quest (Fly, o Pequeno Guerreiro), Street Fighter II VictoryShurato, YuYu HakushôSailor Moon e Samurai Warriors acabou alavancando um pouco mais tal dimensão dos fatos. Entretanto, tal período deixou algumas surpresas para o seu final, mais precisamente na passagem dos séculos.

Isto porque se fizeram chegar ao Brasil os animes Pokémon e Digimon, cada um sendo exibido por uma emissora em particular e tratados, igualitariamente, com todos os requintes de atenção disponíveis para a época. Com a onda de simuladores de criação e luta, estas obras em citação acabaram arrebatando para si próprias uma fatia simplesmente chamativa do fandom para a época. Após isso, os anos 2000 iniciaram com a prerrogativa de que os animes haviam apartado no País de uma maneira definitiva.

A afirmativa que encerra o parágrafo acima tem sua razão de ser, com total força. Até porque várias emissoras de televisão, de sinal aberto ou fechado, acabaram trazendo diversos animes para o público brasileiro. Jibaku-kun (Bucky), Tenchi Muyo!, El Hazard, Card Captor Sakura, Dragon Ball Z, Popolocrois Monogatari, Power Stone, Monster Rancher, Saber Marionette, Saikano, Slayers, Yu-Gi-Oh!, Beyblade, Rockman EXE (Megaman Network Warrior), dentre tantos outros, agradaram à muitos com suas fórmulas que misturavam o básico e a novidade. Não houve um anime aclamado de maneira absoluta, mas todos eles conquistaram o público pelas mais diferentes razões possíveis. Embora fosse verdade que alguns destes títulos foram exibidos unicamente para "vender brinquedos e outras bugigangas", as pessoas mostraram um bom sentimento de carinho e uma acolhida satisfatória pelos mesmos.

Popolocrois Monogatari.
Os tempos mudaram. Nisto, os anos passaram rapidamente cada vez mais. Contudo, acabaram deixando para trás a grande valia que se fazia existir em se assistir animes na televisão. Não é necessário criar algum tipo de analogia, bastando unicamente fazer a memória trabalhar um pouco mais para trazer à tona tantos momentos que ficaram presentes na mesma, como quem não deseja que tais lembranças sumam algum dia.

Atualmente os downloads ainda reinam entre os fãs de animes, muito embora assistir tais obras de maneira online (por streaming) tem se tornado uma prática cada vez mais na crescente. Os tempos são outros e, uma vez que a televisão deixou de ser a fonte padrão de entretenimento nesta área, a internet acabou encarregando-se de tal tarefa ao seu próprio modo, sem nem pestanejar para atingir tal objetivo. Não há nada de errado em uma mudança comportamental, pois é sabido que daqui à mais um tanto de anos a realidade também poderá ser outra.

Chega à ser bem interessante tentar imaginar como será a mente do fandom, dentre aqueles que vivenciarão uma nova realidade e os saudosistas de plantão, daqui alguns anos. Poderá ser em um período próximo, da mesma forma que a tendência seja de demorar um pouco mais ainda. Independente de qualquer uma destas questões, a verdade é que sempre haverá um público para algo. No caso dos animes, que são a maior fonte de existência deste humilde blog, a prerrogativa é tão verdadeira quanto se pode presumir.

Até a próxima!

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domingo, 28 de setembro de 2014

[N! Drops] Set'2014 #54: o final de Glasslip...

Glasslip...
Julgando o que não parece pedir por isso...

Ao mesmo tempo no qual tudo pareceu ser apenas um tenro sonho, dentro de um devaneio mental passageiro, a realidade bateu a porta com extrema força e vigor. Muito embora a frase tenha soado muito mais como um tipo de analogia poética da questão, a grande verdade está no fato de Glasslip ter sido um anime voltado à lhe fazer pensar muito, por mais que a temática não aparentasse isto à princípio.

Esta obra teve seu início envolto por algumas dúvidas, todas elas estando acerca de seu enredo em base. No contexto adotado pelo anime, os personagens Kakeru e Touko possuem um estranho poder de prever o futuro. Mesmo não se tratando de um pulo de tempo mais distante, tal dom já era grande o suficiente para criar certos problemas para a citada dupla. Baseando-se nos conceitos típicos de ficção e drama, Glasslip buscou acentuar-se nesta proposta, não sem antes mostrar um pouco daquilo que mais afligia o seu elenco principal.

Em si, o anime mostrou o desenvolvimento (mesmo que de maneira superficial em alguns momentos) de outros quatro personagens além da dupla Kakeru e Touko. Tratam-se, no caso, dos casais em potencial Hiro e Sachi, Yukinari e Yanagi. As estórias que envolvem estes participantes do anime não possuem um grande mistério e até careceram de alguns pontos de reflexão, mas souberam chamar a atenção (em muito) pela perceptividade emotiva de seus enredos. Enquanto Hiro e Sachi buscavam uma descoberta e a aceitação dos sentimentos pela moça, a dupla Yukinari e Yanagi corria em direção a um tipo de igualização de valores, onde ela sempre sentiu algo de especial por ele, mas este tinha seus olhares voltados para uma outra jovem.

Kakeru.
No início do anime foi mostrado o quanto a Touko era especial para seus quatro amigos daquela pequena cidade. A chegada do Kakeru, contudo, lançou muitas dúvidas para o grupo, em especial na visão do Yukinari e da Yanagi. Uma desconfiança sobre a quietude do rapaz foi lançada no ar e, junto dela, a "descoberta" do estranho poder que ele possui (junto à Touko) colocaram muitos sentimentos em xeque. Momentos de controvérsias fizeram parte da trama, em especial até o décimo primeiro episódio da obra, colocando à vista de quem assistiu o anime muitas ponderações.

Com um décimo segundo episódio extremamente atípico e, ao mesmo tempo, digno de muita racionalização (teorias e ideias sobre o mesmo), as chances do final causam algum impacto mais profundo diminuíram bastante em boa parte do fandom. O anime Glasslip passou a ter que provar seu real valor, justamente no momento mais derradeiro. E o capítulo de encerramento tentou empunhar tal bandeira, muito embora a verdade esteja no fato de mais dúvidas terem surgido ao lugar de respostas (que seriam mais bem-vindas).

A centralização do final esteve, tal como em boa parte do anime, levada adiante pela dupla Touko e Kakeru. Dois enigmáticos personagens em seus conceitos, mas profundamente normais em seus valores. Talvez a palavra "abstrato" defina muito bem o que foi, em tempo, o último episódio de Glasslip. Conversas curtas e diretas, propósitos lançados à esmo no ambiente e a prerrogativa de que o casal principal já se conhecia desde o tempo mais à frente do dito atual lançaram interrogações sobre a consistência do anime em seu enredo. Desnecessário enfatizar que, mesmo com a citada centralização no objetivo, o episódio final ainda conseguiu ceder seu espaço para os outros personagens que mereceram destaque no anime.

Touko.
Com um enredo tão repleto de questionamentos e possuidor de muitas variáveis, seria mais lógico atribuir à Glasslip uma grande perda em sua avaliação final, tanto de pontos para apreciação como de recomendação. Para a minha pessoa isto acabou ocorrendo, mas mesmo tais características ainda conseguiram deixar o anime bem nivelado no todo, sem ser necessária uma comparação com as avaliações atribuídas aos outros animes desta temporada (julho'2014) que continua em seu processo de finalização.

Muito do que foi ressaltado acima se deve a parte técnica do anime que, não apenas atendeu uma prévia perspectiva como também mostrou-se quase impecável. Visualmente, Glasslip é muito bonito de se notar e digno o bastante de muitos elogios. O mesmo vale para sua parte acústica, em especial pelas insert songs e pelo tema de abertura, sendo compostos por melodias calmas e totalmente aprazíveis à ambientação. Estes são dados de profunda relevância para o anime.

A nota de lamentação, entretanto, existe com força para Glasslip. Ao final de tudo, fica no ar o sentimento de que este anime poderia ter se saído bem melhor do que foi. Além disto, mesmo com treze episódios o enredo também careceu de um melhor trabalho. É triste mensurar algo assim. Entretanto, mesmo com tais revés em citação o anime conseguiu nivelar-se de maneira positiva. Foi um drama bem-vindo no geral. Não se trata de um anime que deixará saudades ou que se fará lembrar por muito tempo. Mas, seguramente, Glasslip ainda soube assegurar o seu espaço.

Pontos positivos sempre existirão...

Momento do adeus...
Glasslip
Temporada julho'2014 - Total de 13 episódios

Nota final: seis pontos de dez possíveis
Anime moderadamente recomendado pelo NETOIN!

Até a próxima!

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sábado, 27 de setembro de 2014

[N! Drops] Set'2014 #53: o fim de Mahouka...

Tatsuya, é você?
De problemas na escola ao prenúncio de uma guerra...

Um dos animes de enredo mais curioso neste ano de 2014 chegou ao seu fim, não sem mostrar um pouco daquilo que certamente deverá aparecer mais adiante. Obviamente se fala aqui de Mahouka Koukou no Rettousei, uma obra que utiliza de certos elementos conhecidos de séries como To Aru Majutsu no Index e os lança em um futuro deveras chamativo, no qual a magia tende à superar a tecnologia como objeto de trabalho, estudo e sobrevivência da espécie humana.

O conceito da obra gira em torno de uma Terra que sobreviveu após a Terceira Guerra Mundial, uma vez que tal conflito chegou ao fim apenas com o intermédio da magia. Tal período de lutas bélicas acabou mudando drasticamente o mapa político do mundo. Neste contexto acabou aparecendo a importância carregada pelo nome da família Shiba, mais precisamente nas figuras do jovem Tatsuya e da bela Miyuki. Enquanto ele mostrou-se ser bem reservado e sem nenhuma motivação visual aparente, ela sempre agiu nas conformidades de seu irmão, seja apoiando-o ou defendendo-o de algo ou alguém.

No que tange ao início do anime houveram muitas discussões acerca de um tipo de preconceito existente na instituição de ensino frequentada pelos irmãos Shiba. Alunos de grande potencialidade e de menor poderio com a magia foram separados em duas classes distintas (Bloom e Weed, respectivamente). Tratava-se de um cenário propício aos desentendimentos e combates desenfreados, uma vez que as citadas facções não se entendiam na maioria das ocasiões. Mais adiante, a obra partiu para uma temática mais agressiva em sua estrutura de enredo, começando com um torneio escolar de magia que teve ligação íntima com a chegada de um ataque ao melhor estilo terrorista de ser.

Acima do bem e do mal...
Mahouka Koukou no Rettousei teve na figura da Shiba Miyuki o divisor de águas para a obra. O modo com o qual tal garota se comportara com seu irmão, Shiba Tatsuya, fez com que muitos acabassem se irritando com o anime, abandonando-o. Por outro lado, a ótima sequência de desventuras com ataques terroristas e conspirações políticas acabou rendendo muitas citações positivas para a obra em pauta. O último episódio, exibido na data de postagem deste texto, não apenas mostrou que o Tatsuya era alguém acima dos outros em poderio mágico, como também acabou deixando algumas brechas propositais para uma possível segunda temporada. Entretanto, a prerrogativa do jovem Shiba Tatsuya como sendo um rapaz extremamente poderoso também levou à vários questionamentos sobre a qualidade do roteiro deste título.

Tecnicamente este anime foi um dos melhores do ano, analisando nisto tanto o seu visual quanto a parte sonora. A ambientação, uso de cores e desenho dos personagens foram bem trabalhados. As músicas e efeitos sonoros presentes nesta obra em análise foram extremamente condizentes com a proposta de tal. Destaque claro e direto para os dois temas de abertura e de encerramento. A atuação dos dubladores esteve um tanto acima do ideal, o que representa também um grande positivo à ser aqui citado.

Diante de tudo que foi aqui citado, Mahouka Koukou no Rettousei chegou ao seu final após vinte e seis episódios. Em si, o anime conseguiu agradar mais á minha pessoa do que desagradar, de maneira direta. Mesmo com a existência de episódios extremamente mornos e de pouco impacto no enredo do título, as aventuras proporcionadas pelo elenco de tal foram bem interessantes de serem acompanhadas no todo. Propositadamente, tal episódio deixou algumas lacunas em aberto, o que vem à sugerir que este anime deverá ter uma segunda temporada sendo anunciada. É bem verdade que isto está mais para uma teoria pessoal do que quaisquer outra coisa, mas isto não tira tal ideia de sintonia.

Aguardar é preciso...

Uma felicidade momentânea...
Mahouka Koukou no Rettousei
Temporada abril'2014 - Total de 26 episódios

Nota final: oito pontos de dez possíveis
Anime recomendado pelo NETOIN!

*   Nota Especial   *
Este foi o post de número #1500 da história do NETOIN!.
Agradecimentos à você, por todo o respaldo
 e atenção, nobre visitante.

Até a próxima!

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Lançamento de Dengeki Bunko Fighting Climax se aproximando...

Presença garantida da Misaka Mikoto.
Personagens à arena para a contenda...

Anunciado tem algum tempo, o jogo Dengeki Bunko Fighting Climax (que reúne alguns dos personagens que apareceram em obras publicadas/pertencentes à Dengeki) chegou a sua fase derradeira de apresentação. Tanto isto é verdadeiro que o fighting game já possui sua chamada para televisão (japonesa obviamente), visando atrair uma gama considerável de atenção por parte das franquias envolvidas no título.

À bem da verdade são dois comerciais bem curtos, que somados possuem trinta e um segundos de duração. Em tais, pequenos flashs dos combates desenrolando-se buscam trazer à tona aquilo que o jogo terá para oferecer. Um deles, entretanto, visa mostrar apenas uma parte do elenco, reservando pequena parte do tempo para alguns personagens presentes neste jogo.

Dengeki Bunko Fighting Climax será lançado em novembro, para o console PlayStation 3 e o portátil PS Vita. Os valores de vendas, na conversão para a moeda brasileira, aproxima-se dos cento e setenta e de cento e cinquenta Reais, respectivamente (valores estes sem possíveis impostos de importação). Está chegando o momento de ser ver embates incríveis sendo traçados, unindo figuras carimbadas de vários animes conhecidos e que você, certamente, deve estar no mínimo curioso para saber ainda mais sobre tais.

Aguardar é preciso...

A Flame Haze, Shana, também tem a sua presença assegurada no jogo.
Dengeki Bunko Fighting Climax - Chamadas para PlayStation

Até a próxima!

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