01/09/15 - 01/10/15 ~ NETOIN!

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

[Fim de Temporada] Working!!!

A chamada da vez ficará para...
Até breve, Wagnaria...

Desde a sua real estreia em 2010, Working! se tornou um dos slice-of-life de maior respeito no universo da animação japonesa. Apresentando uma série de personagens com comportamentos únicos e extremamente cativantes, esta série soube agradar muito bem em sua temporada inicial. Um ano depois chegou à receber sua sequência que, forrada de altos e baixos, ao menos soube manter o fator cativante de seu precioso elenco.

A longa espera de quatro anos parece ter valido muito. A terceira temporada do anime, batizada corretamente de Working!!!, conseguiu não apenas apaziguar a baixa receptividade de sua série antecessora, como também conseguiu definir um rumo para boa parte de seu elenco. Neste momento você fecha os olhos, respira fundo, e pensa que tudo na vida tem um ponto final. Isto vale, inclusive, para s desventuras vividas por todos os funcionários do aclamado restaurante familiar Wagnaria.

É bem óbvio imaginar as inúmeras mudanças que ocorreram nos personagens desta obra, entre a primeira e a atual do anime. Pode-se aqui dizer que Working!!! foi extremamente feliz em mostrar, agradavelmente, uma evolução bem condicionada do seu elenco a cada novo episódio, sem que nenhum dos integrantes deixasse de lado o seu comportamento conhecido. Os exemplos são inúmeros, mas citá-los um a um poderia gerar muitos spoilers diretos, então este texto se contentará em resumir a obra desta maneira.

A Mahiru anda saltitante demais ultimamente...
O último episódio do anime foi um convite aberto para a saudade bater à porta. Isto porque certos enlaces foram intensificados, algumas verdades foram jogadas diretamente e os medos que perseguem alguns personagens aparentam ter ganhado maior força, ao mesmo tempo em que para outros tais temores estejam diminuindo gradativamente. O grande ponto positivo desta obra sempre foi a sua honestidade, com um humor leve (forçado em raras oportunidades) e situações que te fazem levar à mais pura reflexão (como síndrome de baixa altura, a androfobia e a paixão compulsiva por coisas baixinhas, dentre tantas outras características mostradas no título). Ao todo, os treze episódios de Working!!! valeram ser assistidos amplamente.

Incrível também aqui mensurar que, tecnicamente, o anime manteve o mesmo foco visual de suas duas temporadas anteriores. Este é um ponto extremamente positivo e bem-vindo, pois a obra sempre apresentou-se de maneira convincente e acolhedora. Se o ambiente e desenho dos personagens mereceram uma menção honrosa, o mesmo pode ser dito da parte acústica. O anime teve grandes destaques em sua abertura e encerramento, extremamente alegres e cativantes. Os efeitos sonoros foram bem básicos e comuns, mas isso não acabou adentrando como um ponto negativo.

É possível mensurar que Working!!! falhou um tanto em não ter se arriscado um pouco mais. Pode ser que isto fizesse bem ou mal ao anime em si. De toda a forma, a recomendação acaba sendo bem positiva, justamente pela simplicidade e honestidade do enredo em si, somado a um excêntrico grupo de personagens que souberam deixar as suas marcas. Com aquele sentimento de despedida e a chamada para um especial de uma hora à ser transmitido em breve, esta obra merece ser por você assistida, nobre visitante.

Isto é o Wagnaria...


"A Yamada continuou aprontando como sempre..."


"Alguém aqui não gosta de ser fotografado..."


"O pai da Mahiru sobre a filha, enfim, arranjar um namorado..."


"Não é difícil imaginar o que pode ter ocorrido aqui..."


Working!!!
Estúdio: A-1 Pictures  /  Total de episódios: 13
Temporada: julho'2015

* avaliação final do anime: 8,0 pontos de 10,0 possíveis *


"O especial com uma hora de duração já promete fortes emoções..."

Até a próxima!

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Carlírio Neto
Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade de minha humilde pessoa.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Podcast piloto sobre mangás #00: obras memoráveis

A chamada da vez.
Uma chamada para a nova ação...

Trata-se de um novo podcast chegando, nobre visitante. Ainda sem um nome propício (o qual você ajudará a escolher, via formulário com link mais abaixo). É um trabalho acústico com foco nos mangás, como o título desta edição inaugural fez assim proceder.

Esta é uma ideia do conhecido podcaster Evilásio, que tem agora como blog particular o Yopinando e que segue também como editor no Animecote.  Além dele, participaram desta edição inaugural a jovem Raphaella (NNR), o sempre carismático Ian e a minha humilde pessoa. O grupo, em si, focou nos mangás que se tem como memoráveis para cada um dos participantes. Foi um tema muito bem trabalhado que, certamente, tem todos os requisitos para ser do seu agrado.

Amigo visitante, além de escutar este podcast, contribua com a escolha do nome definitivo para o mesmo. Opine sobre esta edição inaugural e sugira novos temas (com base em mangás) na área de comentários, seja via Blogger ou Disqus.

Formulário para a escolha do nome definitivo deste podcast

Podcast piloto sobre mangás #00: obras memoráveis

Blogs participantes desta edição

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Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade de minha humilde pessoa.

sábado, 26 de setembro de 2015

[Fim de Temporada] Saint Seiya: Soul of God

A chamada da vez.
A luz dos Cavaleiros pairou na terra de Asgard...

Parece até um convite de retorno para a década de 1990. Saint Seiya é uma franquia que, dificilmente, será esquecida um dia. Seja pela vontade do fandom ou pela insistência comercial de seus responsáveis. Independente de quaisquer um destes fatores, as lutas para proteger a Deusa Atena e as pessoas da Terra sempre terão um ponto culminante para conversações, trocas de ideias e afins. Aliás, 2015 acabou reservando mais um capítulo disto tudo.

Tendo estreado na temporada de abril'2015, Saint Seiya: Soul of God é uma obra que realmente auxilia a dar veracidade no todo que foi descrito mais acima. Sua história e ambientação se passam paralelamente à Saga de Hades, onde os Cavaleiros de Bronze estão batalhando contra Hades, buscando salvar a Atena e impedir que o Sol se escureça para sempre na Terra. Neste meio tempo os Cavaleiros de Ouro, que auxiliaram os demais guerreiros na destruição do Muro das Lamentações, acabaram ganhando uma nova vida temporária em solo terrestre visando, assim, banir um outro mal que assolava novamente a região conhecida como Asgard.

Tal local, situado no extremo norte do mundo, estava envolvido novamente por uma trama visando a dominação global. Tendo o Aioria de Leão como personagem de maior importância desta saga, o anime começou mostrando a chegada dele à Asgard e o reconhecimento da ambientação por parte do mesmo. A hostilidade, emanada por um poderoso e desconhecido cosmo, voltava às antigas falácias desta gélida terra merecer ter a luz do Sol para si, dentre outras vertentes.

De maneira gradativa, os demais Cavaleiros de Ouro foram reaparecendo, auxiliando assim a enriquecer a trama e o seu desenvolvimento. Junto deles se fizeram presentes os (novos) Guerreiros Deuses de Asagard, desta vez liderados por um incógnito homem chamado Andreas Rize, sendo ele mais tarde reconhecido como uma divindade de nome Loki. Diante de todo o escopo explanado, nota-se que Saint Seiya: Soul of God não fugiu em nenhum momento das máximas conhecidas sobre a história e desenvolvimento de personagens desta conhecida série.

Se aproxima o momento do combate derradeiro.
O episódio final, exibido nesta semana, conseguiu apaziguar quase todos os pontos críticos que puderam ser encontrados ao longo da exibição desta obra. Isto porque, nos momentos derradeiros, o combate dos Cavaleiros de Ouro ante o Loki conseguiu agradar e emocionar. Por mais que o conteúdo do embate em si possa ter soado com muita previsibilidade, a verdade é que o envolvimento e o modo como tudo aconteceu foi muito digno de nota. Não se tratou unicamente de um momento saudosista, mas sim de que foi notório o bom trabalho ali executado. Ao final de tudo, minha humilde pessoa não conseguiu conter as lágrimas que cismavam ardorosamente em cair.

Entretanto, cabe aqui ressaltar que o capítulo final soube diminuir as tensões negativas provocadas pelo próprio anime, em específico no tocante ao enredo. Algumas falhas puderam ser observadas no envolvimento do elenco, sobretudo em um subaproveitamento de alguns dos Cavaleiros de Ouro. Os próprios Guerreiros Deuses de Asgard tiveram ações um tanto quanto aquém do que poderia se esperar deles. Talvez o número de episódios não tenha sido o adequado mas, de toda a forma, a obra apresentou um enredo não muito bem trabalhado no geral.

Tecnicamente, o anime também mais decepcionou do que agradou. Houveram sim momentos de grande primor na obra, em especial nos seus combates, mas foi mais do que notória a deficiência na elaboração dos cenários, na movimentação e no desenho dos personagens (além de algumas CGs que foram pouco harmoniosas). Neste escopo visual, a conhecida saga acabou não sendo trabalhada como merecia. Contudo, o selo de qualidade acústico foi mantido com primor neste título. O tema de abertura, com uma leve alteração, trouxe à mente as mais diversas lembranças acerca de Saint Seiya. O encerramento também soube atingir em um bom ponto. Os efeitos sonoros foram os mais clássicos possíveis.

Conclusivamente, Saint Seiya: Soul of God acabou merecendo uma recomendação positiva. Por mais que certas falhas possam ter soado como imperdoáveis, o anime acabou agindo de maneira certeira nos momentos mais oportunos. Dificilmente esta saga do universo de Saint Seiya será lembrada por um longo período. Mas, seguramente, foi muito bom ver os Cavaleiros de Ouro como protagonistas de toda a ação.

Avante, Cavaleiros de Atena!


"Loki, o falso Deus de Asgard..."


"O Cavaleiro de Touro em ação..."


Saint Seiya: Soul of God
Estúdio: Toei Animation  /  Total de episódios: 13
Temporadas: abril e julho'2015

* avaliação final do anime: 6,5 pontos de 10,0 possíveis *


"A armadura de ouro em sua forma divina..."

Até a próxima!

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Carlírio Neto
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

[Guest Post] Opinando sobre Owari no Seraph e Hibike! Euphonium...

A chamada da vez.
Uma chamada convidativa...

Opiniões sempre são bem-vindas. E este humilde blog na internet tem buscado atender o anseio de quem deseja ter, aqui, as suas palavras sendo publicadas. Com o retorno às atividades normais, aos poucos os textos de convidados irão aparecer com toda a honraria possível.

Convém aqui ressaltar que, nestes meses com problemas técnicos, o NETOIN! recebeu algumas chamadas para posts convidados em sua Fan Page no Facebook. Minha pessoa muito se alegra com isto e informa que, à partir de agora, todos serão atendidos como merecem, mostrando que o respeito e a dignidade tem de ser mantidos sob qualquer hipótese.

Na presente oportunidade, uma jovem visitante que muito aqui comenta, chamada Elisabete, exibirá aqui as suas ideias finais sobre dois animes da temporada de abril'2015, sendo eles Owari no Seraph e Hibike! Euphonium. Ao final de ler o texto dela, você poderá conhecê-la também em seus profiles no Twitter e MyAnimeList, cujos links estarão disponíveis no rodapé deste post.

Desde agora, tenha uma boa leitura.

Notas sobre Owari no Seraph...

Owari no Seraph.
Bom, está quase para começar a nova temporada de animes em outubro, com a renovação de alguns nomes e continuações de outros, e uma dessas continuações se tratará de Owari no Seraph 2nd Season.

Para ser sincera, a primeira temporada deste anime me decepcionou bastante. Era algo que eu estava com bastante expectativa devido a prévia, toda merchandising, traços, os cenários. Mas nem com todos estes recursos, a franquia teve uma evolução para alguma coisa grandiosa.

Uma das coisas em que o anime mais se perdeu foi na lentidão dos episódios. Muitos deles foram parados. Gostei bastante do primeiro, apesar do famoso clichê embutido (a história do vírus e toda aquela enrolação conhecida). O anime não foi de todo mal, mas uns oitenta e cinco porcento dele deixou muito à desejar para mim (poderia ter sido uma história um pouco melhor).

Agora, aqueles episódios finais me deixaram um pouco curiosa, principalmente em relação ao porque do Exército Imperial Demoníaco Japonês manter os vampiros encarcerados para realizarem experiências, e também na relação com o Yu ter perdido o controle pela utilização daquele comprimido. Com esses acontecimentos noto que algo grande deve ter ali, mas não sei qual será o grande objetivo. Pode ser que tal vírus apocalíptico não fosse intencional. E ainda tem aqueles outros seres chamados de Quatro Cavaleiros de John.

Analisando por este lado, ainda tem muita água para rolar em Owari no Seraph. Espero que a nova temporada seja melhor, que pelo menos façam algo valer nela. Não estou com tanta expectativa assim, mas irei assistir o desenrolar da trama de qualquer forma.

Sobre Hibike! Euphonium...

Hibike! Euphonium.
Para falar um pouco de Hibike! Euphonium, digo que o anime foi muito satisfatório, sendo bem trabalhado, com uma animação ótima, momentos com aquele espírito de equipe e tantas outras coisas.

Confesso que eu não tinha gostado muito do começo. Porém, quando apareceu que por "passe de mágica" o Taki-sensei, vi nele o responsável pela história ir adiante. Ele não era nada do tipo de professor que eu imaginava. Os métodos que ele usava para fazer os alunos treinarem, de forma bem rígida para darem o seu melhor, foi algo que gostei muito de ver.

Depois que teve o primeiro festival, comecei a observar o desenvolvimento dos alunos e também como tudo aquilo foi se encaminhando. Notei as dificuldades que os alunos enfrentavam para melhorar, os dramas de cada um e que todos, de alguma forma, iam se ajudando como podiam. Foi bonito ver o espetáculo do final, onde tudo acabou dando certo e também a ideia filosófica, de que sozinhos podemos fazer coisas incríveis, mais juntos vamos mais longe.

Em resumo, gostei muito deste anime.

Agradecendo ao nobre Carlírio pela oportunidade.
Espero que você, que visita este blog, tenha
gostado do meu pequeno mas sincero texto!

Até a próxima!

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Conheça um pouco desta visitante...
Elisabete Nunes
Elisabete_9207, adoradora de animes e que também ama a arte de desenhar. Universitária, vibrante e uma elfa que vive à cantar por aí...

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

[Fim de Temporada] Akagami no Shirayuki-hime

A obra da vez.
Algo próximo do impecável...

Akagami no Shirayuki-hime teve um início despretensioso, no que se refere aos seus quatro ou cinco minutos iniciais do primeiro episódio. O que se viu na sequência foi uma boa história em plena formação, com personagens dignos (tanto os protagonistas como também os secundários), uma ambientação bem trabalhada e um visual de simplesmente fazer com que aquele sorriso sincero sempre viesse à tona na face de minha pessoa. Um anime que mostrou ter brio, uma direção competente e um nível de carisma bem considerável.

Foram doze episódios nos quais o sentimento foi uma vertente, porém distante de ser o único alicerce de sustentação deste anime. Uma inicial busca de fuga fez com que a jovem Shirayuki descobrisse um novo rumo para a sua vida, especialmente após ter conhecido acidentalmente um rapaz de nome Zen. O que parecia ser uma obra ao acaso foi se convertendo, aos poucos, em algo que iria além de apenas uma conduta entre amigos. O primeiro episódio, em si, já havia mostrado quem era realmente o moço que acolhera a fugitiva do reino vizinho. Muito mais do que isto, tinha deixado em evidência que nesta obra a palavra "valor" possuiria um significado mais amplo do que se poderia especular.

Na medida em que os episódios eram exibidos, Akagami no Shirayuki-hime foi mostrando os pontos fracos do elenco e, paralelamente, o crescimento do mesmo mediante as mais diversas ocorrências. Certas temáticas de respaldo foram também citadas e trabalhadas no decorrer deste anime, estando entre as quais o preconceito de classes sociais, a desconfiança e as vertentes do sentimento humano. Tudo isto foi sendo dosado e explanado a cada capítulo, sem nenhum tipo de sobre-passo ou algo que pudesse tirar o sentido dos eventos em desenvolvimento.

É válido aqui ressaltar, de maneira intuitiva, o quanto que a Shirayuki mostrou ser uma pessoa forte, com ímpeto e muito humilde. Ela foi uma protagonista digna de elogios, enfrentando os desafios do cotidiano de frente e buscando vencê-los dentro de uma perspectiva coerente e saudável. A moça, detentora de belos cabelos vermelhos e quase uma mestra herborista, mostrou possuir uma afinidade notável com os seus sentimentos mais profundos, além de ter um grande senso de justiça no seu comportamental. Realmente, uma moça cativante e carismática. Não muito diferente era o jovem Zen, dotado de grande senso comum e totalmente contrário à qualquer tipo de injustiça. Ele percebera, na Shirayuki, alguém com quem poderia realmente se abrir em sua vida e lhe acompanhar em todos os momentos da mesma. A segunda metade do anime mostrou bem que ele não está imune aos conflitos sentimentais internos (o ciúme básico está nele presente), mas o jovem príncipe é mesmo mais protagonista de alto respeito nesta obra.

O olhar penetrante da Shirayuki...
É importante lembrar que o último episódio deste anime pouco acrescentou à trama em si. Akagami no Shirayuki-hime evidenciou, assim, que seu objetivo com estes doze episódios foram totalmente cumpridos, indo desde o contato inicial da dupla de protagonistas até deixar claro que o sentimento entre ambos é o amor mais puro e respeitoso que existe, fortalecido massivamente após ter passado por algumas provações. Convém destacar que o fluxo de enredo existiu, mas alguns capítulos acabaram mostrando carecer de uma ocorrência à mais, algo que instigasse a curiosidade ou fizesse um apontamento mais aguçado no envolvimento do elenco. Isto caracterizaria a perfeição no anime, caso viesse à tona.

Com a segunda temporada anunciada há algumas semanas (para janeiro'2016), este anime provavelmente deverá elevar o grau de seu enredo na citada sequência. Aceitando como verídico o fato de que esta temporada teve as apresentações como sustentação, é possível imaginar que a continuação do título em pauta deverá apresentar mais elementos de atenção, incluindo nisto algum conflito (necessário para a elevação da obra em si). De toda a forma, pode-se afirmar categoricamente que as aventuras de Shirayuki e companhia acabaram sendo uma ótima experiência, em um ano no qual os shoujo animes realmente têm sabido despontar positivamente.

Tecnicamente, o estúdio responsável pelo anime fez um trabalho digno de muitos elogios. O visual da obra pode ser mensurado como o mais bonito da temporada e um dos mais bem apresentados de 2015, tanto pelo desenho dos personagens como (e principalmente) pela sua ambientação vívida, caprichada e atraente. O uso das cores salta aos olhos com extremo vigor, tanto quanto os mínimos detalhes presentes em cada episódio. Na parte acústica a obra não acabou se sobressaindo tanto quanto no visual, mas é inegável aqui ressaltar que tal característica acabou combinando perfeitamente com a sequência do enredo. Uma sensível harmonia.

Não basta apenas a recomendação positiva. Akagami no Shirayuki-hime mostrou ser um verdadeiro prêmio para a temporada de julho'2015, por tudo que foi descrito neste post e muito mais. O anime poderá consolidar um espaço merecido no conjunto de obras com destaque, neste ano. É uma obra que não preza unicamente o capricho visual, mas também pela qualidade do elenco e enredo. E isto, no todo, é digno o bastante dos mais sinceros aplausos.

Avante sempre...


"Um belo exemplo de vilão que é o herói..."


"O sentimento existente..."


"O sorriso final..."


Akagami no Shirayuki-hime
Estúdio: Bones  /  Temporada: julho'2015


* avaliação final do anime: 9,0 pontos de 10,0 possíveis *


"Uma demonstração de carinho quase única..."

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Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade de minha humilde pessoa.

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