01/01/16 - 01/02/16 ~ Netoin!

domingo, 31 de janeiro de 2016

[Volta ao Passado] Sakura e a mãe da Tomoyo...

A capa do momento.
Um encontro majestoso...

Ainda no dia anterior, na escola, a Tomoyo resolveu falar a Sakura para que ela fosse até a sua casa no domingo. A jovem Daidouji escondeu a razão da caçadora de cartas, que aceitou o convite sem pestanejar, mesmo tendo aquela curiosidade sobre a razão para tal chamada. Normalmente, seria uma visita social entre amigas à casa de uma delas, totalmente natural. E ainda tem o peso de que, em eventos anteriores, a mãe da Tomoyo reencontrou o pai da Sakura após muitos anos (e ela, obviamente, não gostou muito disto).

Uma carta Clow escondia a rela razão da Tomoyo ter chamado a Sakura para sua casa (ou melhor, para a sua mansão). Mas a sempre simpática moça de longos cabelos escuros aproveitou bem a oportunidade, mostrando para a visita o seu grande hobbie em evidência (vídeo) e o seu dom único para a criação de fantasias. Nisto, a mãe da Tomoyo chegou e chamou ambas, filha e amiga, para irem comer um bolo no jardim da mansão. Tem-se, neste exato momento, alguns dos melhores momentos do décimo primeiro episódio de Sakura Card Captor.

A dona da fábrica de brinquedos Daidouji, Sonomi, já tinha ficado perplexa com a beleza da Sakura, durante o evento desportivo na Escola Tomoeda. Agora, tendo uma tarde inteira à disposição, a mãe da Tomoyo mostrou que é uma mulher honrosa, amável, mas que guarda em seu coração certas "mágoas" do passado, todas elas envolvendo diretamente o pai da Sakura (por ele ter se casado com sua prima, Nadeshiko, que era a mãe da pequena caçadora de cartas Clow). Isto não era algo limitado à ela, mas era impossível não admirar as falas e expressões da Sonomi ao se recordar dos eventos de um passado distante.

A mãe da Tomoyo: felicidade e raiva em momentos distintos.

Este episódio teve uma importância notória ao anime, por mais que o seu fluxo tenha sido tranquilo em demasiado. Os pontos de maior destaque ficaram por conta da Sonomi, a mãe da Tomoyo, que dedicou seu curto tempo livre para conhecer um pouco mais a Sakura. Ela mostrou ser uma mulher honrosa, não apenas pelo seu presente momento na vida, como principalmente por honrar a filha de sua amiga (lhe tirando uma dúvida crucial que a pequena tinha quanto ao próprio pai, inclusive). A Tomoyo também mostrou, de maneira legítima, o quanto ela preza pela sua amizade para/com a Sakura.

Talvez este episódio possa ser melhor definido como uma continuidade dos eventos anteriores, referentes ao festival esportivo escolar. De outra maneira, as ações e diálogos nele presente foram límpidos e certeiros. Você, visitante, se sente "parte do episódio" quase na totalidade, graças à simplicidade e honestidade de cada palavra deferida pelos personagens presentes. Sobretudo, as lembranças de Nadeshiko são lindas, bonitas e legítimas, tudo graças à Sonomi e sua inabalável paixão pela finada prima.

Sakura Card Captor teve muitos episódios dignos de nota, e o mensurado neste post foi um deles. O anime soube trabalhar bem este aspecto, na sua totalidade. Mas, por agora, pode-se afirmar com alegria que a Tomoyo teve um belo modelo de vida à seguir. A Sonomi deve se orgulhar muito disto.

E assim se segue...

Momentos...


"A surpresa da Sakura com a sala de vídeos da Tomoyo..."


"Tomoyo e seus dotes para a criação de roupas..."


"Quando uma carta Clow sela os maiores da Tomoyo e de sua mãe..."


"O maior tesouro que vem do casamento de alguém muito especial..."


Sakura Card Captor
Episódio #11: "Sakura visita a mansão de Tomoyo"


"O maior tesouro da Tomoyo é..."

Até a próxima!

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Carlírio Neto
Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade de minha humilde pessoa.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

[Semanal] Musaigen no Phantom World #4 - Família de mentira

A chamada natural.
Um episódio dedicado à Reina...

O quarto episódio de Musaigen no Phantom World foi a extensão perfeita de seu capítulo predecessor (relembre-o ao clicar aqui). Basta aqui mensurar que, em meio aos eventos da semana passada, a jovem Reina (que pode engolir Phantoms e possui um grande apetite) acabou demonstrando certos anseios às escondidas, como quem via tudo ocorrer ao redor e amadurecia certas ideias em mente, com relação ao todo. Ela sempre teve um comportamento mais tímido e, desde tal episódio, a minha pessoa questionava-se se o anime trabalharia isto de alguma forma.

A dúvida do parágrafo acima acabou sendo amplamente respondida no quarto capítulo deste anime, visitante. E de uma maneira muito interessante, bem trabalhada, mesmo que lotada de clichês (que acabaram prestando um serviço dos melhores nesta oportunidade). Ao ver o início do episódio, entretanto, tinha-se a vaga ideia de que o mesmo poderia ser bem simples (com a Reina comendo o quanto pudesse em um restaurante). Embora tenha sido divertido, tal momento dava certas ideias precipitadas sobre o capítulo em si.

A Mai, a Ruru e o Ichijou são, verdadeiramente, uma extensão familiar mais feliz para a Reina, que carrega em seu coração e mente uma tristeza muito grande. Tal sentimento provém de certos eventos familiares, que envolvem uma briga entre seus pais e a irmã mais velha dela, que acabou saindo de casa. Além disto, a jovem caçadora de Phantoms teve contar aos seus responsáveis sobre suas atividades na escola, em especial no que tange ao clube do qual ela participa. A personagem vai sempre feliz à escola e volta triste para casa, em um modal comportamental que é bem fácil de ser compreendido.

Orelhas de coelho...
Graças à tudo que está preso dentro de si, a Reina acabara sendo enfeitiçada por um Phantom em formato de ônibus, que a levou diretamente para o reino de seus pensamentos mais profundos. E, em sua mente, uma família vivia feliz e em harmonia. Com o súbito auxílio da Minase e sua reflexão, o Ichijou e a Mai foram ajudar a comedora de Phantoms. No entanto, ambos acabaram sendo também "vítimas" do dito feitiço e foram acolhidos como parte da família dela, a Reina, tendo como pais dois coelhos carinhosos e se tornando, também, membros de tal espécie animal (ao menos, com suas orelhas fofas).

O fluxo do episódio seguiu de uma maneira muito convidativa até o seu final, destacando-se a Reina como centro das atenções e a Ruru como a personagem que não sabe a hora de ficar quieta. Os minutos que encerraram este capítulo do anime foram muito bons, dignos de nota e, sobretudo, deram uma excelente ênfase ao significado da palavra "família" em si. Grandes amigos fazem um laço familiar entre todos os coligados, confidenciando alegrias e temores, mostrando expectativas, traçando objetivos, dando e recebendo opiniões, além de muitos outros fatores. Possivelmente, assim a Reina estava visualizando a Mai, o Ichijou e a Ruru. É um pensamento válido, mas no qual faltava uma certa dose de coragem na jovem em pauta, para que a afirmativa sobre amizade tivesse real poder de validação.

Musaigen no Phantom World teve, desta maneira, um episódio digno de nota. O roteiro deste capítulo foi o melhor do anime em quatro episódios exibidos, tanto na apresentação visual como na maneira que foi trabalhado. Não é possível aqui mensurar se este será o foco do anime daqui por diante, mas é certo afirmar que mais momentos de drama haverão de surgir. E, de momento, a Reina pode se sentir feliz por muitas razões, pois as suas "duas famílias" estão seguindo adiante em um rumo certeiro e justo.

E assim se segue...

Momentos...
Clique nas imagens para vê-las em tamanho real


"A imagem acima, em movimento, é uma parte ímpar do episódio..."


"Esta é a Reina, após ter comido muito e bem..."


"Quando algumas verdades são ditas..."


"A compreensão familiar que a Reina sempre sonhou..."


"Não é o 'Dango Daikazoku', mas cumpre o seu bom papel..."


"O choro da mãe, ao ver a filha regressar ao lar..."


"Lágrimas de um receio forte..."


"O sorriso sincero e feliz..."

Até a próxima!

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Carlírio Neto
Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade de minha humilde pessoa.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

[N! Drops] Jan'2016 #6: o universo de Grimgar...

A capa da vez.
Um mundo à ser explorado...

Visitante, em algum lugar de sua mente já deves ter se imaginado em um lugar diferente, geralmente onde há uma aventura em sua pronta espera. Casas construídas no modal mais medieval, armas para serem construídas e/ou melhoradas, vestimentas à serem adquiridas e muitos combates na espera de sua pessoa. Um verdadeiro jogo de aventura com elementos de RPG para a satisfação ser quase absoluta, pois a mesma poderá ser total se você estiver acompanhado de uma turma nesta jornada.

Embora soe como um clichê básico e persistente, a verdade é que o anime Hai to Gensou no Grimgar (ou unicamente Grimgar) te faz este simpático convite sem nem insistir muito. O anime tem a premissa de que um grupo de jovens amigos está em um mundo diferente do nosso, tendo que vivenciar um novo cotidiano e desbravar aquilo que o mesmo tem para oferecer, principalmente no que tange à aventura pela sobrevivência. Tratam-se de seis jovens que devem vencer monstros, conhecerem-se ainda mais e adentrarem em uma aventura cada vez mais profunda.

Ao longo de três episódios, o que se pôde notar (de longe) é que o maior ponto positivo de Grimgar está resguardado ao seu visual. São belos demais os cenários deste anime, que parecem terem sido pintados à mão e assim lançados no trabalho final. Isto acaba formando um interessante contraste, uma vez que tu nota em movimento apenas os personagens e/ou alguns poucos elementos do ambiente. E no que tange ao elenco em si (tecnicamente), pode-se aqui afirmar que a A-1 Pictures está fazendo um trabalho primoroso.

Falando nos personagens, o grupo principal dividido em classes (o que fez a minha pessoa se recordar de como escolher as jobs em jogos como Final Fantasy I e Final Fantasy Tactics). Temos um ladrão (Haruhiro), um sacerdote (Manatsu), uma maga (Shihoru), uma caçadora (Yume), um cavaleiro negro (Ranta) e um guerreiro (Mogzo). Além de seus atributos de batalha, cada um dos jovens citados possui um comportamento próprio, incorporando diferentes maneiras de ver e/ou analisar os momentos vividos pelos mesmos. Como já foi mensurado mais acima, eles tem de viver de alguma maneira neste mundo novo e, em paralelo, se conhecem cada vez mais (o que promove algumas ligações já esperadas).

Durante as batalhas, algo parece "não estar certo".
Interessante aqui frisar que, ao menos neste início, os seis aventureiros realmente não possuem o toque necessário para a batalha. Mesmo em um numeroso grupo, mal conseguem enfrentar um simples Goblin (isto muda gradativamente). Além disto, a maneira que alguns deles tem de agir e pensar (como no caso do Ranta) costuma causar certa raiva neste humilde blogueiro. Mas a serenidade do Haruhiro e a sinceridade da Yume auxiliam a causar um positivo efeito contrário. Em comum, os seis jovens se deparam com diversos elementos de seu mundo original, mas não conseguem se lembrar para o quê os mesmos serviam (nem tão pouco dos nomes de tais objetos). De maneira chamativa, a lembrança vaga deles poderá significar algo para este anime, mais adiante.

Apesar de toda a beleza que a obra possui, não pense você que certos elementos violentos não se fazem presentes. Durante as lutas, é possível ver sangue e certos golpes sendo desferidos contra os inimigos do grupo. Os gritos de dor, geralmente partindo dos Goblins, é algo que se leva em consideração pelo fato do pavor que acaba causando. O terceiro episódio, inclusive, mostrou uma cena que pode ser analisada como "covarde" por parte dos aventureiros, ao atacarem um inimigo que estava dormindo. Não é algo que simplesmente acabe com a experiência de se assistir este anime, mas realmente poderá te fazer entrar em um estado de grande reflexão.

Mesmo para um início de jornada, Grimgar tem pecado na velocidade com a qual o seu enredo tende à se desenrolar. Uma vez que a obra terá doze episódios, avançar em certos momentos seria demasiadamente bem-vindo. Outro ponto que tem causado discordância no fandom está justamente nos momentos ecchi apresentados no anime até aqui, considerado como desnecessários por várias pessoas (para este blogueiro, tal afirmativa procede na maior parte do tempo). Além disto, certas piadas pouco engraçadas tem se repetido com alguma constância, o que realmente poderá fazer com que você "torça o nariz" para a obra em si, nobre visitante.

Apesar dos pontos negativos presentes (e bem visíveis) neste anime, é possível (e justo) aqui mensurar que Grimgar merece ser indicado. A obra clama pela sua atenção justamente naquilo que a mesma se sai melhor. Levando em consideração como a história desenvolveu-se um tanto à mais no terceiro episódio, esperar por uma melhora cada vez mais constante é algo bem-vindo. O anime tem, assim, uma avaliação inicial positiva. Possivelmente, estes seis jovens aventureiros aparecerão mais vezes aqui no NETOIN!.

Aguardar é preciso...

Momentos...
Clique nas imagens para vê-las em tamanho real


"Os preparativos para o combate que se aproxima..."


"Algo parece não ter saído de acordo com o planejado..."


"Quando se faz algo do que não se lembra o que é..."


"Preparando-se para a ação..."


"Exaustão..."


"Uma arte das mais bem feitas..."


"A arte feita à mão é uma ótima característica deste anime..."

Até a próxima!

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