Netoin!

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Kyoudai Podcast #93 com um anime da temporada!


Momento de racionalização...

A série acústica Kyoudai Podcast acabou de chegar na sua nonagésima terceira edição. Uma vez mais, o tema tratado baseou-se no pleito encerrado em fevereiro deste ano, onde você ajudou a escolher três temáticas passadas que seriam retrabalhadas neste podcast, nobre visitante.

Tendo a ideia acima como alicerce de ação, saibas que assistir e comentar ao vivo um anime da temporada foi o tema escolhido para a presente ocasião. Um dos participantes escolheu a obra "a dedo", e trouxe a mesma para ser assistida por todos os colegas do Kyoudai Podcast. Quanto ao veredicto final, somente escutando até o final tu poderá ter a ideia das três quatro avaliações recebidas por Shoumetsu Toshi (AniList; MyAnimeList) em seu primeiro episódio.

Quanto a equipe desta gravação, é óbvio citar aqui o nobre Evilásio como líder e orientador deste podcast. Na sequência tem-se o jovem Yuri e seu extremo opinativo sobre o estúdio Madhouse. A nobre Raphaella foi quem escolheu o anime, sendo que suas risadas ao final do episódio registraram bem a opinião final dela. E a minha pessoa encerra a lista de participantes como, quase sempre, sendo mais "bondoso" com animes em si (tal como a obra em pauta).

A seção Recadinhos do Padrinho #26 não foi ao ar. Mas tu poderá ter um pouquinho daquele que virá a ser um dos novos símbolos do Netoin!, sendo ele "o mascote do mascote". Novidades para breve.

E agora é com você. Acesse o podcast através dos links presentes mais abaixo. Comente e dê sugestões. A equipe do Kyoudai Podcast sempre agradecerá muito por isto.

E assim se segue...


Kyoudai Podcast #93 com um anime da temporada (via YouTube)
clique aqui para acessar

Acompanhando o Kyoudai Podcast #93
00:00 - apresentações e introdução
01:39 - comentários do Kyoudai Podcast #92
09:17 - pauta central do podcast
01:04:54 - considerações finais



Blogs participantes deste podcast
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Carlírio Neto
Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade de minha humilde pessoa.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

[Volta ao Passado] Relembrando a temporada de abril em 2009...


Boas lembranças...

Eis o primeiro post de abril. E com ele, vem à tona lembranças de uma época bem passada, típica e propícia para esta seção. Na verdade, a viagem do tempo da vez lhe guiará para os animes que estrearam na temporada de abril-2009. A safra animística da ocasião em pauta foi deveras interessante, nobre visitante, na qual muitos títulos despontaram com grande fascínio, enquanto outros adquiriram seus espaços com o passar de suas respectivas exibições.

Diversas obras chamaram a atenção do grande público. Nomes como Phantom: Requiem for the Phantom, Sengoku Basara, Cross GamePandora Hearts e Ristorante Paradiso aparecem de imediato na mente deste blogueiro pois, na época em pauta, foram animes que acabaram chamando a atenção do fandom. Contudo, foi em abril de 2009 que estreou a primeira parte de Dragon Ball Kai, conhecida em tal ocasião como a contagem verdadeira dos eventos de Dragon Ball Z, no qual os conhecidos episódios fillers eram desconsiderados. Full Metal Alchemist: Brotherhood também muito ganhou a atenção do público, graças a sua proposta de se manter fiel à história contada no mangá na obra.

Porém, a temporada em pauta também apresentou obras que não agradaram a maior parte do fandom, ou que chamaram a atenção pela famosa curiosidade de momento. Senjou no Valkyria: Gallian Chronicles pode ser citado como exemplo de título pertinente para esta categoria. A comédia romântica Hatsukoi Limited também entra nesta lista. Natsu no Arashi era esperado por muitas pessoas e, este blogueiro bem se recorda, críticas severas foram feitas ao anime. Para finalizar, o OVA Issho ni Training: Training with Hinako muito atiçou a curiosidade do público da época por suas "aulas sobre ginástica em casa", ficando apenas nisto mesmo (favor prestar atenção nas aspas, nobre visitante).

 Saki.

A minha pessoa assistiu a vários dos animes que foram citados nos parágrafos acima, ao mesmo tempo no qual outros nomes ainda irão ser devidamente assistidos, isso em algum momento futuro. A verdade é que, além de tais obras, quatro em especial estão presentes na memória deste humilde blogueiro até hoje, mesmo após longos dez anos terem se passado. Talvez porque, em tal oportunidade, a sina pela animação japonesa era muito grande (da parte deste blogueiro) e, realmente, alguns títulos acabaram caindo em um tipo de graça pessoal (para mais ou para menos).

Nestes termos gerais, o anime Saki acabou proporcionando um bom divertimento. Foi com esta obra que a minha pessoa teve o primeiro contato com o mahjong, ainda mais em uma animação. A obra, ao longo de seus vinte e cinco episódios, proporcionou um tanto da prática do mahjong em si. Na verdade, o jogo em si serviu como pano de fundo para o real foco da obra, que esteve no shoujo-ai com desenvolvimento bem honesto. Obviamente, durante as jogatinas o grande destaque se deu com os efeitos especiais a cada lance de grande pontuação.

Música e slice-of-life nunca haviam combinado tão bem (ao menos até o referido momento) como em K-ON!. O estúdio Kyoto Animation estava realmente com sua agenda cheia naquele ano, e esta era a sua terceira animação em 2009. Na obra em pauta, a simpática Hirasawa Yui estava ingressando no ensino médio e, entre outras coisas, procurava por um clube para suas atividades extras. Embora o que ela adentrou tivesse "música leve" em seu nome, a verdade é que ela (junto de Mio, Tsumugi e Ritsu) formaram um quarteto que aprendeu muito em grupo, com direito a muita descontração e ótimos momentos com chá e bolo na sala do clube.

Suzumiya Haruhi no Yuuutsu (2009).

Se existe um anime que foi categórico para a minha pessoa em tal temporada, este foi Higashi no Eden. Por mais que seu contexto soasse meio confuso nos primeiros episódios, a verdade é que a história soube prender a atenção de minha pessoa, em especial pela emblemática acerca do "salvamento do Japão" por meio dos Selecao (sem o til mesmo). Com isso, apareciam questões sobre confiabilidade, sociedade e perspectivas da juventude nipônica quanto ao seu futuro (com grande e irrefutável referência ao fenômeno NEET). A abertura deste anime sempre será um grande e irretocável destaque. Os filmes que vieram em 2010 deram os acordes finais à história desta obra (muito embora o resultado obtido não tenha sido, exatamente, do agrado de boa parte do público à época).

Por fim, este anime em especial teria de ser citado, muito mais por uma sequência de seus episódios em particular do que qualquer outra coisa. Até porque, de vinte e dois capítulos exibidos entre maio e setembro de 2009, Suzumiya Haruhi no Yuuutsu 2nd Season teve uma repetição no enredo em oito deles, evento este conhecido como o clássico Endless Eight (depois de suas exibições, a minha pessoa passou a ter um respeito ímpar pela Nagato Yuki, além do próprio Kyon). Era o quarto anime da Kyoto Animation no ano em pauta e, com ele, a Suzumiya Haruhi tanto ganhou novos fãs, como também perdeu antigos seguidores.

No geral, nobre visitante, a proposta da seção Volta ao Passado é esta mesma, de trazer velhas lembranças à tona, independente da mesma serem boas ou ruins. Entende-se melhor isso como uma troca de experiências. No caso deste post em particular, o saudosismo bateu com força e trouxe, consigo, quatro obras que não saem da mente deste humilde blogueiro. Quem sabe, nos próximos textos desta mesma seção, outras temporadas poderão ganhar também o mesmo nível de atenção.

Aguardar é preciso...

Momentos...


"Saki e seus momentos iniciais..."


"K-ON! e boas tomadas do seu episódio inicial..."


Relembre os chats da temporada animística de abril-2009


"Uma clássica imagem de Higashi no Eden..."

Até a próxima!

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sábado, 30 de março de 2019

[Fim de Temporada] Kaguya-sama wa Kokurasetai: Tensai-tachi no Renai Zunousen


Potencial bem aproveitado, mas...

Um dos primeiros animes no qual este humilde blogueiro "bateu o olho" nesta temporada foi Kaguya-sama. Na verdade, o título em si é bem mais comprido do que este, sendo ele Kaguya-sama wa Kokurasetai: Tensai-tachi no Renai Zunousen (conhecido melhor pelo diminutivo Kaguya-sama: Love is War, que no português seria Kaguya-sama: O Amor é Guerra). E tenha certeza, visitante, que assisti-lo em grupo (call com amigos) foi uma experiência deveras gratificante, muito embora a obra em si tenha falhado algumas vezes em manter a sua consistência.

Antes de tudo, vale aqui mensurar o básico deste anime, cujo mangá que o originou é um seinen. Esta obra possui um tanto de vários estilos juntos e misturados, tais como a comédia, o romance e um tanto de psicológico, tudo isto sendo envolto por uma ambientação escolar e contando com um elenco que, se não primou pelo carisma absoluto, ao menos mostrou ser bem diversificado e interessante, independentemente de se gostar ou odiar alguns personagens em específico.

O enredo de Kaguya-sama é demasiado simples, nobre visitante. À rigor, temos a maior representação de um Conselho Estudantil, no qual o rapaz esforçado (para manter a sua bolsa de estudos) é o presidente e a moça (rica e um tanto quanto desligada do mundo à sua volta) é a vice-presidente. Basicamente ambos se gostam, mas existe uma recusa ímpar nos dois tentarem se declarar pois, na mente destes personagens, a negação da derrota é forte e persistente (para eles, quem se declarar é o perdedor desta "contenda"). Este, resumidamente, é o eixo central de todo o anime.

 Luzes que enaltecem momentos específicos do anime...

Nobre visitante, está bem claro o quanto o alicerce central de Kaguya-sama é básico. Entretanto (e felizmente), isso não significou que a obra em si tenha sido chata ou um fracasso. Na verdade, o que ocorreu foi bem o contrário. Dentro de seus papéis e agindo de acordo com suas preposições, a dupla principal do anime soube entreter. Contudo, existe um grande e importante "porém" nisto tudo, pois outra dupla interessante de personagens auxiliou (e muito) na longevidade deste anime, seja mantendo a atenção do telespectador (com seus entraves pontuais) ou divertindo na medida mais do que exata (pois o casal principal do Conselho Estudantil, em vários momentos, conseguia deixar a obra morna demais). Com isso, quatro foram os personagens principais do anime em pauta.

Shirogane Miyuki é o presidente, sempre com olhar cansado e demasiadamente ocupado. Por vezes, ele se mostra sério em demasia e raramente esboça um sorriso. A Shinomiya Kaguya é a moça extremamente rica que, muito embora não jogue seu poderio financeiro na face dos outros, mostra-se como uma pessoa desligada do mundo real nas coisas mais simplórias possíveis (além de ter um déficit de confiança em si própria). Sempre sorridente, extremamente carismática e cheia das peripécias, a Fujiwara Chika encabeça a segunda dupla de protagonistas. Ela é filha de um importante político e, não obstante a isto, algumas de suas brincadeiras e/ou falas no anime fazem alusão à classe política em si. Por fim tem-se o Ishigami Yuu, que é o tesoureiro do Conselho Estudantil. Com fala calma e uma aura tensa em seu esplendor, este rapaz costuma ser mal compreendido em suas ideias, sendo ele possuidor de um certo temor da Kaguya (sendo isto facilmente compreensível).

Vários outros personagens de suporte aparecem no decorrer do anime, como a Hayasaka Ai (empregada principal da Kaguya, que costuma lhe falar boas verdades) e a Shirogane Kei (irmã do Miyuki e grande amiga da Chika). Na melhor avaliação possível, o elenco de Kaguya-sama desenvolve um bom papel. E como dito nos primeiros parágrafos deste post, o comportamento dos personagens (em especial dos maiorais do Conselho Estudantil) possuem o dom de te fazer, minimamente, detestá-los. No caso da minha pessoa, as ações da Kaguya em específico foram do desinteresse à raiva em diversos momentos (muito embora alguns resquícios de melhoria no modo de agir dela tenham sido elogiáveis).

 Da persuasão à distância ao conflito presencial...

É importante frisar que, durante boa parte de sua exibição, Kaguya-sama conseguiu ter um tipo de auto-controle bem feito, no que tange às suas piadas e motivações para vários dos eventos que foram apresentados. Ressalta-se, contudo, que muitos dos grandes momentos deste anime existiram graças às intervenções da Chika e do Ishigami (na maior parte das ocasiões em razão da citada moça), uma vez que poucos foram os momentos nos quais a dupla Miyuki e Kaguya conseguiram sobressair-se entre eles mesmos. A personalidade da alta cúpula do Conselho Estudantil pode servir de explicação para isso, mas não como desculpa para eventuais (e certeiras) avaliações negativas neste aspecto.

Embora seja verdade que este humilde blogueiro não tenha se incomodado com a péssima política anti-confissão exaltada pela dupla Miyuki e Kaguya, a verdade é que muitas pessoas se sentiram extremamente incomodadas com tal situação pautada. Como se isso apenas não bastasse, o comportamento da Kaguya em específico foi o estopim de várias "trocas opinativas" durante as calls nas quais a minha pessoa se fez presente para assistir Kaguya-sama. Observando-se os comentários presentes pela internet afora, foi possível identificar que tais visões quanto à atuação do elenco foi bem próxima com a presente neste post.

Partindo da simplicidade de seu enredo central, o anime conseguiu fluir muito bem. Os pontos negativos já citados contrastam interessantemente com os positivos, que não são poucos. Kaguya-sama soube entreter e manter a atenção de uma maneira bem-vinda, sem maiores apelações ou furos consideráveis na sua história. Nada chegou perto da perfeição, nem mesmo as intervenções da Chika, mas ainda assim não houve um maior comprometimento que fizesse este anime cair demasiadamente em conceito e pronta avaliação. Em outras palavras, a experiência em se assistir a esta obra não foi arranhada.

Como ficou a Chika após ajudar o Miyuki a aprender os fundamentos do voleibol...

Em si, o estúdio A-1 Pictures fez um ótimo trabalho. A conversão de Kaguya-sama para anime foi bem feita, caprichada e visualmente bonita. Nada esplendoroso ou que marque época, verdade seja aqui dita. Mas houve esmero e responsabilidade no desenvolvimento do anime nesta sua parte técnica. Aliás, e citando positivamente (embora possa não parecer), Kaguya-sama pode se orgulhar de ter uma sequência de abertura "brega" em todo o seu conceito, que é considerada (com total merecimento) como uma das melhores da temporada animística de janeiro-2019 (clique aqui para visualizá-la).

Você poderá se incomodar com o modo de ser da Kaguya. Talvez se sentirá fora de sintonia com a precaução demasiada do Maiyuki. Por ventura, se colocará no lugar do Ishigami em vários momentos. Inclusive, talvez sorrirás na maior parte das vezes que a Chika aparecer. Independentemente de qualquer um destes fatores (além de outros que certamente devem existir), este anime merece ser visto, pois não existe uma negligência quanto ao seu propósito, além dos pontos negativos presentes não se sobressaírem quanto aos positivos.

Nobre visitante, se tu não assistiu ao anime em pauta, veja-o sem medo e divirta-se na medida certeira. A recomendação do Netoin! é positiva. Caso já o tenhas feito, poderá opinar mais abaixo sobre o que concordas ou discordas desta análise. De modo geral, este humilde blogueiro lhe agradece por lido este post até o seu final.

E assim se segue...

Momentos gerais...
Clique nas imagens para vê-las em tamanho real


"Chika, a filha de político e um dos grandes nomes deste anime..."


"A Chika não apenas sorri muito, como também se impressiona e..."


"Basicamente, o pavor do Ishigami é mais do que compreensível..."


"A Kaguya sabe dar medo..."


"A Chika sabe ser ela mesma, sempre..."


"Esta saída do Ishigami foi bem rotineira no anime..."



"Ação em andamento..."



"As últimas facetas do quarteto principal..."


"A diferença entre sonho e realidade está mais acima..."


Kaguya-sama wa Kokurasetai: Tensai-tachi no Renai Zunousen
origem: mangá  /  estúdio: A-1 Pictures
temporada: janeiro-2019  /  total de episódios: 12

*** avaliação final: 7,5 pontos de 10,0 possíveis ***


Kaguya-sama wa Kokurasetai: Tensai-tachi no Renai Zunousen


"Realmente, o amor é uma guerra..."

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