01/11/17 - 01/12/17 ~ Netoin!

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Kyoudai Podcast #59 com reviews surpresa de animes


Quem seria Marcelo Ceni...

Um mês se passou sem uma nova edição do Kyoudai Podcast indo ao ar, e isto ocorreu em razão direta de diversas circunstâncias. Contudo, a quinquagésima nona edição foi gravada e, com ela, um tema deveras inusitado surgiu como fonte dos trabalhos para a ocasião.

Reviews surpresa de animes. Básico em demasia, não importando a maneira com a qual se procura entender o tema proposto, mas que acabou sendo muito bem-vindo e divertido de ser trabalhado neste Kyoudai Podcast, nobre visitante. Certamente, espera-se aqui que você curta muito o trabalho acústico em si, por conta disto.

O trio de integrantes deste podcast é o mesmo pela quarta vez seguida, o que configura um tipo de recorde. A liderança coube ao sempre nobre Evilásio. O jovem e bom amigo Erick Dias participou de sua maneira bem tradicional. E a minha pessoa esteve presente, mesmo que com o microfone um pouco alto demais.

A seção Recadinhos do Padrinho não teve a sua vigésima quarta edição indo ao ar, em razão do horário da gravação. Mas você poderá se divertir muito com tudo que se fez presente no podcast, inclusive com uma "curiosa afirmativa futebolística" proveniente do podcaster Evilásio.

Assim sendo, o convite lhe é feito de maneira oficial, nobre visitante. Acesse o podcast no link mais abaixo. Se preferir, pode clique nos tempos definidos para acessar o tópico que mais desejas e contribua pela causa, com o seu ponto de vista e opiniões mais do que bem-vindas.

Mas fica a dúvida sobre quem seria Marcelo Ceni...


Kyoudai Podcast #59 com reviews surpresa de animes
clique aqui para acessar (via YouTube)

- ação válida também ao se clicar na imagem acima-

Acompanhando o Kyoudai Podcast #59
00:00 - apresentações e introdução
02:05 - comentários do Kyoudai Podcast #58
21:50 - pauta central do podcast
01:00:46 - considerações finais

Animes que o Netoin! fez review neste podcast
Kuttsukiboshi  /  Lamune

Blogs participantes desta edição
Animecote  /  Netoin!  /  Yopinando

Chat do Yopinando no Discord
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Página no canal do Netoin!, com todas as edições do Kyoudai Podcast
acesse-a ao clicar aqui

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Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade de minha humilde pessoa.

domingo, 26 de novembro de 2017

[N! Drops] Nov'2017 #15: Hina-chan...


Uma explosão de sentimentos...

A segunda temporada de Sangatsu no Lion tem mostrado um crescimento enorme de seu elenco. Aqui se fala, principalmente, da dupla Hinata e Rei. Ambos já haviam mostrado muito daquilo que sentiam, além de seus temores, na série predecessora. Agora, o que se nota é um aumento da carga emocional que toma conta destes dois personagens, além do já citado crescimento que lhes complementam.

Tenha em mente, nobre visitante, que os dois últimos episódios deste anime evidenciaram a considerável melhora do Rei na obra. Na primeira temporada não era difícil encontrar comentários que colocavam o personagem como "fraco para um protagonista" (minha pessoa sempre o achou bem ameno, mas não a tal nível). Neste momento, o rapaz está se esforçando para poder ser útil a alguém que precisa de um auxílio, algo que vai além de uma mão amiga. O fato é que a pessoa necessitada disto é bem importante para ele, e isto em muitos sentidos.

Ainda mais potente do que a melhora do Rei no anime, os dois mais recentes episódios de Sangatsu no Lion 2nd Season deixaram bem à mostra aquilo que se passa na mente e no coração da Hinata. Este é, enfaticamente, o ponto mais crucial da obra neste momento. A jovem está abalada com o que ocorrera em sua escola, não consegue diminuir a raiva que sente pela questão do bullying e, para piorar a situação, sua professora parece não entender a situação como deveria e, ainda assim, possui uma tendência clara em culpar a Hinata por algo.

Para a Akari (que continua sendo uma grande personagem desta obra), o Rei prometeu ajuda de alguma forma, quando necessário for, pois o caso da Hinata em muito preocupa a sua irmã mais velha. Mas ela, a Hina-chan, não tem mais como deixar de lado a fúria que sente dentro de si. Entender o que ocorre em sua escola é deveras complicado e agir de acordo, dentro de suas possibilidades, é ainda mais difícil por toda circunstância apresentada.

Muito embora o Rei tenha ainda suas limitações que necessitam de melhoramento, o passo crucial já foi por ele dado. O torneio de shogi que se desenrola, no qual ele poderá alcançar as semi-finais, é um tipo de teste para o mesmo, visando notar se ele é digno ou não de realmente poder ajudar a Hinata em algo. A garota, por sua vez, está quase "sem chão", pois o seu momento na escola passou a ser delicado em extremos consideravelmente altos.

O foco está na Hina-chan. Ela que se sempre mostrou um sorriso convidativo e um senso de urgência no momento do auxílio agora, e mais do que nunca, é que precisa de amplo apoio. Cada lágrima que escorre de seus olhos deixa isto na mais franca evidência. A Hinata precisa voltar a sorrir, a vivenciar o seu cotidiano com aquela alegria. Espera-se que os próximos episódios de Sangatsu no Lion 2nd Season sejam ainda mais emocionantes, pois muito estará em jogo neles, literalmente.

Aguardar é preciso...

Momentos...





"No episódio #28..."





"No episódio #29..."

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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

AnimecoteCast na temporada de outubro/2017


Sem o padrinho, mas...

Como bem manda a sua tradição, o AnimecoteCast trabalha uma vez mais a temática dos animes da temporada em andamento. Em duas partes (edições #118 e #119), esta série de podcasts comentou quarenta animes, com um total de quatro participantes que expuseram as suas opiniões sempre no limiar entre a seriedade e a brincadeira, mantendo o bom nome deste trabalho acústico em si.

A equipe contou com a liderança do bom amigo Erick Dias, nas duas edições deste AnimecoteCast, contando com a companhia do grande Tadashi Katsuren, do podcaster Evilásio, e do convidado (que se fez presente na segunda gravação), Yuri Guimarães. Contudo, a minha pessoa não participou das gravações de ambas as partes deste podcast, cada qual por um motivo próprio (a primeira por não ter condições de ficar acordado até tarde, enquanto que a segunda se deu por uma queda de eletricidade).

Mas você pode esperar por tudo que esta série de podcasts sempre lhe mostrou, nobre visitante. De tirações de sarro entre os participantes até os momentos de maior seriedade. Vale frisar, também, que nenhuma das partes deste trabalho acústico possui edição, uma vez que as ocupações pessoais do Evilásio o impedem de, no momento, realizar tal tarefa. No geral, tem quem pense em fazer uma auditoria nas notas do Erick Dias. Além disto, pela segunda vez na história um integrante das gravações teve uma média geral da temporada maior do que a deste humilde blogueiro. Isso e muito mais está, desde agora, no seu pronto aguardo.


Mais abaixo se seguirá (tal como foi feito nos posts dos podcasts passados do AnimecoteCast de tal temática) a média que a temporada teve por cada participante e alguns dados de grande importância. A nota máxima é cinco (5). Ao lado desta, segue-se em parênteses o total de animes vistos. Por fim, os animes com as maiores notas de cada participante (no máximo de quatro obras, não necessariamente em ordem de preferência).

* Yuri Guimarães: 3,3 (13) - Shoujo Shuumatsu RyokouKekkai Sensen & BeyondJust Because! e Shokugeki no Souma: San no Sara;
* Carlírio Neto: 3,1 (18) - Sangatsu no Lion 2nd SeasonShokugeki no Souma: San no SaraJust Because! e Kino no Tabi: The Beautiful World;
* Evilásio: 2,8 (14) - Kino no Tabi: The Beautiful WorldJuuni TaisenHoozuki no Reitetsu 2nd Season Animegataris;
* Tadashi Katsuren: 2,7 (10)Mahoutsukai no YomeSangatsu no Lion 2nd SeasonKino no Tabi: The Beautiful World e Just Because!;
* Erick Dias: 1,9 (32) - Mahoutsukai no YomeShoujo Shuumatsu RyokouKino no Tabi: The Beautiful World e Hoozuki no Reitetsu 2nd Season.

Tu ficará à par de quais foram as maiores e menores notas ofertadas, na média, dentre os participantes do podcast, no qual o valor máximo é cinco (5). Na sequência, haverá a média final do podcast em si, seguido do total de animes vistos. Inclui, também, a lista dos animes que não foram citados no podcast, uma vez que nenhum dos participantes os assistiu até a gravação do trabalho acústico.

* Top'5 na média da equipe: Kekkai Sensen & Beyond (4,5); Shokugeki no Souma: San no SaraMahoutsukai no Yome e Sangatsu no Lion 2nd Season (4,0)Shoujo Shuumatsu Ryokou (3,8)Just Because! (3,6)Kino no Tabi: The Beautiful World e Hoozuki no Reitetsu 2nd Season (3,5).
* Bottom'5 na média da equipe: Evil or LiveOsake wa Fuufu ni Natte kara e Ousama Game The Animation (1,8); The iDOLMASTER SideMTwo CarUrahara (1,5); Dies Irae (1,3)Cinderella Girls Gekijou 2nd SeasonDia Horizon (Kabu), Glamorous Heroes, Ku Pao Ying Xiong, Omiai Aite wa Oshiego Tsuyoki na Mondaiji, Oretacha Youkai Ningen e Taishou Chicchai-san (1,0)Sengoku Night Blood (0,5).
* Média final dos seis participantes: 2,8 (40 animes).
* Animes sem avaliação (não foram vistos até as datas das gravações): ClassicaLoid 2nd Season, Code:Realize: Sousei no Himegimi, Dynamic Chord, Gintama: Porori-hen, Love Kome: We Love Rice 2nd Season, Love Live! Sunshine!! 2nd Season, UQ Holder!: Mahou Sensei Negima! 2, Wake Up, Girls! Shin Shou e Yuuki Yuuna wa Yuusha de Aru: Yuusha no Shou.

AnimecoteCast na temporada de outubro'2017
AnimecoteCast #118 (parte #1) - link para download  /  escute online (via blog Animecote)
AnimecoteCast #119 (parte #2) - link para download  /  escute online (via blog Animecote)

Blogs e sites que integraram a equipe deste podcast

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domingo, 19 de novembro de 2017

[Análises em Geral] Parte #93: quatro anos de Kill la Kill


E já se passou um quadriênio...

Sempre existirão aqueles animes que ficarão na mente de cada pessoa, estando tal fato atrelado diretamente a alguma característica que tais obras tenham apresentado ou, minimamente, por muito ter gostado das mesmas. Por vezes, os animes à serem lembrados poderão ser aqueles que foram muito ruins em algum aspecto (ou mesmo durante toda a sua exibição), mas que estranhamente chamaram a atenção para tal nível de recordação.

Para este humilde blogueiro, existe ainda um terceiro ponto bem importante, além dos dois extremos acima citados. O mesmo está naquelas obras que tiveram momentos de ápice bons e ruins e que, especialmente, tenham despertado um grande nível de trocas opinativas e muitas conversas sobre algum elemento que tenham apresentado. Sem a menor chance de estar aqui equivocado, citar para você neste post o anime Kill la Kill acaba sendo uma ótima pedida, nobre visitante.

Em outubro de 2013, o anime que apresentou à todos personagens do calibre de Matoi Ryuuko, Mankanshoku Mako e Kiryuin Satsuki fez a sua estreia no Japão (série de televisão) e no mundo (através do streaming oficial feito pelo Crunchyroll). Kill la Kill despontava com vertentes bem chamativas, tanto em seu enredo como na sua parte técnica, cada qual possuindo elementos que fizeram um balanceamento conciso e muito bem-vindo, o que significa diretamente que houveram momentos muito bons e também aqueles que fizeram com que uma certa e indesejada coceira aparecesse atrás da orelha.

Matoi Ryuuko e sua primeira visão de Honnouji.

Dava-se à entender, de início, que a história deste anime haveria de girar unicamente em um propósito de vingança por parte da Ryuuko, que desejava saber quem tinha sido o responsável pela morte de seu pai anos atrás. Sua chegada até a Academia Honnouji, como uma estudante transferida, acabou sendo o ponto de partida para tal investida. Obviamente, um pouco antes disto foi mostrada uma boa parte da ambientação que se tem ali. Neste local as surras, acompanhadas de palavras com efeito e a busca pelo poder absoluto (definido pelos uniformes Goku) ditavam todas as regras imagináveis. Tudo sob a liderança inquestionável da Satsuki, seguramente uma das melhores personagens não apenas de Kill la Kill, como também de todo o ano de 2013 em si.

A cada episódio, o anime foi apresentando mais combates desenfreados que, muito embora aparentassem uma simploriedade absurda, possuíam um fundo bem interessante de análise. Por vezes, mesmo aqui no Netoin!, diversos posts especiais foram redigidos com base em tais ideias, de acordo com o que certos episódios acabassem mostrando. Como se apenas isso não bastasse, o enredo acabou despontando para o lado da dominação mundial, que acabaria levando tanto a Satsuki quanto a Ryuuko a convergirem em um mesmo ponto comum.

O visual cartunesco, por vezes aparentando ser preguiçoso, apresentou possuir certo e bem-vindo estilo. E de fato, sempre foi um brinde acompanhar um anime japonês com traços tão descomplicados na sua essência e que transmitissem, com propriedade, tudo aquilo que se desejasse sem muito pestanejar. Todas as ações desta obra foram devidamente bem amparadas por um componente técnico tão importante quanto a própria história e seus personagens, sendo este o lado acústico da questão. As músicas do anime em pauta ficaram facilmente entre as melhores de 2013, muito mais por merecimento de Kill la Kill do que por demérito das demais obras exibidas em tal ano (animes como Shingeki no Kyojin, To Aru Kagaku no Railgun S, Kyoukai no Kanata e Nagi no Asukara, além de vários outros, mostraram o quanto o citado ano foi poderoso no quesito acústico).

Logo no seu primeiro episódio, Kill la Kill provocou grandes discussões em temas sérios.

Contudo, quando se faz falar das muitas questões opinativas que o anime em pauta lançou, é que se percebe o quanto o mesmo teve sua importância. Logo no seu episódio de estreia, Kill la Kill mostrou uma cena entre a Ryuuko e o kamui Senketsu que simplesmente fez muitas pessoas olharem torto para a obra em si (e de fato, havia uma grande razão para tanto). Muito embora tal cena não tenha feito com que este humilde blogueiro parasse de acompanhar a obra até o final, é verdade que a mesma tenha sido bem forte (também em uma análise bem pessoal da parte de quem vos escreve este post). Na sequência de seus episódios, o título em pauta apresentou vários momentos dignos de divergência opinativa, alguns deles tão fortes quanto o do primeiro episódio e outros mais leves, porém com as suas intrigantes mensagens de fundo.

Caso você esteja se perguntando se Kill la Kill foi o melhor anime de 2013 (que pelas regras da casa entrou no pleito de 2014) para o Netoin!, a resposta é um severo e alto "não". Contudo, a obra foi citada merecidamente no top'20 (no décimo segundo posto, para ser mais exato). Mais do que obviamente, grande parte da blogosfera (nacional e mundial) colocou as aventuras de Ryuuko, Satsuki e companhia, colocada no mínimo como uma das cinco melhores no ano de sua exibição. Todos os pontos de vista possuem justiça plena, amparada naquilo que mais possa ter se esperado do anime em si, ou então daquilo que o próprio acabou concedendo em troca a quem o assistiu.

O que pode ser aqui enaltecido, com veracidade, é que já se passaram quatro anos desde que Kill la Kill começou a ser exibido e, desde então, o anime ainda guarda lembranças para este blogueiro.A ideia central desta edição da seção Análises em Geral foi mostrar justamente isso, que uma obra pode ter seu lugar reservado na mente de qualquer pessoa, independente da razão para tanto. As variáveis e opções para tanto são quase infinitas. Mas que Kill la Kill mereceu o espaço que teve durante os seis meses nos quais foi transmitido, isso é algo certo de ser aqui mensurado.

E assim se segue...

Relembrando alguns momentos...
O primeiro episódio de Kill la Kill em flashs...



"Uniformes Goku: a definição do poder em Kill la Kill..."


"Mako, uma das personagens mais divertidas de todo o anime..."


"A Ryuuko teve um início nada fácil..."


"O antro do poder da Academia Honnouji..."



"Armadilha para a busca de uma vingança..."



"Uma luta..."



"Alguém aqui não se saiu muito bem..."


"Kiryuin Satsuki e Matoi Ryuuko: a história de ambas prende muito a atenção..."

Até a próxima!

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