[N! 10 Anos] O mundo cosplay ~ Netoin!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

[N! 10 Anos] O mundo cosplay


É chegado o momento de ser iniciada a série de posts especiais
pela campanha #netoin10anos e, de início, uma jovem pessoa
tem lições bem introdutórias para te passar sobre o universo dos cosplayers...

Olá, visitante!

Meu nome (na verdade o apelido) é Chell. Sou redatora e dona do blog parceiro do NETOIN! chamado Not Loli! e fui convidada (com muita alegria!) pelo Carlírio a escrever um post sobre cosplay.

Para quem não me conhece, eu sou cosplayer. Fiz meu primeiro cosplay em 2010, e desde 2014 confecciono as minhas próprias vestimentas disto. Nesses dois anos fiz cerca de quinze cosplays, e junto, aprendi inúmeras coisas sobre o que é este hobby incrível (além de sua história), como confeccionar cosplays e fazer maquiagens, entre outros.

Eu vim falar um pouquinho sobre todas essas coisas para você, afinal, o público do NETOIN! é grande e nem sempre está em contato com esse tipo de conteúdo, mas não duvido nada que este tema deve interessá-lo também. Mesmo quem não faz cosplay costuma ter algumas curiosidades em relação a esse hobby, e eu estou aqui para respondê-las no que puder.

Primeira dúvida: o que é "cosplay"? 

InuYasha.
cosplayer: Kiki Bélico  /  fotografia: Antonyevans Fotografia

Cosplay é uma palavra que deriva de "costume play", ou seja, brincar de se fantasiar por assim dizer. Não só de se fantasiar, aliás, pois o hobby também envolve (para muitas pessoas) confeccionar roupas, usar a maquiagem adequada e preparar apresentações, por exemplo. Sendo assim, o que nós cosplayers fazemos é realmente um tipo de expressão artística e por isso é um hobby tão gostoso para extravasar e, ao mesmo tempo, conhecer pessoas que gostam das mesmas coisas que você, sejam animes, jogos, comics ou games, quadrinhos, entre outros.

Apesar de ser usado para definir pessoas que se fantasiam de personagens de todas essas mídias, no entanto, "cosplay" é uma palavra surgida no Japão, nas convenções de anime por volta dos anos de 1980. Alguns dos primeiros cosplays que apareceram eram de personagens como a Lum (Urusei Yatsura) ou Cutie Honey. Naquela época já existiam espécies de "bailes de máscaras" em convenções nerds nos Estados Unidos, mas a palavra "cosplay" e toda a cultura - que é, de fato, diferente daquela dos bailes de máscaras - surgiu de fato no Japão [grande agradecimento aqui ao blog FinisGeekis que me fez ter curiosidade e saber um pouquinho sobre essa história, o qual recomendo a leitura desses posts para quem tiver interesse em saber mais]. Não tardou a se espalhar pelo mundo, sendo que o primeiro desfile cosplay no Brasil foi organizado em 25 de fevereiro de 1996 pela ABRADEMI (Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá em Ilustrações), em São Paulo capital.

De lá pra cá muitas águas rolaram, como quem gosta de cosplay bem sabe. O evento de nome Animecon surgiu em 1999, já com cosplayers, e logo foram surgindo os primeiros concursos desta área. Estes se espalharam por outras convenções, das maiores às menores, e o cosplay logo se tornou um elemento muito popular da "cultura nerd", por assim dizer. Toda convenção à qual você vai hoje em dia tem cosplayers e não só de anime, mangás e mídias japonesas, mas de todo tipo de mídia (como os quadrinhos norte-americanos e filmes diversos também são bem populares). Porém, nem por isso as pessoas sabem realmente no que consiste um cosplay e, entre outras coisas, por que não é legal passar a mão em cosplayers nem presumir que "pessoas fazem cosplay para fugir das suas realidades". Então é disso que eu vou falar sobre aqui. E devo enfatizar que "cosplay" é a fantasia, sendo errado dizer "vou encontrar com o cosplay fulano de tal" ou "lindo seu cosplayer", pois isso não existe.

Uma brincadeira séria...

Bulma.
cosplayer: Kiki Bélico  /  fotografia: Dihen Fotografia

Como o próprio nome diz, cosplay é, sim, uma brincadeira. Embora cada cosplayer tenha uma resposta diferente quando questionado sobre a graça em seguir tal hobby, provavelmente todos vão se identificar com uma definição em comum para esta arte, que diz ser o personagem que você gosta por um dia, interpretá-lo e mostrar às outras pessoas como ele é em uma singela homenagem. "Ser" o personagem lhe permite encontrar outras pessoas que gostam do mesmo e que vão ficar empolgadas com o seu cosplay, em geral, querer tirar fotos e mais. Então, o objetivo é ser divertir com a brincadeira.

Hoje, o cenário cosplay evoluiu tanto que existem muitas competições, como a World Cosplay Summit, realizada anualmente no Japão na qual o Brasil é tricampeão, e até campeonatos regionais com premiações em grandes quantias de dinheiro. Estes valores, muitas vezes, acabam indo para a compra de outra fantasia, afinal os cosplays que ganham esses concursos não costumam sair baratos. Mas o importante é lembrar que o hobby em si é só isso, incluindo que algumas pessoas se profissionalizam e atuam como modelos contratadas por empresas e tal. Eu vou falar sobre isso mais no final do post.

Antes de falar sobre isso, no entanto, eu gostaria de ratificar outros fatos sobre esta arte. O cosplay, então, consiste em duas partes. Uma delas é a da fantasia, "costume", a parte de brincar ou, precisamente, interpretar os personagens ("play"). Eu escrevi uma série de posts no meu blog para quem está querendo começar a fazer cosplay e não sabe por onde começar, mas vou explicar aqui um pouquinho dessas duas partes.

Primeiramente, a fantasia. Sobre a famosa frase sobre não saber costurar, é importante você saber que a maioria dos cosplayers não sabem costurar. De fato, costureiras - desde avós até costureiras profissionais - e "cosmakers" (pessoas que tem como profissão fazer cosplays, desde a confecção dos sapatos, passando pelas roupas até os acessórios extras e eventuais compras de perucas e afins, oferecendo como produto final completo) costumam fazer as fantasias destas pessoas. Essas pessoas geralmente começam fazendo cosplays para si mesmas, e acabam trabalhando com isso.

Snowstorm Sivir.
cosplayer: Dy Chan  /  fotografia: Wesley Valentinho

Também existem muitas pessoas que fazem suas vestimentas tão especiais em costureiras e compram os acessórios e outras coisas, ou então trabalham em tudo sozinhos. Há ainda aqueles que compram cosplays pré-confeccionados, sejam de outras pessoas aqui no Brasil ou mesmo do exterior (é muito fácil comprar cosplay em sites de vendas de produtos da China como o Taobao e o AliExpress, mas como esse hobby se tornou mundial, atualmente existem muitas lojas de cosplays prontos nos mais diversos países). E por fim há ainda aqueles que confeccionam suas próprias fantasias dos pés à cabeça.

Eu me incluo nessa última categoria, e quem nela também está sabe muito bem o trabalho que tem por trás disso. Um trabalho que envolve, quase sempre, ficar acordado nos dias da véspera do evento para terminar tudo. É gastar dinheiro com cola quente, EVA, mais deste material porque você não o esquentou suficientemente da primeira vez e um balde de tintas. É chorar andando quilômetros atrás de brechós, lacrimejar porque algo resolveu quebrar na última hora ou a peruca não chegou no dia, enfim, se entristecer porque algo não chegou no dia vale pra qualquer pessoa que faz cosplay. Seguir este hobby significa sempre suar a camisa pra fazer uma coisa legal, esteticamente atraente e fiel ao personagem. É sofrer porque você tem trabalho pra terminar e não vai poder estrear aquele cosplay naquele evento, bem como ter uma sacola de um metro com cosplays no armário (isso quando você não reserva um lado do mesmo só para isto).

Pode-se, sim, fazer seus próprios cosplays sem muito conhecimento. Eu fiz antes de aprender a costurar. Você vai precisar de um bom par de sapatos para andar por aí procurando roupas em brechós, ou pegar emprestadas em casas de amigos. Necessitará de EVA e cola quente, que são os melhores amigos do cosplayer, e de muita criatividade para fazer coisas com material reciclado. Dinheiro será essencial também, infelizmente. Se você tiver a sorte de ter um amigo cosplayer para emprestar uma roupa, melhor. Caso contrário, vais precisar de uns trocados. Não é tão caro assim (pelo menos onde resido, comprar um tubo de cola quente e uma folha de EVA sai por menos de quatro Reais) mas para economizar é preciso ter criatividade.

Em geral, você também precisará fazer maquiagem e, mesmo com aquela de um Real e noventa e nove centavos sempre funcionando, não é toda maquiagem que resiste a um dia inteiro de evento, o que fará você ter de retocá-la. Se você tem uma amiga que adora fazer maquiagens, ou uma mãe, sorte a sua. De outra forma, vai ter que ir atrás de um salão que faça um bom trabalho nisto que dure um dia todo (podendo ainda pesquisar por tutorais da área no YouTube). Neste sentido, os melhores amigos do cosplayer são a base - o famoso "reboco" - e um delineador líquido.

Sobre a graça e a seriedade na área...

Sailor Moon.
cosplayer: Seshiria  /  fotografia: Paula Baio

Certamente, você já ouviu aquele questionamento sobre qual é a graça de ficar fazendo essas roupas e ter todo esse trabalho. A minha avó me pergunta isso constantemente. E a melhor resposta para isto é, simplesmente, depende.

A graça, para algumas pessoas, é o próprio ato de confeccionar as fantasias. Fazer uma roupa que vá surpreender e alegrar outros fãs da série, ou fazer pessoas que não conhecem seu personagem se perguntarem quem é esse sujeito com belas asas ou com uma cara de inteligente ou qualquer outra coisa, e pensar que talvez a série que você gosta seja legal. Muita gente que faz cosplay acaba se profissionalizando na confecção de roupas e fantasias, como no caso dos "cosmakers" que mencionei anteriormente, em maquiagem artística ou mesmo em outras áreas correlatas (o Maurício Somenzari, campeão brasileiro do WCS, é um exemplo de estilista que começou a se interessar pela área graças a cosplay). Então, essa pode ser uma graça para muita gente.

Para outras pessoas a graça está na parte do "play", palavra que significa brincar ou interpretar. O fato de "ser" o personagem dita tudo. Portar-se como ele, imitar sua voz, segurar objetos como ele seguraria, andar como tal o faria e, basicamente, agir como uma versão de carne e osso dele naquela roupa.

Vamos supor que você admira muito o Okabe de Steins;Gate, que é um cientista fascinante, ou o Oreki de Hyouka, que é um mestre da dedução, mas tu mal consegue passar em Matemática. Talvez você nunca seja um Okabe ou um Oreki, mas isso não lhe impede de gostar muito da personalidade deles, e tens plena consciência disso. De outra forma, imaginemos que você gosta muito da Nagisa de Clannad, que é uma garota tímida e muito fofa, onde tu se identifica com ela mas nem por isso gostaria de ter seu destino. Talvez ache o Rin de Free! extremamente bonito, mas você só não é um homem. É perfeitamente natural que tu sinta vontade de prestar uma homenagem aos personagens e séries que tanto gosta, e de quebra mostrar para outras pessoas o quanto ela é legal (para isto que existe o dito fandom). Alguns fazem isso escrevendo fanfics, fanarts, ou até posts em blogs de anime. Outros (e até os mesmos) demonstram tal afeição fazendo cosplay.

Meliodas.
cosplayer: Jyudaime  /  fotografia: Barbara Naomi Photography

A parte de interpretar tem sentidos diferentes para as mais variadas pessoas. Existem cosplayers que gostam mesmo de preparar apresentações de palco, enquanto outros apreciam tirar fotos com pessoas enquanto interpretam o personagem pelo evento, havendo ainda quem grava videoclipes ou coisas do tipo. Tudo é válido. A graça disso é exatamente você expressar o personagem, de forma que outras pessoas podem ter contato com ele através dos seus atos, entender (ou não) a sua admiração, ou simplesmente ficarem empolgadas por encontrarem mais um fã da mesma série ou personagem.

"Opa, peraí, mas então isso significa que a pessoa está se desconectando da sua person-". Neste momento digo para você ter calma. Eu também sou psicóloga de formação, por acaso, e gostaria de lembrá-lo que atuação é uma atividade milenar, quase tão velha quanto a confecção de roupas. Dizer que cosplay é uma forma de sair da realidade é tão válido quanto dizer que música, roleplay na internet ou carnaval são variantes de similar fuga. De fato são, mas tratam-se de formas saudáveis para se "sair da realidade" (o que chamamos de "se divertir, extravasar e dar sentido à vida", no termo popular). Claro que cosplay pode se tornar uma atividade com sentido negativo - principalmente devido à competição e outros fatores de que vou falar mais adiante - assim como videogames ou qualquer outra coisa. Afinal, qualquer vício pode não ser saudável, mas não é nisso que consiste a atividade (ou então deveríamos "aceitar" que a indústria de filmes precisa acabar porque existem casos como o de Heath Ledger). São fatos exemplares que servem para lembrar o real propósito de atuar sendo, unicamente, a atuação em si. O mesmo valendo para o grande significado por detrás de se divertir (que é a pura e simples diversão). É melhor que seja assim.

Como já explanei, existem vários motivos para se fazer cosplay. Se divertir com a fantasia, a interpretação ou ambos são apenas alguns dos motivos possíveis. Tem gente que faz cosplay por profissão, também. Pessoas como as populares Jessica Nigri ou Baba Yan são chamadas em estandes para divulgar personagens, e a coisa do cosplayer profissional já é muito forte no Japão, obviamente, onde tudo surgiu (quase quarenta anos depois, não tinha como cosplay deixar de ser uma atividade rentável).

Mas é importante lembrar que cosplay não é isso, mas sim que pode ser isso. Fazer esta distinção e colocar o fato de que cosplayers profissionais são basicamente modelos em pauta é mais doq ue fundamental, pois a realidade desses cosplayers é muito diferente da maioria das pessoas que praticam essa atividade por hobby. Muitos, quando pensam em "cosplay", imaginam apenas aqueles realmente incríveis que em geral não foram confeccionados pela pessoa que os usa e que a mesma atua como modelo (como nos exemplos já citados). Isso não tira de forma alguma o valor delas como pessoas, mas é importante lembrar que "cosplayers" são elas, são a galera que faz cosplay para competir nos concursos, a galera que faz esta arte para tirar fotos em casa ou qualquer outra galera que a segue. Tudo bem que seja assim. Nos eventos todas essas pessoas se encontram, enfeitam o lugar e tiram fotos juntas, ou encenam cenas dos animes ou jogos ou qualquer outra coisa de que seus personagens fazem parte (sendo este o meu ponto favorito), além de tantas outras maneiras de se divertir. Tudo é válido.

Razões e mais...

Ryuuko.
cosplayer: Seshiria  /  fotografia: Paula Baio

Então, quando a comunidade inteira se revolta assim que uma pessoa de um programa de televisão pratica algo ilegal (como lamber o braço de um desconhecido que não está de acordo, ou quando uma suposta profissional generaliza que "cosplay é uma forma de fugir da realidade"), é por tudo que já explanei anteriormente. Falar mal de cosplay é o mesmo que mensurar de igual maneira toda uma comunidade de gente que, em sua maioria, investe tempo, esforço e dinheiro para se divertir de uma forma saudável e que também entretém outras pessoas.

Realmente, não precisava ser um negócio sério ao extremo (quanto muita gente tem levado), e nesse paradoxo que é a vida também não precisava ser tão competitivo e atrair tantas atenções negativas. Esse foi só um breve desabafo de alguém que gosta de cosplay há quinze anos.

O fato é que cosplay tem sido levado de uma maneira negativa em alguns círculos, então espero que com esse post eu tenha conseguido expressar um pouco do que é verdadeiramente esta arte, do ponto de vista de alguém que gosta da mesma há muito tempo e atualmente a segue. Tudo bem que exista quem não entenda e/ou não curta este hobby, mas é sempre bom explicar que não precisava ser assim (atingir certos níveis de negativismo em alguns fandoms), que cosplay é só uma ação que faz bem a muita gente.

Finalizando...

Ren Jinguji.
cosplayer: Jyudaime  /  fotografia: Barbara Naomi Photography

Enfim, era isto que eu queria expor sobre o tema, o qual tanto aprecio e admiro.

Queria agradecer demais ao Carlírio por ter me dado essa oportunidade de espalhar um pouco desse amor aqui no NETOIN!, e espero que você tenha gostado desse post especial. Se tiver interesse em saber mais sobre cosplay, por exemplo, como confeccionar as suas fantasias de uma forma mais detalhada (que não cabe em um post introdutório como este) ou dicas para preparar uma apresentação, convido-o a ler os posts no meu blog, onde volta e meia posto sobre cosplay.

É um assunto que eu gosto e que está sempre presente na minha vida. Então, eu espero que tenha conseguido interessá-lo ao menos um pouquinho por esse hobby criativo e delicioso (como assim gosto de definir) que é o cosplay, e deixar claro que todo mundo pode seguir este caminho se desejar, pois o mesmo é fascinante.

Nos veremos!

O NETOIN! agradece a jovem e nobre Chell
pelo belo trabalho neste post tão especial.

De igual forma, faz-se aqui agradecer também às pessoas que,
vide contato com a Chell, autorizaram o uso de suas imagens,
respeitando-se os devidos créditos para as mesmas.

Isso é #netoin10anos

Até a próxima!

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Chell
Chell, uma amante incondicional de animes, mangás e cosplays. Redatora e dona do blog Not Loli!.

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2 Comentários

  1. Olá, Carlilio!

    Primeiramente, feliz aniversário para o Netoin! mais uma vez! :)
    Depois, fico super feliz que tenha gostado do post e espero que os visitantes também gostem. Adoro falar sobre cosplay para quem quiser ouvir (ou ler) já que é um hobby com tanta coisa legal e que frequentemente só os "insiders" sabem, porque quem vê de fora tende a julgar muito mal. Agradeço de coração a oportunidade. ^_^
    Um PS: queria pedir pra corrigir uma legenda! A que está LoL é a personagem Snowstorm Sivir. Isso foi erro meu na hora de enviar o texto. ;; Desculpa o incômodo e espero que não tenha problemas...

    Enfim, mais uma vez obrigada e parabéns! Que venham os próximos posts! ^_^

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Saudações


      Como já ressaltei uma vez, e o farei sempre que for necessário, eu é que agradeço pela sua participação neste especial, nobre Michelly. Com adendo de seu post ter sido realmente ótimo.

      Só lamento pela demora em minha resposta aqui, pois achei que já o tivesse feito. Preciso me atentar mais sobre este tipo de ação de minha parte.

      Uma vez mais, muito obrigado.


      Até mais!

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