[Volta ao Passado] Como começou Michiko to Hatchin ~ Netoin!

sábado, 26 de agosto de 2017

[Volta ao Passado] Como começou Michiko to Hatchin


Realidades distintas...

Temporada animística de outubro, no ano de 2008. O tempo realmente tem passado em alta velocidade para este humilde blogueiro, tanto que escrever algo sobre o que ocorreu à quase dez anos atrás não soa muito difícil, muito embora as palavras e ideias não deixem de conter aquela pitada de saudosismo bem presente. Tanto isto é verdade que, da citada temporada, a minha pessoa se lembra claramente das estreias de Clannad After Story, Casshern Sins e ef ~ a tale of melodies, sendo estes os três animes que mais marcaram no citado período, pessoalmente.

De outra forma, haviam também animes que causaram muita curiosidade e até um relativo "espanto", justamente em razão de suas ligações (mesmo que paralelamente superficiais) à realidade do mundo, mais precisamente à América Latina e o Brasil em si. Sem a menor sombra de dúvidas, esta citação recai com maestria para Michiko to Hatchin.

Pode-se dizer que houve um trabalho imenso para tentar retratar o solo brasileiro e latino-americano no anime em pauta, desde o início de sua concepção básica (uma vez que a diretora Yamamoto Sayo e a equipe de produção visitaram algumas cidades do Brasil, por exemplo) até o seguimento do trabalho em si. A presença do idioma português em cada localidade, mapas, nomenclaturas dos episódios e nas cidades era deveras vibrante, tanto quanto nas alcunhas dos personagens, dentre outros fatores (até o dinheiro se fez presente, então chamado de Arca). A presença de touradas (dentre outros elementos) distinguiu Michiko to Hatchin como retratando um pouco, mesmo de uma maneira que buscou unir fantasia e realidade, o cotidiano de toda uma grande região continental.


A pequena Hana "Hatchin" e sua vida...

O primeiro episódio deste anime, que foi ao ar em 15 de outubro de 2008, mostrou muito da tão citada ambientação e aquilo que à todos presentes nela rodeava. O maior destaque coube em mostrar o cotidiano de uma garotinha com nove anos de idade, chamada Hana, que vivia junto de sua família adotiva, sendo esta composta por um padre (que era casado), tendo um casal de filhos legítimos chamados Maria e Gabriel. E apesar de certa conotação religiosa, os quatro membros principais desta família tinham na Hana unicamente o objeto de serviçal contínua e obediente. Em outras palavras, reinava a hipocrisia clara e absoluta.

A situação degradante na qual vivia a pequena Hana foi mostrada continuamente no episódio, que contou com dois pontos bem importantes no seu repertório. O primeiro deles destacou uma conversa viu que o pai adotivo da jovem teve com ela, onde até mesmo relações quanto a uma futura venda de órgãos entraram em pauta. O segundo foi ainda mais cruel, uma vez que a Maria e o Gabriel fizeram da Hana um ser para ser pisoteado e maltratado. Nisto, o sangue da pequena protagonista subiu, aos níveis de que as imagens mais abaixo lhe mostrarão com veemência, nobre visitante.

Contudo, os últimos minutos deste episódio de abertura mostraram a Michiko, uma criminosa fugitiva, adentrando na residência onde a Hana vivia, com o intuito de dali levá-la consigo. Seu linguajar vulgar e periculosidade nas ações eram mais do que evidentes mas, sendo bem cético, aquela família que a via de maneira assustada não ficava nem um pouco atrás nisto. Entre tiros e certo medo no ar, a dupla Michiko e Hana (depois chamada de "Hatchin" por sua nova companheira) começou ali uma grande aventura, pelas estradas e cidades de um Brasil alternativo com elementos de toda a América Latina. E tenha a certeza, nobre visitante, de que este anime foi memorável por si só.

Michiko to Hatchin...

Momentos...
Clique nas imagens para vê-las em tamanho real



"Uma 'adorável' família..."


"Sempre alvo de perseguição e maus tratos..."


"Michiko e Hana..."






"Uma sequência de fúria, com causa e efeito..."


"Quando a atenção paira no ar..."




"Momento de ação no café da manhã..."


Michiko to Hatchin - Episódio #1
"Adeus, paraíso insensível"


"Uma grande aventura iniciou-se..."

Até a próxima!

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Carlírio Neto
Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade de minha humilde pessoa.

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