Especial - Quando uma fujoshi avalia Free!... ~ Netoin!

domingo, 18 de agosto de 2013

Especial - Quando uma fujoshi avalia Free!...

Em pauta, o clube de natação...

O NETOIN! tem apresentado posts semanais do anime Free! desde o início de sua exibição. Até o presente momento já se fizeram passar seis episódios em sete semanas (em uma delas o anime não foi exibido). Como é característico de minha pessoa, a abordagem costuma ser a mais metódica possível onde, mesmo havendo a chance do grave erro, a conciliação de ideias sobre tal anime tende a ser ainda bem real.

Entretanto, uma opinião à parte merece ser aqui conceituada. Durante alguns dias, este blogueiro visou "caçar" na rede social Twitter alguém que poderia, enfaticamente, fazer um post bem pragmático e direto sobre Free!, mas no ponto de vista de seu público-alvo primário. Em outras palavras, as chamadas fujoshis.

Há muitas pessoas com o escopo mais do que perfeito, que minha pessoa poderia convidar para fazer tal post. Entretanto, foi escolhida uma jovem residente na capital paulista para tecer as suas palavras, tanto sobre a primeira metade do anime (que já se fez passar), como também sobre o âmbito geral que o mesmo consegue englobar.

Nobre visitante, nas linhas abaixo você lerá o texto criado com toda satisfação por uma jovem chamada Maria Beatriz. Ela foi a convidada por este blogueiro para fazer um guest post sobre Free!, no ponto de vista de uma ardorosa fã do anime. Obviamente, com isto abre-se um leque de possibilidades para, em breve, outras manifestações opinativas poderem aqui ser apresentadas. Mas, por agora, o momento é de acompanhar a opinião de uma legítima fujoshi sobre o novo anime da Kyoto Animation.

Tenha uma boa leitura e, com a palavra, a jovem Maria Beatriz.

A opinião de uma nobre fujoshi...

Uma visão bem aguardada pela nobre Maria...

Olá, tudo bem? Meu nome é Maria Beatriz, mas geralmente me chamam de Blue Rose, que é como sou conhecida na internet. Bem, sou uma fujoshi (yaoi fangirl) e como já é de se esperar estou acompanhando sem falta o anime Free!. O Carlírio Neto me convidou a fazer um guest post sobre Free!, do ponto de vista de uma fujoshi, e aqui estou eu (sempre sorridente). Sou bem iniciante nisso mas escrevi com muito afinco e vontade. Espero que você goste!

Quando vi o comercial da Kyoto Animation sobre “garotos nadadores” que tanto fez alvoroço nesse “mundo” otaku, claro que fiquei completamente eufórica. Eu ainda não fazia ideia de que cogitavam fazer dele um anime, mas aqueles bishounens maravilhosos (e seus músculos molhados, admito) realmente me colocaram em um estado de fascinação que você não podem imaginar. Nunca, nunca esperaria que uma produtora de anime e mangá fizesse um comercial com tanto fanservice para garotas. Para mim, desculpem se eu estiver errada, a primeira coisa que pensei foi que a KyoAni realmente queria atrair um público mais feminino à seus animes, embora tenha já feito muitos animes moes e com garotas moes. O que, a meu ver, atrai muito mais meninos que meninas, não?

Aliás, quando soube que transformariam o comercial em anime (minha felicidade e euforia atingiram o pico, o que me deixou muito feliz) e começaram a chamá-lo de moe para meninas” ou moe masculino”, achei bem próprio. Porque era isso mesmo, um moe para meninas. Não que eu ache isso ruim, de maneira alguma. Apesar de não ser difícil o moe me encher a paciência (simplesmente pelo fato de se tratar de meninas “bobinhas”, fofinhas e estereotipadas fazendo nada, acho.), acho-o perfeitamente aceitável. É apenas mais uma forma de atrair o público, um marketing.

Agora, o que me tem desagradado muito é a reprovação que Free! tem recebido de muitos, justamente por ser “moe. Não só moe, como também um grande fanservice yaoi e um “ecchi” para garotas. Qual o problema de Free! sê-lo? Isso é um pouco machista, me desculpe, porque se homens podem ter meninas fofinhas e peitos pulando em quase todo anime em toda temporada, por que nós mulheres não podemos ter algo parecido também?

A Maria acredita que o fandom olha "torto" para Free! pelas "razões erradas".

Antes as mulheres eram uma minoria no mundo otaku. Uma grande minoria. Mas estamos prestes a nos igualar em quantidade com os homens que curtem animes. Nós mulheres somos um público em potencial que pode consumir tanto quanto os homens, comprar tanto quanto eles, dar lucro tanto quanto eles. É justo termos animes apenas para nós. Do que tanto reclamam, afinal?

E dentre essas mulheres, estão as fujoshis. Pra quem não sabe, fujoshis são as tão mal faladas yaoi fangirls (as pervertidas). A versão feminina dos “virjões de hentai e ecchi”. Free! é um anime não apenas para “otakas/otomes” (chame como quiser), mas principalmente para as fujoshis. Ao menos o primeiro, nessa tão grande escala. Dizem que nós estragamos os animes ao fazer dois personagens meninos héteros se amarem/beijarem/pegarem, mas refite, os peitos enormes da Tsunade vivem pulando em Naruto e ninguém fala que isso estraga a história, assim como é em Bleach (Matsumoto), One Piece (Nami, Robin), Fairy Tail, e vários outros. Está entendendo meu ponto de vista? É bem injusto que alguns reclamarem do “fanservice” que criamos em animes não yaoi/shounen-ai quando há tanto para os que gostam de peitões em animes não ecchi/hentai.

Não é como se os nossos gostos influenciassem igualmente aos dos “amantes de ecchis” em algum anime ou para alguma produtora. Quer dizer, não até agora (sorrindo demais aqui)! Parece que notaram que compramos pra caramba e começaram a fazer uma espécie de “moe” para nós, fujoshis. E isto me alegra muito!

Mas enfim, estou aqui para falar especificamente de Free! e não apenas do moe e das fujoshis no mundo otaku...

O anime...

O Nagisa é o personagem favorito da Maria em Free!.

Quando vi o primeiro PV de Free!, admito que me decepcionei. Não achei o gráfico tão bonito quanto o do comercial e gostaria dos olhos um pouquinho (só um pouquinho) maiores, mas depois mudei minhas expectativas. Por que a KyoAni investiria em fazer um gráfico tão maravilhoso quanto o do anúncio se esse é um anime, de certa forma, experimental? Além do mais, não é como se ele fosse feio. Pelo contrário, é deslumbrante (embora o original fosse bem mais chamativo)!

Creio que foi um bom começo, o do primeiro episódio. Não esperava que os garotos fossem mostrados quando crianças tão cedo. Não sei por que, mas gostei. Mostraram suficientemente a relação entre o Makoto, Nagisa, o Haru e o Rin. Depois, quando eles já estão crescidos, nos faz ter vontade de que a amizade volte a ser como antes. E isso se intensifica ainda mais à medida que vamos conhecendo mais a história.

História essa que superou minhas expectativas. Aliás, muita coisa em Free! superou minhas expectativas. Primeiro porque eu não esperava um plot tão desenvolvido assim, e sim um monte amizades suspeitas entre garotos gostosíssimos exibindo seus corpos na água. Ok, é isso mesmo, mas há realmente um enredo para se desenvolver, os fatos não são simplesmente jogados a esmo para dar um sentido mínimo ao anime.

Segundo porque: meu Deus, esta trilha sonora foi um completo choque para mim! Convenha-se que não é sempre que se vê um fanservice yaoi com uma boa trilha sonora. Tá certo que [K] tinha uma boa trilha sonora, mas digamos que as openings/endings de Makai Ouji: Devils and Realist e de Hakkenden: Touhou Hakken Ibun não são as melhores. Não posso dizer nada de suas OSTs, porque não prestei atenção nelas, mas como as endings e openings são chatas, meu Deus!

O Rei é um personagem que, para a Maria, merece ser avaliado com calma.

Sério, a opening de Free! é perfeita! Esperava algo bem chatinho também, uma música de ritmo entediante, então não podem imaginar o quanto sorri ao ouvir “Rage on”, da OldCodex. Não estou dizendo que “Oh, não existe música melhor!”, mas até que satisfaz bastante! E unida às lindas imagens da abertura...

“Não poderia esperar melhor”, pensei. Claro que eu estava enganada, porque a ending de Free! é... A ending de Free! é... Ela é um dos picos do fanservice no anime. A KyoAni nos presenteia com um Haru sedento por água no deserto, ao passo que Rin tem toda a sua posse. Os figurinos são maravilhosos! Combinam perfeitamente com cada personagem, e ainda com direito a barriguinhas e músculos de fora! O começo me lembrou um pouco o comercial da KyoAni também...

Agradou-me também a personalidade dos protagonistas. Não que elas tivessem sido uma surpresa. Bem, Rei e Gou foram uma surpresa pra mim, mas a personalidade do restante está escrita na testa deles, sabe?

Como o Mtsuoka Rin, que é o com pinta de delinquente, esquentadinho e desafiador, um típico badass. Penso que o Rin não devia fica tão rancoroso por não ter vencido o Haruka no passado, embora queira fazê-lo a todo custo. Preferia que o Haru tivesse fingido perder? Isso nem uma vitória seria. Mas o que seria de um anime sem um drama, não? A verdade é esta e não posso questionar. Bem, as pessoas reagem de maneiras diferentes às situações, o Rin é assim.

O Tachibana Makoto, o cara sensato e gentil, sempre disposto a ouvir e compreender os outros, nunca abandonando ninguém. É interessante como eles quebram essa imagem perfeita que se tem do Makoto quando descobrimos do medo desesperador que ele tem do mar, e como ele tenta esconder isso. A gente começa achando que será sempre ele o responsável por separar brigas e resolver as situações, e de repente. Ele vê-se perdido e com medo, sem saber o que fazer. Mas sem muitos spoilers por aqui, né? Sem me comprometer muito agora. E o Makoto me lembra o Kaito (de Vocaloid) sabia?

O Rin desperta um certo interesse na Maria...

O Hazuki Nagisa é, talvez (talvez!), meu predileto! Adoro seu jeito extrovertido e animado. Há vários outros em animes que são parecidos com ele, mas e daí? O conjunto todo do Nagisa é legal, um loirinho mignon que não para quieto e fala tudo o que pensa! Eu e umas amigas achamos que o Nagisa tem cara de safado! E meu modo fujoshi está totalmente ativo [hahahahahah]. Mas até agora ele é o personagem mais transparente, vamos ver se ele continua assim...

Agora, o Ryugazaki Rei e a Matsuoka Gou me surpreenderam! O Rei à princípio é o típico “megane” (óculos/quatro-olhos) que faz as meninas pirarem em toda a sua seriedade, frieza e inteligência. Foi um choque quando ele provou ser o personagem mais cômico de Free!. Ele é muito inteligente, porém seu “non-sense” é maior ainda. Não há como explicar, só vendo para tentar entender. Tenho um pouco de pena do Rei, por ele se sentir muito inseguro como nadador iniciante. Adoraria vê-lo em uma competição de verdade mesmo!

A princípio, eu não gostei da inserção da Gou no anime. Acreditava que ela seria muito pentelha e irritante, e que provavelmente se apaixonaria por um dos garotos. Essa probabilidade ainda não desapareceu, contudo ela tem a mesma “tara” que nós fujoshis: os bishounens! Morro de rir com os devaneios que ela sempre tem ao olhar o corpo desnudo de um garoto! Foi muito inteligente colocá-la, pois cria uma identificação das fujoshjis para com ela.

Finalmente, o Nanase Haruka. O mais interessante do Haru é ele ser hidromaníaco. Ele já é meio estoico, unido a sua hidromania fica muito mais engraçado! Haru raramente mostra alguma grande expressão, não me lembro de um sorriso seu no anime. Só nada o nado livre, pois não se importa com o tempo ou técnica, ele apenas ama a água e quer... apreciá-la. Eu gosto dele. Ele combina com o protagonismo. Gostaria de vê-lo desesperado em alguma situação entre a cruz e a espada, ou chorando, ou sorrindo. Ele me lembra o Oreki Houtarou, de Hyouka.

Maria e suas opiniões gerais sobre Free!

O quinteto em análise. Para a Maria, não haverão mudanças drásticas no anime.

Até agora não notei nenhuma grande alteração nas relações entre os personagens. A Ama-sensei continua com seu misterioso passado com biquínis. Nagisa e Rei continuam parecendo dois apaixonados, e o triângulo amoroso (entre Makoto, Haruka e Rin) está mais forte do que nunca. Você sente claramente o carinho e a tensão sexual entre o Haruka e o Makoto, ao passo que a tensão sexual entre o Rin e o Haruka é igualmente intensa, mas ao invés do carinho, há uma forte rivalidade e um certo rancor no ar.

Odeio triângulos amorosos, e estou realmente dividida se prefiro o ship Makoto com Haru ou Rin com Haru. Isto parece uma crise existencial de shipps (apenas rindo)! Ultimamente, o anime tem puxado mais para a dupla Makoto e Haru. O último episódio, hein: quem viu sabe o que aconteceu entre os dois (ou aquilo que poderia ter acontecido, ou que eu gostaria que tivesse acontecido).

Falando nesse último capítulo, eu preferiria que o anime tivesse mais fanservice. Que os personagens se tocassem mais, os olhares fossem mais significativos, e uns boca-a-boca e beijos acidentais até que seriam uma boa ideia. Mas compreendo perfeitamente que Free! é uma anime experimental e que a KyoAni deve procurar atender a outros públicos também. Se eles colocarem um fanservice mais explícito, acabará por afastá-los.

Desejo muito que melhorem o desenvolvimento da história, principalmente porque há muitos que não gostam de yaoi vendo Free!. Quero que pensem “ah, fujoshis não são só putaria!”, porque me cansei de me classificarem por pervertida apenas por gostar de yaoi. A maioria é bem assim, mesmo, mas não apenas isso, gostamos de boas histórias também. Caso contrário, Junjou Romantica, que tem um traço tão ruim, não seria o yaoi mais famoso, correto?

Enfim, minhas expectativas para Free! estão altas, mas não vou apostar tudo que tenho nele. Há ainda muita coisa pra rolar e nada garante que o final não seja uma grande furada. Não digo que ele tem que ser imprevisível, pois não tem que sê-lo; na verdade, provavelmente vai acabar com o Rin voltando a ser amigo deles, talvez vá pra Iwatobi entre outras coisas.

E se o lucro continuar sendo o mesmo, poderá até ter uma segunda temporada... Dessa vez, com um rival diferente. Quem sabe, né? Enquanto isto, vou surtando loucamente por aqui.

Momentos dela, Maria Beatriz!

Separei aqui algumas imagens aleatórias do anime que gostaria de comentar. Há spoilers, então cuidado!


Maria Beartiz #1 - A cena mais bonita de Free! até agora. O brilho das estrelas todo refletido na água do mar. Realmente me apeguei a essa imagem (sorrindo muito com isso)!


Maria Beartiz #2 - O momento de maior tensão entre o Rin e o Haruka até agora. Isso foi bem intenso. A forma como eles dialogaram realmente os fez parecer um casal...


Maria Beartiz #3 - Todo final de episódio aparece uma imagem bônus. Essa sugere muito um ship Rei com Nagisa, não?


Maria Beartiz #4 - Uma cena do episódio #6. Acho que nunca me senti tão decepcionada na minha vida. Quase. Quase que o Haru faz o boca-a-boca. Mas, bem... Fanservice é fanservice, não? Rio um pouco por agora, mas queria rir muito mais...


Maria Beartiz #5 - Mais uma imagem bônus. Teve gente que não prestou atenção numas partes do anime e achou que essas crianças eram “filhos” dos dois (esperneando loucamente aqui)! Ri demais com isso. Os irmãos do Makoto são muito fofos, espero que eles apareçam mais...


Maria Beartiz #6 - Acho os dentes do Rin diferentemente atraentes. Pela personalidade dos personagens, costumam associá-los a alguns animais. Ao Rin, o tubarão. Ao Haru, o golfinho. Ao Makoto, a orca. Ao Nagisa, o pinguim. E ao Rei... A borboleta! E sim, foi proposital e continuo rindo muito!


Maria Beartiz #7 - E por último, minha preferida! Nagisa e Haruka comparando o bronzeado! Tinha que mostrar essa cena (sorrindo, com certeza)!

E então? Gostou de meu texto? Espero realmente que este guest post tenha sido muito bom para você. Agradeço novamente ao Carlírio Neto e ao seu blog, o NETOIN!, por esta oportunidade de expor meu ponto de vista sobre Free!. E quem sabe, um dia, não apareço por aqui novamente, certo?

Até mais!
* Palavras de Carlírio Neto... 
Este humilde blogueiro agradece a jovem Maria Beatriz, não apenas por ter aceito o convite para este guest post, como também por tê-lo feito com muita rapidez. Muito obrigado, jovem!
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Há planos para mais pessoas serem convidadas à postar sobre outros animes
e temas. Por isso, suas palavras são de grande importância!

Até a próxima!

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[ guest post por Maria Beatriz ]
[ exclusivamente para o NETOIN! ]


O autor do NETOIN! é...
Carlírio Neto Carlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade deste humilde blogueiro. Veja um pouco mais sobre o autor do blog NETOIN!aqui.

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6 Comentários

  1. Bom, eu ainda não assisti ao anime, mas tem realmente alguma relação amorosa entre eles? Outra coisa, concordo plenamente qdo vc diz sobre a crítica negativa de Free. Andei lendo muitos textos sobre o anime e cheguei a conclusão que as reclamações são nada mais nada menos do que o velho machismo! Pq moe para meninos pode, mas para meninas não? Pura hipocrisia!

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  2. O curioso é que parece ser bem aceito o homem fantasiar com duas mulheres se pegando (já vi muita sitcom e até mesmo alguns programas nacionais em que isso é mostrado), mas a mulher que fantasia com dois homens se pegando é criticada.

    Não chego a ser fujoshi de carteirinha mas quando a história parece ser divertida ou o estilo do desenho me interessa vejo yaoi, moe, shonen, seinen, qq gênero, sem problema nenhum. E Free está leve, divertido, bonito, portanto vale a pena assistir.

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  3. O blogueiro escreve divinamente. Parabens.
    Qto a fujoshi em questao... ha pontos q discordo. No entanto, ela comenta um fato inegavel: o poder de consumo feminino nao pode ser mais ignorado.

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  4. Olá!!

    Free por um lado de fã. Legal essa iniciativa. E pelo que eu li, não vou assistir a Free. Odeio Yaoi e qualquer coisa do tipo... mesmo gostando de animes que talvez venham a ter um pouco disso. xD

    Inteligente foi a jogada da produção: um animes voltado completamente para esse público, os da fujoshi, que nunca tem espaços no mundo dos animes, ondes eles colocam algumas situações que poderiam acontecer e da-lhes fanfiction. Chega disso!! rsrsrsrs

    Aliás, ótimo texto!

    Beijos, até mais

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  5. Gosto do free, tirando as partes onde galera brilha e fica sem camisa (Muito gay isso) o anime e foda

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