Especial Key Visual Art's - parte #2: os animes da Key ~ Netoin!

domingo, 16 de setembro de 2012

Especial Key Visual Art's - parte #2: os animes da Key

A chamada para a segunda parte deste especial sobre a Key.

Seja bem-vindo, amigo visitante. É chegado o momento da segunda parte ( de um total de três ) sobre a Key Visual Art's. Na postagem anterior, você pôde conferir o texto de Alberto "DeCyber", antigo mandatário do já encerrado blog The Key of the Broken Hearts, que escreveu sobre dados interessantes e de respeito acerca da história da Key.

Nesta oportunidade, você ficará com o texto escrito por um dos mais saudosos blogueiros da área dos animes. Trata-se do jovem Leandro Nisishima que, atualmente, não tem mais publicado seus textos sobre animes e mangás. De momento, ele está atuando em um blog sobre mahjong chamado Riichi! ( acesse-o ao clicar aqui ).

O Nisishima brindou à todos, quatro anos atrás, com um texto sobre os animes da Key. Por sinal, este é o tema da segunda parte deste especial. Desta forma, você ficará à par das obras animadas da Key Visual Art's e também sobre um velho dilema que, na época, causava certo alvoroço ( e que, provavelmente, não causa o mesmo fervor hoje em dia ).

Com o convite dado, é hora de aproveitar este ótimo texto do jovem Leandro Nisishima sobre os animes da Key.

Os animes da Key

Dangos...

Quando uma Visual Novel, Light Novel, mangá, ou qualquer outra forma de mídia faz sucesso, não demora muito até que ela seja adaptada em versão animada ( isso no Japão ). No mundo das Visual Novels a conversão de jogos em animes ainda é bastante recente, mas vêm ganhando força nos últimos anos, superando inclusive o número de adaptações inspiradas em algum mangá de renome. Entre as produtoras de Visual Novels, a Key é de longe a que mais teve as suas obras transformadas em anime. Kyoto Animation e Toei Animation são os dois principais nomes responsáveis pelas animações da produtora, enquanto Air, Kanon e Clannad representam atualmente o "legado" da Key nesse universo. Veja abaixo uma breve descrição das versões Kyoto e Toei dos três títulos citados.

Kanon

Kanon.

O protagonista de Kanon é Aizawa Yuichi, um estudante colegial, que devido ao trabalho dos seus pais, acaba tendo que se mudar de cidade, indo morar junto com a sua prima Minase Nayuki. Até sete anos atrás, Yuichi sempre visitava a sua prima todos os anos, mas devido a alguns incidentes ocorridos no passado, o rapaz deixou de ir até o local. Agora, depois de todo esse tempo, Yuichi não se lembra muito bem dos seus momentos ao lado de Nayuki e de todos os outros moradores. Em um dos seus primeiros passeios pelo centro da cidade, o rapaz tromba com uma misteriosa garota chamada Tsukimiya Ayu, que estava fugindo com um pacote de Taiyaki em suas mãos.

Depois de resolver o mal entendido, Yuichi acaba lembrando que já havia encontrado Ayu no passado, embora ele não consiga lembrar detalhadamente disso. As memórias do rapaz começarão a aparecer na medida em que ele for interagindo com os habitantes do local, sejam eles velhos conhecidos como Ayu, Nayuki, Akiko ( mãe de Nayuki ), Makoto e Mai, como também com as novas amizades feitas com Shiori, Kaori, Sayuri e Amano.

Kanon, primeira versão.

Versão Toei, 2002, 13 episódios

Essa versão de Kanon é considerada o primeiro jogo da Key adaptado em anime. Embora apresente algumas características interessantes e únicas, Kanon 1 ( como ficou conhecido ) passa longe de ter a beleza e o desenvolvimento do remake feito anos depois. Por esse motivo, Kanon é considerado a conversão animada da Key mais injustiçada, já que infelizmente o título é sempre lembrando por essa versão.

Apesar das críticas, Kanon 1 conserva várias das características que um clássico drama deve ter ( a exemplo de To Heart ), um personagem gentil, garotas com passados e problemas que devem ser decifrados pelo protagonista e claro, um ar de tristeza e melancolia em cada episódio. O maior ponto fraco dessa primeira adaptação provavelmente é o seu final, que da maneira como foi colocado, acaba parecendo surreal ao extremo. Algo consertado somente no remake.

Kanon, segunda versão.

Versão Kyoto, 2006, 24 episódios

Considerada a versão definitiva de Kanon, tanto no que diz respeito aos belos traços e animações, como também ao enredo mais coerente e bem desenvolvido ( algo que vinte e quatro episódios mostraram ser de grande ajuda ). O protagonista Yuichi mudou bastante, deixando de ser apenas um rapaz gentil e com cara de inocente, passando a ser uma pessoa mais sarcástica ao estilo do Kyon ( Suzumiya Haruhi no Yuuutsu ) e também com uma expressão de rosto menos melancólica.

De tão diferente, é até difícil saber que se trata da mesma pessoa. Quanto aos outros personagens, visualmente não houve muitas mudanças, apenas o tamanho dos olhos diminuiu um pouco. Porém, em termos de história, vários detalhes presentes nos jogos e ocultados na versão do Toei foram incluídos nesse remake, a personagem Kurata Sayuri, por exemplo, tem um arco ( embora pequeno ) somente para ela.

Air TV

Air TV.

A história gira em torno de Kunisaki Yukito, um andarilho, cujo único objetivo na vida é encontrar uma misteriosa garota alada. No meio de suas andanças o rapaz chega a uma cidade onde conhece uma menina chamada Kamio Misuzu. Yukito acaba se interessando pela personalidade excêntrica dela, e passa a achar que ela é a garota que tanto procurava. De início, Yukito logo percebe que Misuzu é uma pessoa bastante solitária, tudo devido a uma misteriosa doença sem cura.

O interesse do rapaz por Misuzu vai aumentando na medida em que os dois se conhecem melhor, e cada vez mais, a garota revela ser a descendente da misteriosa menina alada que sofre solitariamente no céu. Essa lenda ainda se desenvolve nos dramas pessoais de Kano e Minagi, ambas ligadas diretamente a "fragmentos" da garota alada. Como o próprio anime se autodenomina, Air TV conta uma história que passa de geração em geração, e cujo principal tema é o ciclo da vida e as lições passadas de pais para filhos ao longo do tempo, bem como os sofrimentos necessários para isso.

Air TV.

Versão Kyoto, 2004, 13 episódios

Dessa vez foi o Kyoto Animation que saiu na frente. Air TV apareceu primeiramente como um anime de 13 episódios, que devido a boa qualidade do mesmo, acabou fazendo com que o filme do Toei produzido um ano depois fosse esquecido pela grande maioria das pessoas. Alguns efeitos usados pelo estúdio de produção, como as luzes no cabelo das personagens é algo exclusivo de Air TV, ausente ou presente em menor escala, tanto em Kanon 2, quanto em Clannad.

O enredo dessa versão de Air está mais enfocado em temas filosóficos envolvendo aquilo que conhecemos como o "ciclo da vida" e também na família ( embora não seja o principal tema ). Um especial conhecido como Air in Summer foi lançado um ano depois, expandindo o arco da personagem Kanna, que no anime possui uma história interligada com a da protagonista Misuzu, porém contada em outra era.

Air movie.

Versão Toei, 2005, 91 minutos ( filme )

Diferente do anime, o filme focou bastante na relação entre Yukito e Misuzu. De um drama com temas filosóficos, Air se tornou um forte romance. A protagonista Misuzu está bem mais "saidinha" nesse filme, fazendo com que toda a parte mais complicada do anime acabasse sendo esquecida. Air se tornou algo próximo a uma típica novela japonesa, triste, porém perdendo boa parte do seu charme.

As personagens secundárias Minagi e Kano também não aparecem no filme, tudo bem que por motivos óbvios, ainda assim, para a história como um todo, acabou sendo mais uma grande perda. Algo que se destaca nesse filme é a trilha sonora, pois a maioria das músicas presentes no jogo foram remixadas ( com um resultado bastante satisfatório ), e não simplesmente reaproveitadas como no anime ( Natsukage provavelmente é a melhor da trilha sonora ).

Clannad e Clannad After Story

Clannad.

Okazaki Tomoya caminhava tranquilamente em direção à escola em mais um típico dia de aula. No meio do caminho o protagonista de Clannad encontra uma garota parada em frente a algumas cerejeiras, resmungando e reclamando do mundo. Essa menina era Furukawa Nagisa, que retornava a escola após ter ficado um ano ausente. O sonho dela era reconstruir o clube de teatro, e sabendo disso, o até então delinquente, Okazaki Tomoya, decide ajudá-la. A partir disso, um sentimento de amizade e mais tarde de amor começa a surgir entre os dois, afetando a vida de ambos e também das outras pessoas que com o tempo irão cruzar o caminho deles.

Entre os conhecidos dos dois, temos Ibuki Fuko, uma menina que distribuía estrelas do mar, na esperança de que as pessoas que as recebessem fossem assistir o casamento da sua irmã; Sakagami Tomoyo, uma garota muito forte e temida, que sonha em ser a nova presidente do conselho estudantil; as irmãs Kyou e Ryou Fujibayashi, ambas amigas de classe de Okazaki, entre vários outros personagens. A primeira temporada do anime abordou o período escolar e a reconstrução do clube de teatro, enquanto que a segunda parte focou no enlace ( e consequente drama ) promovido pleo Okazaki e pela Nagisa.

Clannad movie.

Versão Toei, 2007, 90 minutos ( filme )

De todas as conversões feitas pelo Toei, Clannad pode ser considerada a melhor delas. O character design novamente perde em relação ao anime feito pelo Kyoto, porém é mais agradável em relação ao utilizado em Kanon e Air ( versão Toei ). O filme também tem um tom mais sério em relação à versão animada, deixando de lado a maior parte de comédia, para se concentrar no enredo propriamente dito. As personagens secundárias têm pouca participação, sendo que algumas nem aparecem e outras têm personalidades diferentes daquelas presentes tanto no jogo, quanto no anime.

Aqui a parte conhecida como After Story ocupa mais da metade do tempo do filme, relegando os dias de colegial de Nagisa e Tomoya a apenas uma participação mínima. A decisão do Toei em dar um grande enfoque ao After Story ( até pelo fato de ser essa a parte principal de Clannad ) não poderia ter sido mais acertada, o final do filme realmente ficou bastante comovente e convincente. Um ponto contra é a trilha sonora remixada, que embora tenha sido positiva em Air, acabou sendo ruim para Clannad.

Clannad.

Versão Kyoto, 2007 e 2008, 24 episódios ( primeira temporada ) e 24 episódios ( After Story )

Inicialmente, Clannad deveria ter apenas uma temporada, mas o Kyoto Animation decidiu estender o anime por mais algum tempo, parte disso, devido ao extenso enredo da Visual Novel, que supera tranquilamente Air e Kanon. Essa falta de planejamento acabou sendo percebida durante o próprio anime, que mesmo estando com uma ótima qualidade, acabou pecando em relação à Kanon 2 e Air TV.

Algumas personagens como Kotomi e Fuko tiveram quase metade do anime ( em sua primeira temporada ) apenas para elas, enquanto Ryou, Kyou e Tomoyo acabaram ficando com a outra metade. Outra das protagonistas do jogo, Yukine Miyazawa, apareceu no anime apenas de forma modesta na primeira temporada, uma vez que ganhou um arco próprio em Clannad After Story. Aliás, a Nagisa e o Tomoya tomaram todas as cenas na sequência de Clannad ( que ainda contou com mini arcos como o do Sunohara ), culminando os eventos relativos à pequena Ushio.

Em relação a Kanon e Air, a base do enredo de Clannad continua sendo a mesma ( temos um personagem masculino e várias garotas que com o tempo vão revelando o seu passado e problemas pessoais ), entretanto, aqui existem mais toques de comédia do que nos antecessores. Toque de comédia este que acaba cedendo amplo espaço para o drama mais profundo em Clannad After Story.

One

ONE.

Um especial sobre o estúdio Key sem ONE, não seria exatamente um especial. Mas então, qual o motivo da interrogação no título? Quem conhece a fundo a história da produtora, sabe muito bem o porquê, porém, quem não tem ideia, deixe-me explicar. ONE ~Kagayaku Kisetsu e~ é mais um jogo do gênero Visual Novel lançado pela Tactics em 1998. O jogo pode não ser assinado pela Key, contudo, várias das pessoas envolvidas na produção do game, mais tarde fundariam a produtora que hoje conhecemos como Key.

Então é desnecessário dizer que para os fãs saudosistas, ONE tem um imenso valor. Deixando o histórico de lado, vale lembrar que esse título recebeu duas versões animadas, uma livre para todas as idades ( ONE ~Kagayaku Kisetsu e~ ), e outra somente para maiores de 18 anos ( ONE ~True Stories~ ). O enredo tem como personagem central Orihara Kouhei, um rapaz que no passado fez várias promessas para diferentes garotas de uma cidade.

Anos mais tarde, o protagonista retorna ao local com o propósito de cumpri-las, no entanto, será que as garotas ainda se lembram dele? Lembrando que as duas versões animadas de ONE não foram feitas nem pelo Toei e nem pelo Kyoto, mas sim pela KSS e pela ARMS. Confira abaixo uma pequena sinopse.

ONE ~Kagayaku Kisetsu e~.

ONE ~Kagayaku Kisetsu e~, KSS, 2001, 4 episódios ( OVA )

Essa é a versão livre para todas as idades. Diferente do glamour que desfruta os outros três títulos mencionados, ONE é um anime longe de ser sensacional, para dizer a verdade, bem perto do medíocre. Vale mais como item de colecionador, pois a história e os personagens não possuem nada de atrativo. Vários dos momentos chaves dos quarto episódios do OVA, remetem aos momentos mais importantes do jogo, entretanto, da maneira como foi colocado pela equipe de produção, a história acaba ficando confusa até para quem jogou o game.

Não há emoção nenhuma na maneira de agir dos personagens, e mesmo que a música de fundo seja interessante, ela não ajuda a melhorar a ambientação dessa série, falando francamente, auxilia ainda mais o telespectador a dormir enquanto assiste o anime. O único destaque é a presença de todo o elenco da Visual Novel e também o character design muito bem feito, principalmente em comparação ao Kanon do Toei Animation que estreou um ano depois de ONE ~Kagayaku Kisetsu e~.

ONE ~True Stories~.

ONE ~True Stories~, ARMS, 2003, 3 episódios (OVA)


Versão adulta de ONE ~Kagayaku Kisetsu e~, ONE ~True Stories~ foca-se basicamente em três personagens: Nagamori Mizuka, Satomura Akane e Kawana Misaki, sendo que cada episódio é reservado a uma das três protagonistas. Por se tratar de uma versão hentai, cada capítulo do OVA mostra a relação existente entre Orihara Kouhei e uma das três garotas, com algumas cenas de sexo no meio desse desenvolvimento.

Segundo a avaliação de alguns sites e fóruns, essa segunda versão de ONE supera bastante a primeira, mas também não chega a ser algo comparável às versões Toei e Kyoto das outras obras da Key. Perceba que o número de personagens principais caiu em relação ao antecessor ( de seis protagonistas femininos para três, embora todas apareçam nesse OVA ). A qualidade de animação deu uma leve melhorada, com mais efeitos de luz no cabelo, no entanto, o character design do antecessor é um pouco superior, aqui os personagens parecem meio achatados.

O conhecido caso Sola...

Sola.

Sola é um título da Key? Essa pergunta é bastante comum de se encontrar em comunidades e fóruns de animes espalhados pela rede. A resposta para essa pergunta é um sonoro não. Sola nasceu como uma animação original, ou seja, não é inspirado em nenhum mangá ( embora um ano após o anime Sola tenha recebido uma versão em quadrinhos), Light Novel, jogo, filme, livro e mais importante, Visual Novel.

Mas então por que Sola parece ter semelhanças com Air, Kanon e Clannad? Isso provavelmente deve ter passado pela sua cabeça e na de muitos também. A resposta é bem simples, a pessoa que concebeu Sola é ninguém menos do que Naoki Hisaya, principal mente por trás de Kanon. O envolvimento dela com a Key está limitado a apenas isso, por essa razão, Sola, que nem ao menos tem uma Visual Novel, passa longe de ser considerado fruto da produtora de Air e Kanon, embora de certa forma, possua todas as características para fazer parte da "família".

Texto de Leandro Nisishima

Importante: Little Busters!, aguardado por anos entre os fãs da Key para ganhar uma conversão em anime, terá a sua oportunidade como uma animação na temporada japonesa de outubro'2012.

[ adaptado do blog Subete Animes ]

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A próxima parte será publicada no próximo dia. Amigo visitante, esteja convidado à acompanhá-la.

Até a próxima.

O autor do NETOIN! é...
Carlírio NetoCarlírio Neto, um fã de animação e cultura japonesa desde os anos noventa. Dramas são a especialidade pessoal. O personagem Wataru, de Sister Princess, representa bem a personalidade deste humilde blogueiro. Veja um pouco mais sobre o autor do blog NETOIN!aqui.

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13 Comentários

  1. Saudações nobre Incubator. Passando aqui para agradecer a publicação.

    Não cheguei a reler o texto, mas na época foi uma experiência bem gratificante escrever esse post em conjunto com você e o DeCyber, lembro até das conversas que tivemos para definir quem iria tratar de qual parte. Bons tempos aqueles.

    PS: Fiquei surpreso com o aumento das visitas no Riichi! Bem que estava achando que tinha a mão mágica de algum Incubator famoso.

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    1. Saudações

      Era para ser diferente o aumento das visitas no Riichi!, nobre amigo Nisishima?^^

      Sinto muitas saudades desta época também. Foi um grande trabalho em conjunto. Igualmente, recordo-me de cada conversa que tivemos sobre isso...

      Imensamente grato pelo seu comentário.


      Até mais!

      Foi um grande momento, sem a menor sombra de dúvidas.

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  2. Mais um anime para ser visto, esse One. Mesmo que a critica do Nisishima seja que ele seja ruim, mas como o própio diz em sue texto. Para colecionador e "fã" dos outros animes da key, vou dar uma olhada. Os outros já vi tudo sobre eles. E minha preferencia também é pela versão não Toei.

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    1. Saudações

      Nobre @Açougueiro@, One é um anime que soou bem peculiar para mim, em todos os níveis possíveis. Tanto que, aqui mesmo no blog, há uma review dele que atesta tal fato pessoal...

      Assista ao anime e deixe nos comentários as suas impressões.


      Até mais!

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  3. Foi um texto agradável de ler e bastante informativo. Sobre a Key me limito apenas aos animes, porém não tinha conhecimento sobre esse ONE, que tentarei procurar para ver.

    AIR e KANON 1 eu vi bem no início da época em que passei a acompanhar animes pela internet, por conta do tanto que falavam a respeito; e confesso que o drama do primeiro causou grande impacto em alguém que ainda estava começando nessa área. Hoje não sei se sentiria a mesma coisa, mas pelo menos as lembranças daquele tempo são muito positivas e fortes. O filme de AIR eu vi logo em seguida, e me deixou completamente confuso as mudanças na história e personagens: só muito tempo depois descobri que sequer eram do mesmo estúdio e etc.


    Em relação a KANON 1, não tive como não ficar incomodado com seus traços, mas a história superou qualquer preconceito quanto a isso. E quando vi KANON 2, então, anos mais tarde, voltei a ter um grande impacto emocional... Já CLANNAD eu enrolei, assisti recentemente, e por ora somente a primeira temporada. Admito que é superior a AIR e KANON, mas dessa vez seu “feeling” não me fisgou, não me emocionou, e sim mais o contrário; frequentemente me entediava - culpa, talvez, dos problemas pessoais pelos quais passava no mesmo período. Pretendo vê-lo de novo para enfim começar After Story, e espero que eu não seja tão “ranzinza” dessa vez =d...

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  4. Saudações

    Fico muito contente em saber que o texto lhe foi agradável, Erick.

    Muitas pessoas falam isso, sobre o sentimento que teriam (ou não) sobre um anime mais antigo que fosse assistido hoje. É uma concepção natural, se analisar com maior cuidado.

    Quanto à Clannad After Story: assista. Dificilmente se arrependerá.^^

    Até mais!

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  5. Então Clannad era pra ser menor, hã... mas mesmo que tenha tido um mal planejamento quanto à Air e Kanon, Considero ele a melhor obra das três, sem dúvidas. Não só pelo After Story, mas também por ter os personagens mais carismáticos e chamativos do que os outros dois.

    Nada que tire o brilho de Air e Kanon, obviamente. Mas, com certeza, é o After Story que causa o tamanho hype desse anime. Até hoje ele foi a única história fictícia que conseguiu me emocionar a ponto de me arrancar lágrimas. Mas enfim, gostei dessa sua matéria, cara, foi interessante ver um retrospecto daqueles que, até hoje, são os melhores animes de drama que eu já vi. Até mais.

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    1. Saudações

      O brilhantismo por detrás de Clannad é louvável e digno. Mas, para mim, Kanon 2006 é algo que não será superado tão brevemente...

      E enfatizo isto com todo o carinho e devoção possíveis à esta grande obra da animação japonesa.


      Até mais!

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    2. Kanon, Clannad, Air... preferir um ao outro creio ser pura questão de gosto pessoal mesmo, já que cada um tem suas vantagens e desvantagens.

      Ainda considero os três como os melhores animes de drama já feitos, a menos que a Key faça algo que me surpreeenda ainda mais(se bem que Little Busters não me agradou nem um pouco).

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  6. ootimo texto. discordo de alguns pontos, mas a maioria ta sensacional. falou 1 coisa só eu acho: Citar Angelbeats q foi obra de algumas pessoas da key -- acho q o jun maeda.

    vamos ao proximo texto!!!

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    Respostas
    1. Saudações

      Seria interessante mensurar sobre quais pontos você discorda, nobre...

      E o post é uma republicação de trabalho bem antigo (2008), e foi preferido manter certa base na republicação. Assim, Angel Beats! acabou nem sendo citado...



      Até mais!

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  7. e simmm sola verei em breve, rsrs, nem sabia da existencia dele!

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    1. Saudações


      Sola é um ótimo anime.
      Acredito que gostarás da obra.


      Até mais!

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